irmão do lamine yamal
Ler matéria →Siga tudo sobre o Mundial-2026 aqui no Observador Há dias em que a sensação e os veteranos têm de ser postos à prova num duelo entre ambos. Foi isso que aconteceu este sábado, no último dia dos quartos de final do Campeonato do Mundo de 2026. Comandada por Stale Solbakken e guiada, em campo, pelo incontornável Erling Haaland, a Noruega entrou na fase a eliminar da competição determinada a surpreender e, depois de ter eliminado a Costa do Marfim, superou o Brasil nos oitavos de final pelo mesmo resultado (2-1).
Com uma qualidade coletiva de alto nível, os vikings prometem discutir os jogos com qualquer seleção. Por outro lado, Inglaterra partiu para este torneio com vontade de levar de volta para “casa” o troféu do Mundial e nos últimos jogos, deixou boas indicações frente a RD Congo (2-1) e México (3-2), acabando por derrotar uma das seleções da casa no Azteca. Assim, o duelo do Hard Rock Stadium teve o condão de colocar frente a frente uma turma norueguesa que nunca tinha chegado tão longe e os super três leões, que chegaram pela 11.ª vez aos quartos e só ficam atrás de Brasil e Alemanha nesse capítulo (14).
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Haaland andou mais uma Thousand Miles para a história (a crónica do Brasil-Noruega) “O mais importante para mim é que sejamos nós próprios com bola, que nos atrevamos a jogar o nosso jogo e não o que o ambiente nos impõe, e que nos concentremos no campo. Gostaria de ver uma seleção da Noruega que jogue de acordo com os seus pontos fortes e que sejamos nós próprios.
Estreia? Viu-se uma equipa muito nervosa nos primeiros 20 minutos contra o Iraque, em que não conseguimos encadear dois passes. Isso tem a ver com a ocasião, com o facto de terem passado 26 anos [desde o seu último grande torneio] e de ninguém ter jogado o Mundial antes.
Quando se enfrenta uma equipa como Inglaterra, que tem grandes jogadores no ataque— [Jude] Bellingham e [Harry] Kane —, eles conseguem marcar a partir de várias posições. Eles têm uma excelente dupla no meio-campo. Temos de dar luta nessa zona, temos de defender bem. Leia também: england vs argentina world cup 2026: o impacto imediato para a temporada
No fundo, os jogadores sentem que podem vencer Inglaterra. Mas, obviamente, temos de estar mesmo no nosso melhor. Se não estivermos, Inglaterra vai passar”, antecipou Solbakken.
“ Esta é a parte emocionante, mas temos de nos libertar. Temos de nos ligar à nossa identidade, ligar-nos ao que nos torna fortes, assumir a iniciativa e ser corajosos.
Estamos nos quartos de final e a sorte estará do lado dos corajosos. Não podemos ter arrependimentos quando disputamos uma partida dos quartos de final. Temos de dar tudo por tudo.
Isso é o mais importante. Acho que, em geral, o que é preciso nos oitavos e nos quartos de final é simplesmente encontrar uma forma de vencer. Foi assim que enquadrámos a situação com a equipa.
It’s coming home? Compreendo perfeitamente. Gostaríamos de tornar isso realidade. Mais de esporte
É a pátria do futebol. É Wembley. É a catedral do futebol mundial.
É por isso que deve voltar para casa. Mas temos alguns passos a dar até lá. Não podemos deixar-nos levar pelo entusiasmo… não podemos olhar demasiado para o futuro.
Além disso, temos de parar de olhar para trás agora. O futebol e o Mundial existem para fazer um país e os nossos adeptos sonharem, acreditarem e ficarem entusiasmados”, disse, por sua vez, Thomas Tuchel. Two European giants ready to go head-to-head ??? Leia também: 3rd place world cup 2026: o impacto imediato para a temporada
? #FIFAWorldCup— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) July 11, 2026
O surto de doença que afetou a Noruega nos últimos dias acabou por ser desvalorizado por Ola Sand, médico da equipa, na antecâmara deste jogo, que garantiu que todos os jogadores estavam saudáveis. Assim, Solbakken teve todo o plantel à sua disposição e entrou em campo com Andreas Schjelderup no ataque, com o avançado do Benfica a render Antonio Nusa no lado esquerdo. Por outro lado, Tuchel estava obrigado a retirar o suspenso Jarell Quansah, que foi castigado com dois jogos, e decidiu colocar John Stones no centro da defesa, mexendo igualmente no ataque, onde surgiu Noni Madueke no lugar de Bukayo Saka.
Marc Guéhi e Declan Rice recuperaram dos seus problemas físicos e continuaram na equipa inglesa. Já Reece James voltou ao banco depois de um problema nos isquiotibiais que o obrigou a falhar três jogos. Momento de homenagem a Jayden Adams ????
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July 11, 2026 Depois do minuto de homenagem a Jayden Adams, internacional sul-africano que esteve neste Mundial e morreu este sábado aos 25 anos, o jogo começou tímido, com Inglaterra a ter mais bola, mas a não conseguir encontrar o espaço para quebrar o bloco da Noruega, que fechava, na fase sem bola, em 4x5x1. Nesse sentido, Thomas Tuchel viu-se obrigado a jogar com mais largura, com Jude Bellingham a mostrar-se com infiltrações por dentro.

