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Diniz poupa titulares do Corinthians em jogo pela liderança da Libertadores

O sonho do bicampeonato da Conmebol Libertadores está vivo no Corinthians

Diniz poupa titulares do Corinthians em jogo pela liderança da Libertadores

O sonho do bicampeonato da Conmebol Libertadores está vivo no Corinthians. Mais de uma década depois de levantar a taça mais importante da América do Sul no estádio do Pacaembu, o clube do Parque São Jorge quer novamente figurar no lugar mais alto do continente. Quem garante isso é o zagueiro Gustavo Henrique, um dos pilares defensivos da equipe nesta temporada.

– Nosso grande sonho. O grande objetivo nesse ano, já está claro para todo mundo. Estamos fazendo uma campanha bem satisfatória.

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A gente sabe que, quando chega no mata-mata, crescemos muito. Acredito que temos chances de chegar em novembro (mês em que será disputado a final da Conmebol Libertadores). –

Lógico que existem grandes equipes também, como Flamengo, Palmeiras e outros times tradicionais da Argentina e Uruguai. Mas somos o Corinthians. Com apoio do nosso torcedor, a gente focado e trabalhando diariamente para evoluir como equipe, eu acredito que a gente possa ter chances.

Vamos lutar muito para isso – afirmou o defensor ao ge. Gustavo Henrique atende a reportagem do ge no CT Joaquim Grava — Foto: Vitor Chicarolli Nesta quinta-feira, a partir das 21h30 (horário de Brasília), o Corinthians visita o Peñarol no estádio Campeón Del Siglo, em Montevidéu, pela quinta rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores. Leia também: Cruz Azul desafia Pumas na final do Clausura e defende invencibilidade

Classificado para a fase oitavas de final, o Timão joga por uma vitória ou empate fora de casa para garantir a primeira colocação no Grupo E com uma rodada de antecedência. Em entrevista exclusiva ao ge, Gustavo Henrique comentou o desejo de conquistar a América do Sul, o entrosamento com Gabriel Paulista na defesa, o início de trabalho de Fernando Diniz e relembrou momentos marcantes de sua passagem pelo clube, como o dia em que jogou como goleiro no clássico com o Palmeiras e o título da Copa do Brasil no ano passado. Gustavo Henrique com a família recebe homenagem pelos 100 jogos com a camisa do Corinthians —

Foto: Marcos Ribolli Veja a entrevista com Gustavo Henrique: Nós temos percebido o Fernando Diniz dando muita ênfase à solidez defensiva do Corinthians. Você pode detalhar como tem sido os treinos com ele e como a nova comissão tem buscado trabalhar essa questão do comprometimento coletivo com o grupo? – Ele coloca na nossa mentalidade que todo mundo precisa defender, desde o Yuri e Garro lá na frente.

É como ele fala: precisa ter dez goleiros para chegar no Hugo. É todo mundo defendendo. Ele vem conversando muito com a gente, que com a bola vamos jogar cada vez melhor, vai nos dar estímulos diferentes, o tempo todo.

O principal é marcar. O Corinthians sempre foi muito forte nisso. Historicamente sempre foi uma equipe que tomou poucos gols.

– Acredito muito que nas grandes equipes todo mundo corre, todo mundo tem que ajudar. Um jogador que você não marca as vezes acaba fazendo a diferença. A gente sabe que o futebol mudou muito. Mais de esporte

Precisamos dos 11 jogadores correndo a todo momento para defender o nosso gol. Então é isso que ele tem colocado no dia a dia para a gente, para que a gente se fortaleça cada vez mais na defesa e no ataque comece a se destacar. Há variações de jogadas muito importantes que ele vem fazendo e a gente vem trabalhando para que o nosso ataque também faça muitos gols.

Durante muitos anos, o Corinthians ficou marcado no futebol brasileiro por ter defesas sólidas. De uns anos para cá, o clube oscilou bastante nesse quesito e, agora, volta a ter bons números. Como você se vê nesse processo?

– Estamos nos encaixando cada vez mais. Acredito que com os jogos, com a sequência de jogos se gera um entrosamento muito grande. Quando a gente entende o que o companheiro vai fazer ajuda muito, que ai não vai só pela sua cabeça. Leia também: Atlético-MG vence Cienciano, respira e embola grupo da Sul-Americana

A gente fica feliz por esse momento, mas eu sempre falo que não importa ter uma defesa com os melhores do mundo se não tiver uma marcação lá na frente que nos ajude. Isso faz total diferença. A gente tenta fazer o nosso melhor para que a gente tome cada vez menos gols.

Com isso vamos ter mais chances de ganhar os jogos. O ano de 2026 já é a temporada com mais participações em gols de toda a sua carreira. Até aqui, são quatro gols e duas assistências.

O quão importantes são esses números para você? – É fruto de um trabalho coletivo, não só meu. Enfatizo muito que é um trabalho do pessoal de vídeo, de campo, dos jogadores também, que tentam executar da melhor maneira possível.

São números importantes, mas não gosto muito de apegar a números. Cada jogo tem uma história diferente, eu só penso para frente. A próxima partida é sempre a mais importante.

Por incrível que pareça aqui no Corinthians cada jogo parece uma final de campeonato, todo jogo a gente precisa ganhar. – Não tem jogo tranquilo. A gente sabe também que os adversários dão a vida para ganhar da gente, que é um clube que tem uma torcida muito grande.

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