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A Marinha dos Estados Unidos reforçou o bloqueio aos portos do Irã com a interceptação de um navio de bandeira iraniana que tentava furar o cerco no Estreito de Ormuz na sexta-feira (24), segundo informou neste sábado (25) o Comando Central dos EUA (Centcom) em sua conta oficial no X. Leia também: Após atrito entre Nikolas e Jair Renan, Flávio critica provocações e pede união
A ação foi realizada pelo navio de guerra USS Rafael Peralta, que impediu a embarcação de seguir viagem rumo ao território iraniano. Além desta operação, o grupo de ataque liderado pelo porta-aviões George H.W. Bush segue patrulhando as águas do Oceano Índico desde quinta-feira (23).
Autorização da Marinha
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, declarou na sexta que nenhum navio circula pelo Estreito de Ormuz sem a devida autorização da Marinha dos EUA, endurecendo o controle sobre uma das rotas de petróleo mais importantes do mundo nesta fase do conflito. Além disso, a crise militar ocorre em meio a um momento de “faxina” no Pentágono. O presidente Donald Trump anunciou a demissão imediata do secretário da Marinha, John Phelan, na última quinta-feira, alegando falta de sintonia com a cúpula da Defesa sobre o ritmo de construção de novas embarcações.
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Segundo Trump, Phelan não se dava bem com outros integrantes do governo, especialmente sobre o projeto da “Frota Dourada” – uma nova série de navios de guerra que o presidente promete serem “os mais potentes já construídos”. O subsecretário Hung Cao assumiu o posto interinamente, em uma mudança que sinaliza uma postura ainda mais agressiva dos EUA no mar nesta temporada. Leia também: Trump comprou pelo menos US$51 mi em títulos em março
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Estadão Conteúdo
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