Funcionários da empresa de transporte Monte Cristo realizaram uma nova paralisação nesta sexta-feira, em Belém, em protesto contra atrasos no pagamento de salários, férias e benefícios trabalhistas, como o ticket alimentação, segundo o G1. A greve afeta cerca de 25 mil passageiros, principalmente moradores dos bairros da Pedreira, Sacramenta e do Conjunto Paraíso dos Pássaros, que dependem das linhas para se deslocar até o centro da cidade. Leia também: Governo define subvenção de R$ 0,44
Causas da greve
Os rodoviários alegam que a empresa não cumpriu um acordo de pagamento homologado na Justiça do Trabalho. Segundo o Setransbel, o sistema de transporte público enfrenta um desequilíbrio econômico causado pela defasagem tarifária, aumento dos custos operacionais e redução no número de passageiros pagantes nos últimos anos.
Impacto nos passageiros
As linhas afetadas incluem trajetos do CDP Providência, Sacramenta — nos percursos São Brás, Humaitá e Bernal do Couto — e Pedreira Lomas, na Região Metropolitana de Belém. A empresa mantém diálogo com os funcionários e com a entidade representativa da categoria para tentar regularizar as pendências e restabelecer integralmente a operação das linhas. Leia também: Enem 2026: Inscrições abrem em maio, e Fuvest e Unesp ajustam calendários Mais de noticia
O que se sabe até agora
- Greve afeta cerca de 25 mil passageiros na Região Metropolitana de Belém.
- Funcionários da Viação Monte Cristo param atividades em protesto contra atrasos de salários e benefícios.
- Sistema de transporte público enfrenta desequilíbrio econômico causado pela defasagem tarifária e aumento dos custos operacionais.
A greve tem implicações significativas para os passageiros que dependem das linhas de ônibus para se deslocar até o centro da cidade. Além disso, a crise financeira no sistema de transporte público pode ter consequências a longo prazo para a Região Metropolitana de Belém.
