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Febraban reage a críticas dos EUA e defende PIX como sistema aberto e

Reprodução Publicidade A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o PIX em nota sobre as críticas dos Estados Unidos ao sistema de pagamentos instantâneos, no

Febraban reage a críticas dos EUA e defende PIX como sistema aberto e
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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o PIX em nota sobre as críticas dos Estados Unidos ao sistema de pagamentos instantâneos, no âmbito do resultado da investigação comercial do Escritório do Representante Comercial americano (USTR).

Leia no AINotícia: Lula aguarda Trump para esclarecer medidas americanas e Tensão comercial cresce

No comunicado, a Febraban afirma que as avaliações do órgão dos EUA resultam de informações “incompletas” sobre os objetivos e funcionamento do PIX. A entidade também nega as alegações de que o PIX seja discriminatório e chama atenção para o modelo aberto. Leia também: Copa do Mundo pode tirar até US$ 17 bi em produtividade das empresas, diz estudo

“O PIX é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica” diz.

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Segundo a Febraban, não há restrições à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento, desde que operem no mercado nacional, “já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira”.

A Febraban destaca ainda a “ampla cooperação” das instituições financeiras no desenvolvimento do PIX, que funciona como uma plataforma aberta disponível para todos os residentes no Brasil, brasileiros e estrangeiros, pessoas físicas e empresas. O sistema instantâneo é gratuito para PFs, mas pode ser cobrado das pessoas jurídicas, sem discriminação entre brasileiras e estrangeiras.

“O PIX tem contribuído enormemente para a inclusão financeira, reduzindo o custo e ampliando o alcance do sistema de pagamentos que já era bastante eficiente em nosso país”, argumenta, citando ainda os benefícios para eficiência das empresas, que facilita o processo de recebimento e cobrança, em particular nas operações de baixo custo. Mais de economia

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A Febraban diz ter “boa expectativa” de que as contribuições do BC e das instituições financeiras, incluindo bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das conclusões do USTR, em sistema de audiência pública, que continua aberto. Leia também: Bolsas da Europa fecham em alta impulsionadas por IA; Milão renova máxima

Durante a madrugada, o USTR propôs uma nova tarifa de 25% sobre exportações brasileiras a partir de 15 de julho, após uma investigação sobre supostas práticas desleais do Brasil. Na minuta, o órgão cita o PIX múltiplas vezes como um instrumento que bloqueia a concorrência de empresas americanas.

Como mostrou reportagem da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), representantes do setor financeiro consideram improvável que o Brasil responda com restrições mais duras ao PIX, embora não descartem reforço nas políticas contra crimes financeiros, como lavagem de dinheiro.

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