Bolsas europeias fecham em alta impulsionadas por ações defensivas e dados
Ler matéria →- Estrangeiros trazem R$ 33,8 bi para B3 no semestre; saída em junho foi de R$ 7,8 bi.- Criação de vagas nos EUA fica abaixo do esperado em junho;
taxa de desemprego cai a 4,2%.- Durigan vê risco em revisão da reforma tributária e defende aprovação do imposto seletivo. Confira as últimas dos mercados Europeus preenchem maior parte das lacunas deixadas pelos EUA nos planos de defesa da Otan, diz comandante-chefe Natura:
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JPMorgan vê entrada da Advent como positiva e mantém recomendação de compra Advent passou a deter ações equivalentes a 6,6% do capital social. Ações de Petrobras operam mistas; PETR3 sobe 0,67% e PETR4 cai 0,16%
O impacto inicial dos dados do relatório de empregos payroll foi positivo para os ativos brasileiros nesta quinta-feira, com o Ibovespa chegando a superar os 174 mil pontos e o dólar cedendo para a faixa dos R$5,15, mas neste início de tarde os ativos já exibiam correções. O Ibovespa mostra alta mais modesta e o dólar reduziu as perdas, acompanhando certo arrefecimento dos ganhos dos ativos de risco no exterior. Embora o índice de ações Dow Jones siga em alta, o S&P e o Nasdaq recuavam neste início de tarde.
Na renda fixa brasileira, as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) despencaram após o payroll, acompanhando os Treasuries, com os dados reduzindo a perspectiva de alta de juros pelo Federal Reserve. No entanto, entre o fim da manhã e o início da tarde as taxas futuras se recuperaram no Brasil, migrando para o território positivo. (Reuters) Leia também: Dow Jones renova máxima de fechamento, enquanto Nasdaq recua em dia de payroll
Grandes bancos agora oscilam; ITUB4 cai 0,12%, BBDC4 perde 0,08%, BBAS3 sobe 0,35% e SANB11 ganha 0,68% Michelle Bolsonaro abriu mão de salário de R$ 46 mil ao deixar o comando do PL Mulher Ex-primeira-dama atribui saída à dedicação à família e a Jair Bolsonaro, mas decisão ocorre após embate público com Flávio Bolsonaro e amplia incertezas sobre seu futuro político.
Fenabrave melhora previsão de venda de veículos novos no Brasil este ano Concessionários do Brasil devem vender em 2026 mais veículos novos do que inicialmente previsto no início do ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela associação que representa o setor, Fenabrave. Para 2026, a entidade espera crescimento nas vendas de 7,9%, para 2,9 milhões de veículos novos, acima da previsão anterior de crescimento de 3%.
A estimativa não inclui motocicletas e implementos rodoviários. O crescimento nas vendas está sendo apoiado pelo segmento de carros e comerciais leves, que deve subir 8,8% no ano e alcançar a cifra de 2,77 milhões de veículos vendidos, segundo a associação. De acordo com o presidente da Fenabrave, Arcélio Junior, a melhora na perspectiva foi apoiada pelo crescimento substancial do Programa Carro Sustentável, do governo federal, que reduz impostos para incentivar a fabricação e venda de veículos menos poluentes, bem como as promoções devido à forte concorrência.
“ Essa concorrência causou uma redução de preços, taxas subsidiadas… está favorecendo o consumidor, está favorecendo as vendas”, afirmou. (Reuters) SUZB3: o que o mercado deve olhar após a Suzano concluir compra bilionária da Arbex
Analistas alertam que consolidação da dívida da adquirida pode elevar ainda mais alavancagem da companhia. Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,1939 e venda a R$ 5,1945 País é um dos poucos no mundo que agrega todas as etapas do ciclo da criação de combustível nuclear, além de possuir uma das maiores reservas conhecidas do minério. Mais de economia
BlackRock corta recomendação para ações de emergentes, mas mantém preferência por América Latina e vê Brasil como estratégico A BlackRock cortou a recomendação para as ações de mercados emergentes de “overweight” para neutra, mas manteve a preferência pela América Latina e, de acordo com o estrategista-chefe da gestora para a região, Axel Christensen, o Brasil tem um papel estratégico. “A combinação do papel-chave do Brasil em algumas megaforças, como inteligência artificial, transição energética e a reorganização geopolítica global, que abre espaço para economias de porte médio alavancarem suas vantagens, deve manter o Brasil em destaque no radar dos investidores”, afirmou Christensen a jornalistas nesta quinta-feira ao comentar o relatório da casa “2026
Midyear Global Outlook”. Ele pontuou que o Brasil, juntamente com outros países da região, é uma fonte muito relevante de minerais críticos necessários não apenas para a IA, mas também para a transição energética. Além disso, acrescentou, o país vem desempenhando um papel fundamental em uma nova configuração geopolítica mundial.
“Estamos observando uma maior fragmentação global e vemos países como o Brasil sendo capazes de aproveitar seu tamanho e sua relevância para garantir não apenas minerais críticos, mas também produtos essenciais, como alimentos e energia. Acreditamos que, sob essa perspectiva, o Brasil também apresenta uma proposta de valor muito concreta. ” (Reuters) Leia também: Taxas dos DIs sobem com noticiário eleitoral e leilão robusto de títulos
Moraes abre investigação sobre elementos achados em celular de advogado de Bolsonaro Ministro do STF determinou abertura de apuração sigilosa sobre achados feitos durante análise do celular do advogado de Jair Bolsonaro; PGR terá 15 dias para se manifestar. MJ: sanção dos EUA contra brasileiros por elo com PCC não surpreende, mas preocupa Sanção aplicada contra dois cidadãos brasileiros e três empresas aumentou preocupação sobre possível tarifa imposta nesta segunda-feira (6). Ações de Petrobras passam a operar mistas;
PETR3 sobe 0,67% e PETR4 cai 0,13% Banco Central da Dinamarca interveio em junho para defender a paridade fixa da coroa dinamarquesa O Banco Central da Dinamarca anunciou hoje que comprou em junho 700 milhões de coroas dinamarquesas, o equivalente a US$ 107,17 milhões, para manter a moeda estável em relação ao euro, ao qual está atrelada. (Reuters)
Ações de grandes bancos reduzem ganhos; ITUB4 sobe 0,02%, BBDC4 avança 0,09%, BBAS3 ganha 0,35% e SANB11 sobe 0,94% Durigan vê risco em revisão da reforma tributária e defende aprovação do imposto seletivo O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira que o maior risco para a reforma tributária, hoje em fase de implementação, é que a legislação aprovada pelo Congresso seja revisitada.
“ O maior risco é a gente querer revisitar a decisão política, que foi o mais difícil”, comentou Durigan durante evento promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico, no Rio de Janeiro.
O comentário de Durigan vem após o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmar, em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no fim de junho, que pretende suspender a reforma tributária se for eleito no pleito de outubro. No evento desta quinta-feira, Durigan também citou a necessidade de conclusão, ainda este ano, da votação que cria o imposto seletivo (IS), que incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio-ambiente, substituindo a partir de 2027 a taxação do imposto sobre produtos industrializados (IPI), que será zerado. (Reuters) Estrangeiros trazem R$ 33,8 bi para B3 no semestre; saída em junho foi de R$ 7,8 bi
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