instituto nacional do seguro social
Ler matéria →A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução que obriga as companhias aéreas a garantirem assentos para menores de 16 anos contíguos aos de seus familiares ou responsáveis. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quarta-feira, 8, atende decisão judicial.
"As empresas aéreas deverão assegurar, no momento da aquisição da passagem ou quando houver necessidade de alteração da reserva a alocação de passageiros menores de 16 anos em assentos contíguos aos de seu responsável ou familiar, sem cobrança de taxa adicional pela marcação do assento do menor, ressalvadas as hipóteses de mudança de classe ou de escolha de assento com espaço extra para as pernas, hipótese em que o pagamento de taxa adicional será normalmente exigido", diz o texto da agência.
Leia no AINotícia: Esporte: O Panorama da Semana no Futebol, Futsal e Copa do Mundo Leia também: Palmeiras encaminha venda de Allan ao Manchester City: veja valores
Lucro das aéreas
As companhias aéreas brasileiras registraram lucro líquido consolidado de R$ 4,3 bilhões em 2025, segundo o Anuário do Transporte Aéreo 2025 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
No período, a participação dos gastos com combustível, fator de maior peso nos custos das empresas, teve redução de 30,6% para 29,4%, enquanto a participação com seguro, arrendamento e manutenção de aeronaves subiu de 18,8% para 21,2%.
Segundo o relatório, a tarifa doméstica média das passagens caiu 3,3% em 2025 em relação ao ano anterior, em termos reais. O Yield Doméstico Médio, indicador que mede o valor cobrado por quilômetro voado, também recuou 4,9% no período. Mais de esporte
Entre as companhias que operam voos domésticos no Brasil, a Latam teve a maior participação de mercado em 2025, com 39 milhões de passageiros transportados, o equivalente a 38,6% do total. Leia também: Dorival Júnior vê derrota do São Paulo como "inadmissível"
Em seguida aparece a Gol, que reverteu a queda observada em 2024 e respondeu por 31,4% do mercado, com 31,8 milhões de passageiros.
Em terceiro lugar ficou a Azul, com 30,2 milhões de passageiros e participação de 30,2% no mercado doméstico. Apesar do crescimento de 3,2% no número de passageiros transportados, a companhia reduziu em 2,5% a quantidade de voos realizados.


