Braquicefalia ganha destaque após novo desdobramento em braquicefalia
Ler matéria →Fazer amigos vale mais que força de vontade para manter a constância nos treinos Enquanto as redes sociais vendem estética e performance, pesquisa revela que conexão humana e apoio ajudam mais a manter a rotina de exercícios As redes sociais fazem parecer que exercícios existem para duas coisas: estética e performance.
Mas a verdade é que as pessoas querem mais saúde e menos solidão. Uma grande pesquisa encomendada pela BEON Studios, dono de marcas como Velocity, AERA Pilates e Race Bootcamp, atestou justamente isso. Feita com 1.000 brasileiros entre abril e maio de 2026, ela revela que a atividade física tem assumido um papel mais amplo do que a simples busca por resultados no espelho ou por recordes pessoais.
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Os espaços de treino cada vez mais vêm se transformando em locais de pertencimento, apoio emocional e construção de vínculos. “ Durante muito tempo, a continuidade em hábitos de bem-estar foi associada principalmente à disciplina individual.
No entanto, os dados indicam que fatores relacionados ao contexto social têm influência relevante nesse processo“, afirma Carol Corona, CEO da BEON Studios. + Saúde mental como objetivo máximo Leia também: Saúde: Panorama Semanal de Novidades e Cuidados
Nesse contexto, não surpreende o bem-estar emocional ser o principal alvo de saúde das pessoas. De acordo com o relatório, 7 em cada 10 brasileiros já usaram o exercício como válvula de escape emocional. E, entre todas as metas de melhoria para os próximos 12 meses, 66% estão relacionadas à saúde mental.
Saúde emocional (redução de ansiedade e estresse) divide a liderança com qualidade do sono entre as prioridades dos entrevistados, seguido por aumento da energia e disposição (20%). Interessante destacar que emagrecimento (13%) está apenas em quarto nessa lista. +
O desafio não é querer, é conseguir Outra conclusão reveladora é que, apesar de uma maioria esmagadora dos participantes (94%) afirmarem que ser uma pessoa fitness é um objetivo de vida, seis em cada dez reconhecem que não conseguem cuidar mais de si mesmos. Quase metade (48%) relata viver apagando incêndios na rotina que prejudicam a regularidade dos treinos, e 36% já interromperam a prática de exercícios em algum momento por questões pessoais. É justamente aí que entra um dos principais achados do relatório: a consistência parece depender menos da disciplina individual e mais das relações criadas ao redor do treino.
“Ver que 57% das pessoas já foram treinar porque alguém do grupo esperava por elas mostra que a consistência não é construída apenas individualmente“, interpreta Corona. + O poder do pertencimento
O levantamento mostra que a influência do grupo vai muito além de convencer alguém a sair de casa para treinar em um dia de preguiça. Segundo a pesquisa, 69% do impacto das outras pessoas está relacionado à motivação e à consistência. Além disso, 25,6% dos entrevistados relatam já ter comparecido a uma aula por sentirem que sua presença fazia diferença para os colegas. Mais de saude
Na prática, o grupo funciona como uma força de sustentação do hábito. Ele ajuda a não faltar aos treinos (36%), oferece ânimo extra nos dias difíceis (33%) e melhora até a execução dos exercícios (24%). O reconhecimento também faz diferença.
Quando o professor conhece o aluno pelo nome e acompanha sua trajetória, a chance de ele sentir pertencimento aumenta quase nove vezes. Além disso, 72,2% dos participantes relatam já terem sido notados quando faltaram a uma aula, enquanto 55,9% afirmam ter percebido a ausência de um colega. + Leia também: Braquicefalia ganha destaque após novo desdobramento em braquicefalia
A comunidade não é o motivo da matrícula, mas da permanência Curiosamente, o relatório crava que apenas 1% das pessoas se matricula em um estúdio ou academia porque quer fazer parte de uma comunidade. Sim, a maioria chega motivada por objetivos físicos (como é de se esperar), conveniência ou saúde. Mas o vínculo como consequência ajuda demais a constância.
Mais da metade dos participantes treina sempre no mesmo horário e convive regularmente com as mesmas pessoas. Entre eles, a sensação de que aquele espaço é “o meu lugar” é mais de três vezes maior do que entre aqueles que variam constantemente os horários. Assim, os locais de exercícios viram zonas de convivência, amizade e apoio emocional.
“Outro dado muito relevante foi que 82% dos entrevistados afirmam se sentir emocionalmente melhor quando treinam em grupo. Isso reforça que o wellness hoje também atende uma necessidade de conexão humana”, completa Carol Corona. Em um momento em que a saúde mental se tornou prioridade e a solidão afeta uma parcela grande da população, os benefícios dos treinos vão muito além do que se imagina.
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