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'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz

'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz Lula em convenção do PT no Ceará Presidente minimizou impacto de ações do presidente dos

'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz
'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz Lula em convenção do PT no Ceará

Presidente minimizou impacto de ações do presidente dos EUA, Donald Trump, e falas do argentino Javier Milei nas eleições de 2026: "Venha quem quiser. Eu não quero ajuda de fora".


  • O presidente Lula afirmou nesta sexta-feira (31), no Ceará, que não permitirá que a extrema-direita volte a governar o Brasil.

  • Durante convenção do PT, ele minimizou o apoio de Javier Milei e Donald Trump à oposição brasileira para as eleições de 2026.

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  • A fala ocorre em meio a tensões diplomáticas recentes do governo brasileiro com as gestões da Argentina e dos Estados Unidos.

  • O petista também criticou o Senado, afirmando que a Casa tem uma "metade apodrecida" e precisa de novos aliados governistas.

  • No evento, o partido confirmou apoio a Elmano de Freitas para o governo estadual e a Cid Gomes para uma vaga no Senado no Ceará. Leia também: Ouro apreendido na Bolívia: PF não investiga carga de R$ 120 milhões ligada a

'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz Lula no Ceará

'Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país', diz Lula no Ceará

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta sexta-feira (31), que a extrema direita não voltará a governar o Brasil enquanto ele estiver vivo e minimizou a atuação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente argentino, Javier Milei, para apoiar candidatos da oposição na disputa para a Presidência da República. A fala do presidente foi feita durante a convenção partidária estadual do PT no Ceará, que confirmou Elmano de Freitas como candidato a governador do estado.

“Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país. E vou dizer mais, vou dizer que venha ajudá-los quem quiser. Se quiser vir o Trump, que venha. Se quiser vir o Milei, que venha. Venha quem quiser. Eu não quero ajuda de fora. A única ajuda que eu quero é a ajuda do povo brasileiro para que a gente possa manter a democracia desse país”, afirmou.

No evento, realizado em Fortaleza na noite desta sexta-feira (31), Lula também demonstrou apoio às candidaturas de Cid Gomes (PSB) como senador e Gabriella Aguiar (PSD) como vice-governadora. Também nesta sexta-feira (31), o presidente visitou o Hospital Universitário do Ceará, em Fortaleza. Mais de noticia

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Durante o discurso, o petista citou, ainda, que precisará de candidatos para o Senado nas eleições de 2026 porque a Casa “tem metade apodrecida e nós precisamos fazer o Senado fazer as coisas corretas”.

Presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (31), que não permitirá que a extrema-direita volte a governar o Brasil.— Foto: Thiago Gadelha/SVM Leia também: Lulinha mora na Espanha e não precisa falar, diz Lula

Apoio de Milei a Flávio Bolsonaro

A crise diplomática entre Brasil e Argentina começou após Milei participar da convenção partidária do PL, que lançou Flávio Bolsonaro como candidato a presidente. Durante o discurso, Milei chamou o presidente Lula de "ladrão", o ministro do STF Alexandre de Moraes de "lixo careca" e fez críticas ao governo e à economia brasileira.

O governo brasileiro reagiu convocando o embaixador da Argentina em Brasília para prestar esclarecimentos. Também chamou de volta o embaixador do Brasil em Buenos Aires para consultas, uma medida adotada em momentos de tensão entre países.

Desde então, autoridades dos dois governos trocaram novas declarações. Milei voltou a criticar Lula nas redes sociais. No Brasil, integrantes do governo responderam às falas do presidente argentino, enquanto Lula evitou ampliar o confronto ao comentar o episódio.

Sanções de Trump

Na última quarta-feira (29), o governo de Lula divulgou uma nota repudiando a decisão do governo norte-americano de prorrogar sanções contra o Brasil e afirmou que é "descabido caracterizar o Brasil como ameaça aos Estados Unidos".

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