SK Hynix quebra recorde e tem estreia bilionária na Nasdaq
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- O Disney+ pode lançar um plano de streaming gratuito, com parte do catálogo sem cobrança de assinatura.
- Segundo o Business Insider, a informação teria surgido do próprio chefe de produto e tecnologia da Disney, Adam Smith.
- A plataforma de streaming tentaria competir com serviços gratuitos, como o YouTube, e com agregadores de filmes e séries, como o The Roku Channel.
O Disney+ pode ganhar uma versão totalmente gratuita. A movimentação da plataforma de streaming seria uma resposta ao crescimento de serviços de vídeo não pagos e teria um alvo claro: o YouTube.
Segundo informações do Business Insider, o chefe de produto e tecnologia da Disney, Adam Smith, levantou a hipótese de disponibilizar parte do acervo sem cobrar assinatura.
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O plano ainda estaria em fase de discussão, sem um cronograma ou relação de filmes e séries que seriam liberados. No entanto, a discussão sinaliza que a empresa está repensando suas estratégias. Vale lembrar que, há poucas semanas, o Disney+ se consolidou como o streaming mais caro do Brasil. Leia também: As notas despencaram depois que professor adotou medida contra IA
Streaming de graça?
No mercado brasileiro, manter a assinatura do serviço tem pesado cada vez mais no bolso. Recentemente, os planos ficaram até 7,2% mais caros. Apenas no pacote Premium, que garante imagens em 4K, áudio Dolby Atmos e acesso aos canais ESPN em até quatro telas simultâneas, o aumento foi de 4,5%.
Nesse cenário, uma modalidade gratuita quebraria a barreira financeira que hoje afasta novos usuários, já que a justificativa para essa possível virada de chave seria uma mudança de comportamento do público.
A audiência, cansada dos aumentos nas mensalidades das plataformas, tem buscado refúgio em catálogos gratuitos com anúncios. Dados recentes da consultoria Nielsen ilustram o fenômeno: apenas em abril de 2026, os três maiores serviços de streaming gratuitos (YouTube, Tubi e The Roku Channel) dominaram 18,7% do tempo que os norte-americanos passaram assistindo à televisão— esse índice era de 12,7% em abril de 2024.
O YouTube tem vantagem no segmento, mas os agregadores de filmes e séries Tubi e The Roku Channel vêm roubando uma fatia da atenção. O mercado sustentado por anúncios se tornou tão promissor para a indústria que a Fox, atual controladora do Tubi, comprou a Roku em uma negociação bilionária. Mais de tecnologia
Caso de fato ofereça uma biblioteca gratuita, o Disney+ teria um diferencial em relação aos principais concorrentes. As rivais Apple TV+ e Paramount+, por exemplo, costumam liberar episódios de estreia para não assinantes, mas ainda não disponibilizam um catálogo aberto que incentive o usuário a voltar com frequência.
Disney+ com vídeos no estilo TikTok
O Disney+ também está reformulando seu aplicativo para tentar prender o usuário dentro do app. A tática envolve explorar tendências das redes sociais, como vídeos curtos na vertical, podcasts em vídeo e os chamados microdramas, seriados com episódios de curta duração pensados para a tela do celular. Leia também: Claude ganha painel que detalha como você usa a IA
Atualmente, os preços de assinatura do Disney+ são os seguintes:
- Disney+ com Anúncios: R$ 29,90 por mês;
- Disney+ Padrão: R$ 49,90 por mês/R$ 407,90 por ano;
- Disney+ Premium: R$ 69,90 por mês/R$ 587,90 por ano.
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Escrito
Gabriel Sérvio
Gabriel Sérvio é formado em Comunicação Social pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase. Contribuiu para veículos como Canaltech, TudoCelular e Olhar Digital. Atualmente, escreve para o Tecnoblog.
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