FBI investiga ligação entre mortes de cientistas, incluindo a do português Nuno Loureiro Físicos nucleares assassinados, engenheiros aeroespaciais desaparecidos e generais da Força Aérea sem paradeiro conhecido. Os Estados Unidos da América (EUA) enfrentam um estranho padrão de casos que envolve alguns dos seus cientistas mais sensíveis, e o Federal Bureau of Investigation (FBI) quer perceber se há ligação entre eles.
Nos últimos três anos, pelo menos 10 pessoas ligadas a investigação científica sensível nos EUA - em áreas como nuclear, aeroespacial e de fusão - morreram ou desapareceram. Apesar de, individualmente, as circunstâncias parecerem coincidência, em conjunto, os casos criaram alarme suficiente para colocar o FBI, o Departamento de Energia, a NASA e até o próprio presidente Donald Trump a falar abertamente numa possível ligação entre eles. O FBI confirmou que está a "liderar o esforço para encontrar ligações entre os cientistas desaparecidos e falecidos", trabalhando em conjunto com diversas agências federais e autoridades locais.
Leia no AINotícia: Panorama do Entretenimento: Novidades no streaming, TV e cultura em SP
Em paralelo, a Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes, de maioria republicana, anunciou formalmente uma investigação ao conjunto dos casos. Trump on mysterious deaths of top US scientists: 'Pretty SERIOUS stuff. Hopefully coincidence '
Some of them were very important people. We'll probably have a good answer over the next week' pic.twitter.com/WBiCDnhhE7 — Russian Market (@runews) April 16, 2026
Os casos que desencadearam o alerta O caso mais mediático, especialmente em Portugal, foi o de Nuno Loureiro, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e diretor do Centro de Ciência e Fusão de Plasma. Em dezembro de 2025, foi mortalmente baleado perto de Boston pelo mesmo atirador que, dias depois, abriu fogo no campus da Universidade Brown, onde matou dois estudantes. Leia também: gabriel silva santa clara: o detalhe que mais repercutiu
Segundo a CNN Internacional, além de Nuno Loureiro, incluem-se os seguintes casos: - William Neil McCasland, general reformado da Força Aérea, desapareceu de casa em Albuquerque, Novo México, em fevereiro de 2026, deixando para trás o telemóvel, os óculos e os dispositivos wearable. Havia liderado o laboratório de investigação aeroespacial mais avançado da Força Aérea. - Monica Reza, engenheira aeroespacial e diretora do grupo de processamento de materiais da NASA, desapareceu durante uma caminhada numa floresta de Los Angeles, em junho de 2025.
- Carl Grillmair, astrofísico e colaborador da NASA e do Caltech, foi morto a tiro em casa no início de 2026. - Duas outras pessoas desaparecidas, Melissa Casias e Anthony Chavez, trabalhavam no Laboratório Nacional de Los Alamos, uma das principais instalações de investigação nuclear dos EUA.
FBI quer perceber se é coincidência ou padrão A questão central a que as autoridades norte-americanas estão a tentar responder é precisamente esta. Afinal, o facto de as circunstâncias variarem bastante, desde homicídios por resolver, desaparecimentos sem sinais de crime, mortes com causas não divulgadas, torna a análise especialmente difícil.
É muito improvável que isto seja uma coincidência. O Congresso está muito preocupado. Consideramos isto uma ameaça à segurança nacional.
Considerou o republicano James Comer, presidente da Comissão de Supervisão. Num tom mais cauteloso, mas igualmente sério, Trump falou pelo Governo dos EUA, afirmando esperar que se trate de uma coincidência, e acrescentando que espera ter respostas em breve. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que a administração está a trabalhar com todas as agências relevantes para identificar "quaisquer pontos em comum que possam existir". Mais de entretenimento
In light of the recent and legitimate questions about these troubling cases, and President Trump’s commitment to the truth, the White House is actively working with all relevant agencies and the FBI to holistically review all of the cases together and identify any potential… pic.twitter.com/SJ9thaFegh — Karoline Leavitt (@PressSec) April 17, 2026 O que diz o FBI?
O diretor do FBI, Kash Patel, revelou que os investigadores vão procurar ligações relacionadas com o acesso a informação classificada e com possíveis atores estrangeiros. Se houver ligações que levem a condutas nefastas ou a conspirações, o FBI fará as detenções adequadas. A NASA confirmou estar a coordenar com as agências relevantes, mas sublinhou que, por agora, nada aponta para uma ameaça à segurança nacional relacionada com a agência espacial.
NASA is coordinating and cooperating with the relevant agencies in relation to the missing scientists. At this time, nothing related to NASA indicates a national security threat. The agency is committed to transparency and will provide more information as able. Leia também: dia 15 de maio
https://t.co/92dTXGAxQn — Bethany Stevens (@NASASpox) April 20, 2026 E agora? Para já, as investigações estão em curso em várias frentes, com o FBI a coordenar o trabalho federal, o Congresso a exigir informações das principais agências, e a Casa Branca a acompanhar os desenvolvimentos.
Até ao momento, as autoridades não estabeleceram qualquer ligação formal entre os casos, e a diversidade de circunstâncias complica qualquer conclusão. Contudo, os EUA têm, neste momento, pelo menos 10 cientistas e investigadores ligados a áreas sensíveis do país mortos ou desaparecidos num período de três anos. Se o FBI conseguir estabelecer ligações, as implicações para a segurança nacional serão enormes.
Quando a ciência e a verdade é prejudicial para os donos disto tudo e os seus negócios dá nisto. Os EUA e Mossad são especialistas nestes assuntos de eliminar figuras centrais. Tudo em casa, portanto….
Amanhem-se…. +1 Nao ficada nada chocado se forem eles.
Bastava a CIA e a mossad desconfiarem de que eles passaram segredos para os assassinar logo, mesmo sem terem prova nenhuma . É assim que eles funcionam. Depois ainda falam de terrorismo.

