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"</p> <p>assim como foi possível exercer seu direito de se reunir com sua defesa possível fim de se preparar para a sessão adiada, poderá renovar o ato, mesmo privada de liberdade", afirmou. o ministro também deu um prazo de 24 hora para a secretaria de estado de polícia penal do estado do rio de janeiro informe o local onde a mãe de henry borel deverá permanecer presa até a data do próximo júri, marcado para o final de maio. à cnn brasil, a defesa de monique informou que deu entrada a novos embargos ainda no sábado (18) e aguarda decisão do ministro gilmar mendes.</p> <p>entenda caso henry borel o caso do menino henry borel, morto no dia 8 de março de 2021, gerou grande repercussão nacional pelas circunstâncias que permeiam a morte da criança. monique medeiros e o ex-vereador dr. jairinho, mãe e padrasto do garoto, ambos réus no processo, passam por julgamento em júri popular no tribunal de justiça do estado do rio de janeiro, na próxima segunda-feira (23).</p> <p>a cnn brasil separou os principais detalhes das investigações e te mostra o que se sabe até hoje sobre as pistas do caso. entenda abaixo: ida ao hospital</p> <p>a história da morte de henry borel, há 5 anos, começou no apartamento onde monique medeiros e jairo souza santos júnior moravam. segundo as investigações, o casal levou a criança desacordada para o hospital, onde os médicos constataram que o menino já chegou sem vida à unidade. quando questionados, monique e jairinho alegaram aos investigadores do caso que henry teria sofrido um acidente doméstico, ao cair da cama onde dormia.</p> <p>porém, a perícia descartou a possibilidade de queda acidental devido à gravidade dos ferimentos apresentados pela criança. laudo do iml após a constatação da morte, foram identificadas múltiplas lesões no corpo de henry.</p> <p>como parte das apurações, o laudo de necropsia do iml (instituto médico legal) revelou que o menino sofreu 23 ferimentos. a causa da morte foi constatada como hemorragia interna e laceração hepática (rompimento do fígado) por ação contundente, além de lesões na cabeça, nariz, rins, pulmões e hematomas no abdômen e punho. tecnologia israelense</p> <p>como forma de avançar nas investigações, foram realizadas apreensões de celulares e computadores. a partir das ações, foi usada uma tecnologia israelense nos aparelhos para recuperar mensagens apagadas no celular de monique. por meio dos registros, a polícia soube que a mãe de henry já havia sido alertada por uma babá sobre agressões que jairinho cometia contra o filho dela há um mês da morte do menino.</p> <p>as mensagens também demonstraram que a criança era submetida a uma rotina de agressões e torturas cometidas por jairinho. as descobertas fizeram com que a polícia civil concluísse que as violências ocorriam com consentimento de monique. indiciamento</p> <p>as pistas obtidas reforçaram a tese de que monique tentou mascarar as agressões e teria prestado declarações falsas no hospital. o objetivo seria evitar a responsabilização penal do companheiro. a investigação fundamentou a denúncia do ministério público, que acusa o casal de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.</p> <p>monique responde ainda por falsidade ideológica, por ter, segundo as investigações, mentido no hospital para acobertar o companheiro e proteger o crime.</p>Chuva ininterrupta em Belém causa alagamentos e transtornos em vários bairros | Belém | O LiberalFilho de Oscar Schmidt revela que pai descobriu novo tumor em 2025Endrick brilha, e Lyon surpreende PSG pelo Campeonato FrancêsExame indica lesão muscular na coxa e Paquetá desfalca o Flamengo por cerca de dez diasEntenda operação que prendeu MC Ryan, Poze e dono da ChoqueiGilmar quer Zema no inquérito das fake newsTuristas ficam 'ilhados' no Morro Dois Irmãos durante tiroteio no Vidigal; 'Assustador', diz um delesCaso Henry Borel ganha destaque após novo desdobramento em <p>caso henry borel: gilmar rejeita recurso e mantém ordem de prisão da mãe decano da suprema corte afirmou que a manutenção da prisão não implica no direito de defesa de monique medeiros; defesa informou que já entrou com novos recursos o ministro gilmar mendes, do supremo tribunal federal (stf), rejeitou os recursos da defesa de monique medeiros e manteve a ordem de prisão imediata contra a mãe do menino henry borel.</p> <p>ela é acusada pela morte do filho, em março de 2021. nos embargos apresentados pelos advogados de monique, a defesa apontou supostas contradições e omissões, e defenderam que o juízo de primeiro grau teria competência para avaliar os recursos contra a prisão preventiva. a decisão do ministro gilmar mendes analisava a ordem que reestabelecia a prisão preventiva de monique medeiros, assinada pelo ministro na última sexta-feira (17).</p> <p>a prisão de monique havia sido revogada pelo juízo da 2ª vara criminal do rio de janeiro em 23 de março de 2026, sob o fundamento de excesso de prazo injustificado para o julgamento. o júri popular que julgaria monique e o outro réu da ação, o ex-vereador dr. jairinho, foi adiado após a defesa dele abandonar o plenário. a ação foi classificada pelo ministro do stf como uma manobra da defesa.</p> <p>na nova decisão, o decano da suprema corte afirma que o fato de monique estar presa não implica no direito a ampla defesa. "</p> <p>assim como foi possível exercer seu direito de se reunir com sua defesa possível fim de se preparar para a sessão adiada, poderá renovar o ato, mesmo privada de liberdade", afirmou. o ministro também deu um prazo de 24 hora para a secretaria de estado de polícia penal do estado do rio de janeiro informe o local onde a mãe de henry borel deverá permanecer presa até a data do próximo júri, marcado para o final de maio. à cnn brasil, a defesa de monique informou que deu entrada a novos embargos ainda no sábado (18) e aguarda decisão do ministro gilmar mendes.</p> <p>entenda caso henry borel o caso do menino henry borel, morto no dia 8 de março de 2021, gerou grande repercussão nacional pelas circunstâncias que permeiam a morte da criança. monique medeiros e o ex-vereador dr. jairinho, mãe e padrasto do garoto, ambos réus no processo, passam por julgamento em júri popular no tribunal de justiça do estado do rio de janeiro, na próxima segunda-feira (23).</p> <p>a cnn brasil separou os principais detalhes das investigações e te mostra o que se sabe até hoje sobre as pistas do caso. entenda abaixo: ida ao hospital</p> <p>a história da morte de henry borel, há 5 anos, começou no apartamento onde monique medeiros e jairo souza santos júnior moravam. segundo as investigações, o casal levou a criança desacordada para o hospital, onde os médicos constataram que o menino já chegou sem vida à unidade. quando questionados, monique e jairinho alegaram aos investigadores do caso que henry teria sofrido um acidente doméstico, ao cair da cama onde dormia.</p> <p>porém, a perícia descartou a possibilidade de queda acidental devido à gravidade dos ferimentos apresentados pela criança. laudo do iml após a constatação da morte, foram identificadas múltiplas lesões no corpo de henry.</p> <p>como parte das apurações, o laudo de necropsia do iml (instituto médico legal) revelou que o menino sofreu 23 ferimentos. a causa da morte foi constatada como hemorragia interna e laceração hepática (rompimento do fígado) por ação contundente, além de lesões na cabeça, nariz, rins, pulmões e hematomas no abdômen e punho. tecnologia israelense</p> <p>como forma de avançar nas investigações, foram realizadas apreensões de celulares e computadores. a partir das ações, foi usada uma tecnologia israelense nos aparelhos para recuperar mensagens apagadas no celular de monique. por meio dos registros, a polícia soube que a mãe de henry já havia sido alertada por uma babá sobre agressões que jairinho cometia contra o filho dela há um mês da morte do menino.</p> <p>as mensagens também demonstraram que a criança era submetida a uma rotina de agressões e torturas cometidas por jairinho. as descobertas fizeram com que a polícia civil concluísse que as violências ocorriam com consentimento de monique. indiciamento</p> <p>as pistas obtidas reforçaram a tese de que monique tentou mascarar as agressões e teria prestado declarações falsas no hospital. o objetivo seria evitar a responsabilização penal do companheiro. a investigação fundamentou a denúncia do ministério público, que acusa o casal de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.</p> <p>monique responde ainda por falsidade ideológica, por ter, segundo as investigações, mentido no hospital para acobertar o companheiro e proteger o crime.</p>Chuva ininterrupta em Belém causa alagamentos e transtornos em vários bairros | Belém | O Liberal
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Frente fria avança e promete reviravolta em SC; veja o que o tempo reserva nos próximos dias

A formação de uma frente fria deve provocar mudanças no tempo em parte de Santa Catarina ao longo desta semana

Frente fria avança e promete reviravolta em SC; veja o que o tempo reserva nos próximos dias

A formação de uma frente fria deve provocar mudanças no tempo em parte de Santa Catarina ao longo desta semana. O sistema começa a se organizar a partir desta segunda-feira (20), com aumento das chuvas, risco de temporais no Sul e variações nas temperaturas, enquanto o calor ainda predomina em outras regiões do país. Formação de ciclone influencia o tempo no Sul

O fenômeno está associado a uma área de baixa pressão que se intensifica entre a Argentina e o Uruguai, podendo evoluir para um ciclone. Com isso, a frente fria avança sobre o Sul do Brasil e favorece a ocorrência de chuvas mais significativas, especialmente no Rio Grande do Sul e em áreas de divisa com Santa Catarina. SeguirApesar disso, o sistema tem baixa amplitude e não deve provocar queda acentuada de temperaturas em grande parte do país, mantendo o calor em regiões do Centro-Oeste e Sudeste.

Segunda-feira mantém tempo firme, mas com alerta Na segunda-feira (20), o tempo segue estável na maior parte de Santa Catarina, com sol predominando ao longo do dia. As temperaturas continuam elevadas, com máximas próximas ou acima dos 30°C em diversas regiões.

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No entanto, no fim do dia, o calor combinado com a formação de uma baixa pressão no Sul do Paraguai aumenta a chance de pancadas de chuva e temporais isolados no Extremo-Oeste e Oeste catarinense. O risco é baixo a pontualmente moderado para alagamentos, queda de galhos e destelhamentos. Feriado de Tiradentes com instabilidade Leia também: Alessandro Vieira ganha destaque após novo desdobramento em <p>o senador alessandro vieira (mdb-se), relator da cpi do crime organizado, afirma que sofreu ameaças diretas de ministros do supremo tribunal federal durante o andamento da comissão e atribuiu a derrota de seu relatório a uma articulação política dentro do senado. em entrevista ao correio, nega falhas técnicas no parecer, denuncia tentativa de perseguição institucional e sustenta que houve interferência do judiciário nos trabalhos da cpi, rejeitando a existência de crise entre os poderes. o senhor afirmou que houve “ameaça direta” de ministros durante a votação final da cpi.</p> <p>que tipo de ameaça foi feita? por quem? e por que essas informações não foram formalizadas em denúncia até agora?</p> <p>as ameaças foram abertas e realizadas em plena sessão do supremo tribunal federal, nas respectivas turmas. o ministro gilmar mendes ameaçou com a apresentação de um processo por suposto abuso de autoridade, e o ministro dias toffoli ameaçou com a busca da cassação de mandato e inelegibilidade de quem faz críticas ou questionamentos em relação ao supremo. isso foi textual e consta nas notas taquigráficas e nos vídeos do próprio supremo tribunal federal.</p> <p>o seu relatório pediu o indiciamento de ministros do stf, mas acabou derrotado dentro da própria cpi. o senhor atribui a rejeição exclusivamente a pressões externas ou houve falhas políticas e jurídicas na construção do parecer? os fatos são persistentes, pois sempre aparecem, independentemente da narrativa.</p> <p>o relatório foi derrotado porque, em uma atuação integrada do presidente da casa e do governo lula, houve a substituição de dois membros da cpi. saíram dois integrantes que acompanharam todas as sessões e atos da comissão e entraram dois senadores do pt que nunca estiveram na cpi, não acompanharam nenhum ato, não leram o conteúdo e votaram remotamente contra o relatório. embora o regimento permita tal manobra, fica evidente que a derrota não ocorreu por qualquer falha no relatório.</p> <p>ministros reagiram publicamente, classificando o seu relatório como político e sem base técnica. o que, concretamente, o senhor pode apresentar para sustentar que suas conclusões não foram motivadas por enfrentamento político? os fatos estão descritos no relatório.</p> <p>observamos, nesse processo de reação violenta de membros do supremo e de seus replicadores na mídia, um grande processo de desinformação. a primeira alegação é que uma cpi não pode realizar indiciamentos por crime de responsabilidade. no entanto, cpis já fizeram isso várias vezes, como a cpi da covid, que indiciou jair bolsonaro, e a cpi do pc farias, que indiciou fernando collor.</p> <p>portanto, esse argumento se mostra falso desde o início. a segunda questão é dizer que não há evidências ou provas suficientes para sugerir um indiciamento, que é o que o relatório faz: sugere o indiciamento, o qual seria um ato colegiado caso o relatório fosse aprovado. todos os fatos estão demonstrados no relatório;</p> <p>são públicos, notórios e nunca foram questionados pelos ministros. são fatos que dizem respeito à vinculação econômica de alta proporção entre familiares dos ministros alexandre de moraes e dias toffoli e o grupo master, sendo que este, hoje, deve ser compreendido claramente como uma organização criminosa. no caso do ministro gilmar mendes, há uma movimentação para assumir uma relatoria que nos parece absolutamente incompatível com o direito, ao ressuscitar um processo arquivado há três anos para se colocar como prevento e bloquear as quebras de sigilo referentes à empresa da família do ministro dias toffoli, seu colega de turma.</p> <p>tudo está documentado. uma terceira alegação é que estaríamos discutindo o conteúdo de decisões do poder judiciário. evidentemente, não é o caso.</p> <p>o que discutimos é o comportamento de ministros, e isso faz parte da obrigação constitucional do senado. trata-se apenas de um processo de tentativa de intimidação. o senhor se sente perseguido?</p> <p>existe uma tentativa de perseguição. o ministro gilmar mendes oficiou ao procurador-geral da república exigindo que eu fosse processado por um suposto crime de abuso de autoridade. já respondi ao pgr com relação a esse ofício, mesmo sem ser intimado.</p> <p>fiz isso utilizando como base decisões do próprio ministro gilmar que mostram não haver fundamentação para o que ele está pedindo. não há crime de qualquer tipo, muito menos abuso de autoridade. qual a sua opinião sobre a atuação do presidente do senado, davi alcolumbre, em relação ao caso?</p> <p>é uma reação pautada pela omissão. devemos compreender que o arranjo constitucional brasileiro exige que os poderes se equilibrem, o que requer um processo de fiscalização recíproca. frequentemente, o supremo tribunal federal interfere nas atividades do senado para manter o controle constitucional, seja derrubando uma legislação ou em casos de investigação criminal, afastando ou até prendendo parlamentares.</p> <p>já tivemos senadores, deputados e presidentes da república presos ou investigados, e isso nunca foi motivo para imaginar que ocorria um ataque institucional. portanto, quando propomos que sejam apuradas com mais cuidado as condutas de ministros, a justificativa e a cortina de fumaça utilizada são dizer que se trata de uma guerra institucional. o próprio ministro fachin, então presidente do supremo, foi muito claro quanto a isso: não existe qualquer tipo de crise institucional.</p> <p>o que existe é uma crise de imagem causada por condutas individuais de ministros. há uma discussão técnica sobre até que ponto uma cpi pode apurar essas condutas. entendo que pode, inclusive porque temos a competência de realizar o impeachment de ministros; logo, é possível apurar sua conduta.</p> <p>trata-se de uma discussão técnica e não reside aí qualquer tipo de abuso de autoridade. o senhor fala em “efeito paralisante” do stf sobre a cpi. até que ponto decisões judiciais que limitaram atos da comissão não foram, na verdade, exercício legítimo de controle constitucional?</p> <p>no momento em que ocorre a atuação do ministro gilmar mendes, em minha visão, absolutamente fora de qualquer possibilidade jurídica, há uma interferência direta. quando ocorre a concessão de habeas corpus para pessoas convocadas na condição de testemunhas, há um excesso. se alguém é investigado por um crime, tem o direito de não se incriminar; contudo, não comparecer, mesmo na condição de testemunha, parece-me indevido.</p> <p>é preciso que os ministros exercitem a autocontenção e respeitem as atribuições constitucionais do congresso e do senado, tanto em relação às cpis quanto à avaliação de conduta de ministros. após o fim da cpi sem relatório aprovado, críticos dizem que houve mais desgaste institucional do que resultados práticos. o senhor reconhece que o confronto com o stf pode ter contribuído para o esvaziamento da comissão?</p> <p>não existe confronto com o stf; existe o questionamento da conduta de ministros. os ministros precisam abandonar o que chamo de “complexo de rei luís xiv”, de imaginar que “o estado sou eu” ou, no caso deles, “o supremo sou eu”.</p> <p>eles são integrantes da corte e são seres humanos; podem errar e eventualmente cometer crimes. caso isso ocorra, o senado é a figura constitucional responsável por apurar e aplicar punições. classificar isso como um ataque à democracia ou à instituição é um artifício.</p> <p>a vida real e os fatos mostram que não é isso o que está acontecendo. a comissão parlamentar de inquérito demonstrou total respeito ao judiciário e as decisões das quais discorda foram objeto de recurso jurídico. além disso, após a constatação de fatos graves, é preciso apurá-los.</p> <p>não há crise institucional.</p>

Na terça-feira (21), feriado de Tiradentes, o tempo fica mais instável nas regiões próximas ao Rio Grande do Sul. Com a passagem do sistema, as temperaturas tendem a cair levemente. Em Santa Catarina, as máximas ficam entre 23°C e 27°C na terça-feira, enquanto as mínimas variam em torno dos 10°C na Serra.

Há previsão de muitas nuvens e chuva a qualquer momento, com maior intensidade entre a tarde e a noite. A massa de ar frio, no entanto, deve ter alcance limitado e não avança de forma significativa para o Sudeste durante o período. O fim de semana segue marcado por condições climáticas típicas de outono, com manhãs mais frias e tardes agradáveis.

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O cenário favorece quem pretende aproveitar atividades ao ar livre. Neste domingo (18), o destaque é a presença do sol e a elevação gradual das temperaturas ao longo do dia, sem indicativos de mudanças bruscas no clima. LEIA MAIS: - Sem chuva: fim de semana terá sol e mudança brusca de temperatura na região Sul - Sol predomina e temperatura chega a 30°C em Santa Catarina Mais de noticia

De acordo com o climatologista da Epagri, Márcio Sônego, o dia segue com condições ideais para atividades ao ar livre em toda a região. “ Domingo com bom tempo aqui no extremo sul de Santa Catarina, começou fresquinho com 14 graus, vai até 28 graus à tarde”, destaca o especialista.

Tempo firme predomina até terça-feira (21) A previsão indica que o cenário de estabilidade deve se manter ao longo dos próximos dias. Ainda segundo Sônego, a segunda-feira (20) e a terça-feira (21) também terão predomínio de sol, embora com pequenas variações. Leia também: Isso é Fantástico

“ Bom tempo também na segunda-feira e terça-feira. Um pouco mais do lado terça-feira”, explica.

A mudança no tempo deve ocorrer apenas na metade da próxima semana, com a chegada de instabilidades na região. “E chuva aqui na região só lá para a quarta, quinta-feira da semana que vem”, acrescenta.

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