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O ortodontista Claudio Figueiredo, de 59 anos, estava na Ilha das Palmas com a família quando viu as canoas havaianas serem atingidas e arrastadas por uma forte correnteza, em Guarujá, no litoral de São Paulo.
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Ao g1, ele relatou momentos de tensão após uma mudança repentina no tempo que provocou o afundamento das embarcações na região, e que auxiliou no resgate das vítimas.
Leia no AINotícia: Panorama da Notícia: Violência, Justiça e Tradições em Destaque
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O episódio ocorreu neste sábado (2). A Marinha do Brasil já havia emitido um alerta sobre a chegada de uma frente fria e a previsão de ventos fortes no litoral paulista.
Canoístas foram resgatados após ficarem ilhados em Guarujá Leia também: Panorama da Notícia: Violência, Justiça e Tradições em Destaque
O ortodontista Claudio Figueiredo, de 59 anos, estava na Ilha das Palmas com a família quando viu as canoas havaianas serem atingidas e arrastadas por uma forte correnteza, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ao g1, ele relatou momentos de tensão após a mudança repentina no tempo que provocou o afundamento das embarcações na região. Ele auxiliou no resgate das vítimas.
O episódio ocorreu neste sábado (2). A Marinha do Brasil já havia emitido um alerta sobre a chegada de uma frente fria e a previsão de ventos fortes no litoral paulista. As canoas foram atingidas e arrastadas pela correnteza. O grupo de canoístas na região da Ilha das Palmas e da Praia do Sangava.
Segundo Claudio, que é morador de Santos, a situação se agravou rapidamente. “O tempo virou em poucos minutos e vimos as canoas afundando”, contou. Durante o incidente, ele contou que uma moto aquática conseguiu retirar duas meninas da água e levá-las até a ilha.
Ainda de acordo com o relato, pessoas que estavam no local passaram a orientar os ocupantes das canoas. “Nós, da ilha, fomos orientando para que [os canoístas] remassem na direção da ponte, pois era mais raso”, explicou.
Claudio relatou que o resgate foi realizado de forma improvisada por frequentadores da ilha e duas bombeiras que estavam no local. “Embaixo da ponte, eu, alguns sócios da ilha e duas bombeiras fizemos o resgate, que foi muito estressante. A canoa já estava meio metro submersa, tinha umas quatro crianças”, relatou. Mais de noticia
O ortodontista contou que ajudou diretamente uma das vítimas. “Eu peguei uma criança de 3 anos e consegui levar para as pedras. Me machuquei nas pedras, mas nada sério”, disse.
Apesar da situação adversa, ele destacou que o responsável pelas canoas atuou com cautela. “O responsável pelas canoas estava coordenando a saída deles com calma, estavam com colete”, afirmou. Leia também: Tensão em Ormuz: Irã ameaça EUA após anúncio de “Projeto Liberdade”
O que diz o GBMar
Segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), duas embarcações foram utilizadas na operação do resgate, que contou com a atuação conjunta do Subgrupamento Náutico de Guarujá e dos guarda‑vidas de Santos.
Ainda de acordo com o GBMar, ao todo, nove pessoas receberam apoio direto dos guarda‑vidas, enquanto outras conseguiram deixar o local por meios próprios. Nas embarcações, haviam dois homens, cinco mulheres e duas crianças de 4 e 5 anos.
O GBMar informou que, após o resgate, todas as vítimas foram levadas para um local seguro, em Guarujá. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre as causas do acidente.
Grupo de canoístas foi resgatado pelos bombeiros na região da Ilha das Palmas e Praia do Sangava, em Guarujá. — Foto: g1 Santos
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