Estados Unidos e Irã discutem fazer no Paquistão uma nova rodada de negociações de paz. Ao mesmo tempo, o governo americano prepara o envio de mais 10 mil militares para o Oriente Médio. “Não tentem romper o bloqueio.
Deem meia-volta. Se não cumprirem, vamos usar a força”. Esse foi o aviso da Marinha americana a um dos nove navios que tentaram furar o bloqueio naval perto do Estreito de Ormuz. Leia também: Evento gratuito lança livro sobre autismo em Macaé e Rio das Ostras
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O Comando Central disse que nenhum navio conseguiu passar nas primeiras 48 horas da operação. O jornal “Washington Post” afirmou que os Estados Unidos vão enviar mais um porta-aviões e um grupamento anfíbio com 10 mil militares. Já há cerca de 50 mil na região.
Em outra frente, o país anunciou sanções econômicas contra mais de 20 pessoas, empresas e navios ligados ao setor de petróleo iraniano. Pressionado pelas pesquisas que indicam que a maioria dos americanos reprova a guerra, Donald Trump está atrás, agora, de uma saída para o conflito. A estratégia neste momento é sufocar a economia iraniana enquanto busca concessões na mesa de negociação.
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Em uma entrevista ao canal Fox News, o presidente americano voltou a dizer que a guerra vai acabar logo. Estados Unidos e Irã discutem fazer nova rodada de negociações de paz no Paquistão — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Mais tarde, a porta-voz da Casa Branca disse que as conversas estão produtivas e que pode haver uma nova rodada de negociações no Paquistão. Mais de noticia
Ela negou relatos de que os Estados Unidos tenham solicitado uma extensão do cessar-fogo que acaba na quarta-feira (22). Os iranianos também negaram qualquer acordo para estender o cessar-fogo. O comando das Forças Armadas do Irã ainda ameaçou retaliar o bloqueio americano e impedir a navegação de petroleiros no Golfo Pérsico, no Golfo de Omã e no Mar Vermelho. Leia também: CEO da United propõe fusão com American em conversa com Trump
Um porta-voz declarou: “ O Irã não pode ser sitiado.
Se os Estados Unidos falharem em um processo diplomático e tentarem usar outra ferramenta de pressão, certamente não terão sucesso de novo”.