Palmeiras enfrenta dúvidas na defesa, mas confia em reforços no ataque
Ler matéria →Só para assinantesAssine UOL

A Fórmula 1 anunciou neste domingo (26) que vai retornar à Malásia dia 4 de outubro. A corrida serve como substituta do GP do Bahrein, cancelado em abril por conta da guerra no Oriente Médio e é financiado pelos árabes. Por conta disso, o nome da prova será GP Gulf Air Bahrein na Malásia.
Esta será uma experiência maravilhosa para os fãs de todo o mundo e reflete o compromisso duradouro e a paixão do Bahrein pelo esporte. Em meio aos desafios regionais em curso, o Bahrein se orgulha de ser um pilar de estabilidade para a Fórmula 1 e continuaremos a fazer tudo ao nosso alcance para garantir uma corrida memorável e de sucesso para todos os envolvidos.
Leia no AINotícia: Vasco empata com Mirassol e segue na zona de rebaixamento; Pedro Emanuel lamenta
Gostaria de expressar meu sincero agradecimento à F1, à FIA, ao Circuito Internacional do Bahrein, ao Circuito Internacional de Sepang e às equipes pelo apoio que nos deram para proporcionar um fim de semana de corridas emocionante.
Salman bin Hamad Al Khalifa, príncipe do Bahrein Leia também: Esporte: Thiago Silva, Paulinho, reforços do Vasco e novo desafio de ex-Cruzeiro
A categoria correu no circuito de Sepang de 1999 até 2017. O circuito foi um dos primeiros da série desenhada pelo arquiteto Hermann Tilke e foi ganhando adeptos ao longo dos anos por conta das corridas movimentadas e o forte calor que, combinado com a alta umidade relativa do ar, gerava provas fisicamente muito desgastantes para os pilotos.
A Malásia foi escolhida por questões logísticas, já que a F1 identificou um hiato no calendário entre os GPs do Azerbaijão e de Singapura como o único espaço realista para que se colocasse uma corrida extra. Fazer a prova no Bahrein era uma possibilidade até grande no final de junho, quando o governo britânico retirou as restrições de viagem ao país. No entanto, depois que o Irã voltou a atacar o Bahrein, essa possibilidade foi rechaçada.
Também era importante para a F1 usar essa data para ir somando provas e não se complicar no final do ano, quando ainda estão marcados os GPs do Qatar e de Abu Dhabi. A categoria estuda possibilidades para substituir pelo menos uma destas provas caso não seja possível realizá-las como planejado. Mais de esporte
Para os contratos comerciais da F1, é necessário realizar 22 corridas. O calendário tem, originalmente, 24. Então, na pior das hipóteses, caso Qatar e Abu Dhabi sejam cancelados, é preciso encontrar um palco para a etapa final do campeonato.
Essa etapa final seria realizada na Europa, o que dá o máximo de flexibilidade para que a F1 espere o desenrolar da guerra. Afinal, essas provas do Oriente Médio são as que pagam as taxas mais altas para a categoria e estes países são parceiros estratégicos também em outras áreas. Leia também: Bahia x Corinthians volta ao centro do debate na temporada
Há alguns planos de contingência sendo estudados, como Imola e Portimão.
Reportagem
Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.
Comunicar erro
Deixe seu comentário
Deixe seu comentário
Leia também no AINotícia
- Palmeiras enfrenta dúvidas na defesa, mas confia em reforços no ataqueEsporte · agora
- Volta por cima! Medalhista olímpico retorna ao UFC após dispensa em 2024Esporte · agora
- Fim de ciclo: 10 das principais seleções trocam de técnico após a CopaEsporte · 2h atrás
- Grêmio volta ao centro do debate na temporadaEsporte · 3h atrás


