Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra que o ex-prefeito fluminese Eduardo Paes (PSD) lidera a disputa para o Governo do Rio de Janeiro. Em cenário em que disputa com o candidato bolsonarista Douglas Ruas (PL) e o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), o prefeito tem 34% das intenções de voto no primeiro turno.
Ruas, presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), marca 9%, empatado tecnicamente com Garotinho, que registra 8%. O também ex-governador Wilson Witzel (DC) obtém 3%. Votos em branco ou nulo somam 20%, assim como indecisos.
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Em outro cenário, no qual Garotinho não é citado aos eleitores como candidato, Paes aparece com 40%, Ruas com 10%, e Witzel continua com 3%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre terça-feira (21) e sábado (25) de abril.
No segundo turno, em uma eventual disputa entre Paes e Ruas, Paes aparece com 49% dos votos e Ruas, com 16%. A pesquisa também ouviu os eleitores a respeito da avaliação do governo de Cláudio Castro (PL). Entre os entrevistados, 36% consideraram o governo negativo, 32% o avaliaram como regular, e 23% como positivo.
Senado Mesmo assim, Castro aparece liderando a disputa ao Senado, em um ano em que cada eleitor poderá eleger dois senadores. Em um primeiro cenário, o ex-governador aparece com 12% das intenções de voto, seguido por Benedita da Silva (PT), com 10%. Mais de politica
O delegado Felipe Curi (PP) e Marcelo Crivella (Republicanos) têm 6% cada. Em um cenário em que Castro não disputa o Senado, Benedita lidera com 11%, seguida por Crivella, com 8%, e Curi com 7%. O levantamento foi encomendado por Genial Investimentos e registrado na Justiça Eleitoral sob o número RJ-00613/2026. Leia também: Temer diz que polarização chegou ao STF e que Gilmar não deveria ter respondido Zema
A disputa pelo comando do estado neste ano acontece em meio a uma crise institucional após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) e a cassação de seu mandato, além do afastamento do então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil). Com a saída do vice-governador eleito Thiago Pampolha, em 2025, para assumir uma vaga no TCE (Tribunal de Contas do Estado), consolidou-se uma situação de dupla vacância no comando do Executivo. Eleito presidente da Alerj em 17 de abril,
Douglas Ruas seria o seguinte na linha sucessória para o comando do Palácio Guanabara, mas não assumiu o posto devido a uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). A corte determinou a permanência do desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), como governador interino até a escolha do governador-tampão. Comentários
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