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Fusão Pitzi-Renov projeta R$ 280 mi em serviços de smartphone no país

A nova gigante do setor combinará "trade-in" de usados com proteção de aparelhos novos, mirando os 257 milhões de celulares ativos e 80 milhões de

Fusão Pitzi-Renov projeta R$ 280 mi em serviços de smartphone no país

Duas potências do mercado de serviços para smartphones, Pitzi e Renov, anunciam uma fusão estratégica que redefine o cenário de proteção e revenda de aparelhos no Brasil. A união das empresas, especializada em gestão de proteção e "trade-in" de celulares, projeta alcançar vendas de R$ 280 milhões até 2026, com a ambição de capturar uma fatia significativa de um mercado em constante expansão.

A Pitzi, conhecida por sua atuação na gestão de proteção e aluguel de smartphones em grandes redes varejistas, agora soma forças com a Renov, uma referência no sistema de "trade-in"– a entrega de aparelhos usados em troca de descontos em novos. O diferencial da Renov reside em sua tecnologia própria de inteligência artificial, que otimiza a avaliação e aquisição desses dispositivos.

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Oportunidade bilionária no mercado de celulares

A estratégia da nova entidade é clara: integrar o ciclo completo do smartphone. De um lado, o "trade-in" de aparelhos usados, expertise da Renov, alimenta um fluxo de dispositivos para recondicionamento e revenda. Do outro, os serviços financeiros de proteção para aparelhos novos, carro-chefe da Pitzi, garantem segurança e valor ao consumidor, criando um ecossistema completo.

As companhias estimam que o Brasil possui um vasto parque de 257 milhões de smartphones ativos. Anualmente, cerca de 40 milhões de aparelhos novos e outros 40 milhões de usados são comercializados. Esse volume colossal representa uma oportunidade bilionária para a nova organização, que busca oferecer soluções abrangentes para um público que troca ou atualiza seus dispositivos com frequência.

O movimento de fusão é impulsionado por resultados robustos. A Renov, por exemplo, registrou um crescimento notável de 320% no volume de aparelhos adquiridos no primeiro semestre de 2026, comparado ao mesmo período de 2025. Com a integração e o avanço da Leapfone– a terceira empresa do grupo, focada no aluguel de aparelhos usados –, a projeção é de um incremento de 40% no faturamento já em 2027. Mais de economia

Liderança e sinergia operacional

A gestão do grupo será encabeçada por Felipe Mendes, atual CEO da Pitzi. Ele terá ao seu lado uma equipe estratégica que inclui Tatiany Martins (VP Comercial da Pitzi), Stephanie Peart (diretora-geral da Leapfone), Matheus Mundstock (cofundador e CEO da Renov) e Ismael Kolling (cofundador da Renov), responsável pelo desenvolvimento comercial das três frentes de negócio. A área de operações e logística estará sob a batuta de Cristiano Gonçalves. Leia também: O que será investigado pela PF no inquérito envolvendo o filme Dark Horse

Com a fusão, a sinergia entre as empresas permitirá uma oferta de serviços mais completa, desde a aquisição do aparelho novo com proteção, passando pelo aluguel de usados, até a valorização do dispositivo antigo via "trade-in". Com essa arquitetura de negócios, o grupo posiciona-se para ser um player dominante em todo o ciclo de vida do smartphone no mercado brasileiro, prometendo impacto significativo para consumidores e o setor.

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