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Fora do Baralho ganha destaque após novo desdobramento em esta transcrição foi

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Fora do Baralho ganha destaque após novo desdobramento em esta transcrição foi

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Fora do Baralho, na Rádio Observador, que reúne os ases do comentário. Hoje, Jorge Fernandes, Nuno Garoupa e Susana Peralta.

O Luís Aguiar conraria não se consegue juntar a nós nesta edição do Fora do Baralho, mas estará cá no episódio extra de domingo, aquele em que respondemos às dúvidas dos ouvintes. A jogada da semana, na segunda parte, será sobre a situação em Ceuta. Eu sou o Ricardo Conceição, este é o Fora do Baralho.

Leia no AINotícia: Saúde: Panorama dos Cuidados e Bem-Estar

E começamos por Luís Neves e a direção da Polícia Judiciária, que continua a ser notícia. Já vamos em quatro semanas de novela. Nuno Garoupa, tens copas para a ministra da Justiça, que instaurou uma auditoria ao colega de governo ou, neste caso, à Polícia Judiciária.

Olá a todos. Na verdade, é copas para a ministra e para a Direção Nacional da Polícia Judiciária, uma vez que o inquérito ou a auditoria é a pedido da Direção Nacional da Polícia Judiciária. De qualquer forma, eu dou copas especialmente à ministra, porque ela mudou de opinião e parece que quando as pessoas mudam de opinião para uma opinião melhor, devem ter copas, porque há duas ou três semanas critiquei aqui a ministra por dizer que não havia problema nenhum na Polícia Judiciária e que não havia problema nenhum.

E agora vê, e vê, e por isso vai haver um inquérito. Portanto, desse ponto de vista, acho que fez uma evolução muito positiva. Deixa-me só dizer aqui que tenho ouvido muita gente dizer que isto é inédito. Leia também: Angelo Coronel ganha destaque após novo desdobramento em receba notícias

Não é, porque obviamente Nuno Crato também houve um inquérito ao ministro Relvas sobre a questão dos seus diplomas no governo de Passos Coelho, e Crato obviamente acabou por forçar a demissão de Miguel Relvas nesse governo. Portanto, não é inédito que haja um ministro a investigar outro ministro. Agora, deixa-me dizer duas coisas.

Primeiro, parece-me que este inquérito apanhar desde 2018 a 2026, não é só a 2024, mas a 2026, parece-me que é muito importante, porque isto já não é só Luís Neves. Quer dizer, nós temos o ex-diretor nacional a dizer que há uma série de coisas que Luís Neves disse sobre o estado em que encontrou a Polícia Judiciária em 2018, que não correspondem à verdade, e portanto, tem que ser apurado se é ou não é verdade o estado da Polícia Judiciária em 2018. Depois, como vocês também acabaram de noticiar, há agora alegações sobre o diretor financeiro da Polícia Judiciária, que está metido numa alegada embrulhada, que ele próprio nega.

Portanto, isso tem que ser apurado. É ou não é realmente verdade que tudo isso foi inventado pelo nascer do sol e não tem nenhum fundamento? E depois temos notícias, também foram capa de jornal, de que o próprio atual diretor nacional cumpriu as suas obrigações declarativas fora do prazo.

Isso também tem que ser apurado. Portanto, eu acho muito bem que tudo seja de uma vez por todas apurado para se saber não só o mandato de Luís Neves, mas o que é que acontece com a atual direção nacional da Polícia Judiciária. A última coisa que eu queria dizer é que não parece, ao contrário do que já há comentadores a saltar, que isto impede a CPI, porque os inquéritos que estão a decorrer no Ministério Público, no Tribunal de Contas e agora no governo, não são políticos, são inquéritos sobre irregularidades, eventuais ilegalidades e possíveis crimes.

Não vão fazer julgamentos políticos do Luís Neves e, portanto, eu acho que isso não retira espaço a um julgamento político numa Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia da República. E hoje, nesta sexta-feira, Nuno, houve aqui também uma mudança no Partido Socialista que, no fundo, vai abrir a porta à demissão de Luís Neves. Houve aqui um endurecer do posicionamento do Partido Socialista, que tem estado muito sereno durante todas estas semanas. Mais de saude

É verdade, eu acho que isso corresponde também a dois problemas que o Partido Socialista tem. Primeiro, parece até agora, até esta mudança de posição, que na verdade o que acontecia é que tínhamos um governo da AD que por acaso tinha um ministro do PS e, portanto, o PS fazia uma defesa do ministro que os próprios apoiantes da AD e comentadores da AD já deixaram de fazer há muito tempo. Outra coisa é o próprio governo, mas muitos dos comentadores da AD e situados à direita há muito tempo que largaram Luís Neves e diziam que Luís Neves não tem condições.

E depois há uma questão que alguma direita, aqui o Chega, o próprio Miguel Morgado, no seu espaço de comentário, voltou a falar disso, que é a questão do papel da Polícia Judiciária na Operação Influencer. Por que a Polícia Judiciária foi excluída da Operação Influencer? Isso levanta questões de segredo de Justiça, levanta questões muito graves, mas isso obviamente levanta questões ao Partido Socialista que não vão ser fáceis de gerir numa comissão parlamentar de inquérito.

E o facto dos exames também estarem aparentemente a correr bem, também retira terreno ao Partido Socialista para criticar um outro ministro, neste caso o ministro da Educação. Da Educação. É verdade, mas surpreendentemente o Partido Socialista, se reparares, não criticou Pinto Luz, que também tem um inquérito. Leia também: house of the dragon: o que muda após novidades no prime video para agosto

Repara, o PS aqui anda um bocado desnorteado, porque quis tanto focar em Fernando Alexandre para retirar Luís Neves do foco mediático, que se esqueceu que houve aqui uns zoom zooms sobre Pinto Luz há duas semanas, que o PS não soube aproveitar e que surpreendentemente o Chega também não aproveitou muito. Portanto, vamos ver se isso também vem outra vez acima agora que se reposicionam os diferentes partidos. Vamos agora saber que naipe tem a Susana Peralta.

Susana, tu queres ir aos dados do desemprego com que naipe? O meu naipe para a nossa economia portuguesa é um naipe de ouros pelo seu- Dinheirinho Nos últimos anos, é evidente, sempre aqui fazer aquele momento de disclaimer, claro que nossa economia poderia sempre estar melhor, poderia ter salários mais altos e há muitos aspectos nos quais é ainda necessário que a nossa economia melhore.

Mas de fato, os dados que nós temos do emprego que saíram agora esta semana e que o INE publicou e que se referem ao primeiro trimestre de 2026, ou seja, o período entre abril, maio e junho. São dados aqui já do final da primeira metade do ano 2026. Temos de recordar que já é um período temporal no qual a crise provocada pela guerra do Irão e pela crise do Golfo, do petróleo, o período inflacionista já estava completamente em ação.

Estamos a falar de um período posterior aos bombardeamentos do Irão, que se bem se recordam, foi no final de fevereiro, o que junta às boas notícias que aqui temos. E as notícias são que nós temos a taxa de desemprego mais baixa desde que esta série existe. Temos um aumento do emprego que é substancial.

E depois, quando nós vamos ver as contribuições, ou seja, que tipo de emprego no fundo está a ser criado. Quando nós olhamos para o destaque do INE, vamos ver quais é que são os grupos etários, os tipos de contrato de trabalho, que mais contribuem para a criação de emprego neste período do segundo trimestre de 2026, nós vemos não só que o grupo dos 25 aos 34 anos tem um contributo bastante positivo, o que é bom, quer dizer que a nossa economia está a gerar emprego também para os jovens, o que durante muito tempo foi um grande desafio.

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