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Ghalibaf: gratuidade em Ormuz vale 60 dias; Irã não abrirá mão de direitos

FOTO DE ARQUIVO: Navios e barcos no Estreito de Ormuz, Musandam, Omã, 1º de maio de 2026

Ghalibaf: gratuidade em Ormuz vale 60 dias; Irã não abrirá mão de direitos
FOTO DE ARQUIVO: Navios e barcos no Estreito de Ormuz, Musandam, Omã, 1º de maio de 2026. REUTERS/Stringer/Foto de arquivo
FOTO DE ARQUIVO: Navios e barcos no Estreito de Ormuz, Musandam, Omã, 1º de maio de 2026. REUTERS/Stringer/Foto de arquivo

O presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que a gratuidade na passagem de navios pelo Estreito de Ormuz é válida por 60 dias, conforme previsto no memorando assinado com o governo dos EUA.

Em entrevista televisiva retransmitida em seu canal no Telegram, Ghalibaf afirmou que “um dos nossos orgulhos é que a nossa capacidade ofensiva e a nossa capacidade de mísseis”, dizendo que essas questões são inegociáveis. Leia também: Após criticar Mendonça, Gilmar diz que divergências não indicam ‘desunião’

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Ressaltando que o povo iraniano segue de pé, o representante iraniano falou ainda de acordos nucleares como o Plano de Ação Conjunta Global (JCPOA) e outros. “Além disso, existem a Frente de Resistência e os núcleos de resistência. Lembram-se quando diziam ” (Acordo Nuclear) 1, JCPOA 2 e JCPOA 3″? Isso já não existe. Nós não negociamos com ninguém, de modo algum”.

Ghalibaf disse que o país é signatário do Tratado de Não Proliferação (TNP) e coopera com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). “A nossa linha vermelha nesta área é clara: o enriquecimento (de urânio) é nosso direito. Cumprimos os compromissos do TNP, mas isto não é negociável. Estes são os componentes do nosso poder e a nossa garantia contra as exigências excessivas dos Estados Unidos”, afirmou. Leia também: Meia Lucas Paquetá desabafa após lesão na seleção durante Copa: ‘Já vivi isso Mais de economia

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