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Em meio a desgaste com Trump, Flávio diz que Lula está ‘ficando meio Biden’

“Suspeito que Lula está ficando meio Biden”, disse Flávio ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante a cerimônia de abertura da

Em meio a desgaste com Trump, Flávio diz que Lula está ‘ficando meio Biden’
Flávio Bolsonaro - Foto: Vittor Sales
Flávio Bolsonaro - Foto: Vittor Sales

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), comparou, na terça-feira (23), Lula (PT) ao ex-presidente norte-americano Joe Biden, que desistiu de concorrer à reeleição durante a campanha eleitoral.

“Suspeito que Lula está ficando meio Biden”, disse Flávio ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), durante a cerimônia de abertura da Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne.

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Na ocasião, Flávio também afirmou que irá aos Estados Unidos para “fazer a defesa das empresas brasileiras” contra a nova taxa de 25% proposta pelo governo de Donald Trump, afirmando que a ação é necessária porque no Brasil “já temos as maiores taxas do mundo pelo atual governo [Lula]”.

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O senador também afirmou que, a partir do ano que vem, o Brasil terá “um presidente da República que vai sentar de igual para igual com todo o mundo para defender os interesses do povo”.

A declaração ocorre após o novo desgaste político sofrido por Flávio**,** após políticos e parte dos eleitores o culparem pela proposta de tarifa anunciada pelos EUA, após um encontro do senador com Trump. Mais de economia

Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest em 10 de junho, dias após o anúncio das possíveis tarifas, mostrou que 47% dos brasileiros concordavam com a afirmação de Lula, que acusava Flávio de ter atuado junto ao presidente norte-americano em favor de novas tarifas ao Brasil. Leia também: FMI diz colaborar com Venezuela na avaliação de necessidades após terremotos

Atualmente, o governo brasileiro tenta negociar com os Estados Unidos para evitar que as novas tarifas entrem em vigor em 15 de julho. Nos bastidores, há pessimismo do governo em relação ao êxito das reuniões, uma vez que interlocutores do Planalto avaliam que Trump não tem sido claro sobre o tema e pode estar buscando uma vitória política em detrimento de um real acordo entre partes.

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