Link School of Business abre campus nos EUA e faz primeiro deal global
Ler matéria →Os eleitores da Islândia rejeitaram uma medida para retomar as negociações de adesão à União Europeia mais de uma década após o fim das conversas anteriores, informou a emissora pública nacional RUV neste domingo, 30.
A votação coloca um ponto final na questão debatida há tempos, mais de dez anos depois de o governo do país encerrar as negociações com a UE.
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A votação de sábado, 29, foi realizada sob a sombra das repetidas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de assumir o controle da vizinha Groenlândia, o que levou alguns eleitores a favorecerem a ideia de solidariedade europeia. Embora a Islândia seja membro da Otan, os apoiadores disseram que teriam maior proteção de seus vizinhos se Trump algum dia fizesse ameaças semelhantes à ilha vulcânica.
O governo de coalizão de esquerda da Islândia, eleito em 2024, antecipou o referendo sobre a UE que havia planejado para o próximo ano depois que Trump mencionou o país por engano quatro vezes ao falar sobre seus planos para a Groenlândia.
Era uma pergunta simples de “sim” ou “não” para cerca de 265.000 eleitores aptos: A Islândia deve retomar as negociações de adesão com a União Europeia? Mais de economia
Os opositores se uniram em torno da pesca e do fato de que a Islândia já colhe benefícios por estar no mercado único sem barreiras da UE e na zona de livre circulação de Schengen, sem as concessões de soberania que inevitavelmente vêm com a adesão plena. Eles argumentaram que a voz da Islândia seria insignificante no grande Parlamento Europeu e que seria melhor fechar seus próprios acordos comerciais, como o feito com a China. Leia também: Juro médio do rotativo do cartão de crédito cai a 436,2% ao ano em julho
Os apoiadores disseram que a adesão à UE reduziria a inflação e as taxas de juros, e que o euro traria mais estabilidade do que a volátil coroa islandesa. Disseram também que era do interesse da nação se aproximar de seus vizinhos europeus para enfrentar problemas que não respeitam fronteiras, como as mudanças climáticas.
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