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Defesa de Bolsonaro reclama ao STF que restrição de visitas é silenciamento

Defesa de Bolsonaro reclama ao STF que restrição de visitas é silenciamento político Advogados argumentam que a proibição de visitas com finalidade político-eleitorais

Defesa de Bolsonaro reclama ao STF que restrição de visitas é silenciamento
Defesa de Bolsonaro reclama ao STF que restrição de visitas é silenciamento político

Advogados argumentam que a proibição de visitas com finalidade político-eleitorais por 90 dias, imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, extrapola os limites da execução penal e viola a liberdade de expressão.


  • A defesa de Jair Bolsonaro (PL) recorreu à Primeira Turma do STF nesta sexta-feira (24) contra a proibição de ele não poder receber visitas político-eleitorais por 90 dias.

  • O ministro Alexandre de Moraes determinou a proibição em 17 de julho, após o senador Flávio Bolsonaro ler uma carta de Jair em suas redes sociais. A medida inclui o 1º turno das eleições presidenciais, em 4 de outubro. Leia também: É #FAKE que Lula defendeu que 'saúde é para quem pode pagar'; posts omitem

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  • Moraes também suspendeu por 30 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência e apadrinhado pelo próprio pai.

  • A defesa de Jair argumenta que a restrição de visitas e manifestações é um silenciamento político. Os advogados alegam que a medida excede a condenação sofrida pelo ex-presidente. Leia também: Caso de mensagens pró-Bolsonaro no PR ainda não foi julgado, a menos de 3 meses Mais de politica

  • Os defensores citam como exemplo e comparam a situação com uma carta de Lula divulgada em 2018 e lida por Fernando Haddad. Na época, o atual presidente estava preso, mas não tinha restrições de comunicação, diferentemente de Bolsonaro.

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