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curaçao x costa do marfim: o impacto imediato para a temporada

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curaçao x costa do marfim: o impacto imediato para a temporada

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Os Países Baixos dão festival, a Alemanha sobrevive a um verdadeiro ataque de nervos e Curaçau chora de alegria com o milagre desta madrugada. Está ao rubro o Mundial 2026, numa altura em que as críticas à seleção portuguesa têm marcado estes últimos dias de trabalho.

Vamos também falar sobre isto nesta edição de " O Campeão É".

Leia no AINotícia: Copa do Mundo: Panorama

Hoje, com a análise do Luís Pinto Coelho, do João Pinto e também do Gabriel Alves. Eu sou o João Costa e Silva, sejam todos muito bem-vindos. Vamos começar precisamente por aí, por essa conferência de imprensa de Diogo Dalot.

As críticas ao plantel da seleção portuguesa têm marcado estes últimos dias, numa altura em que está em Miami. Diogo Dalot, Gabriel, revelou ontem que os jogadores tiveram uma conversa sobre o tema ainda antes deste empate na jornada inaugural. Tiveram outra depois desse empate agora frente à seleção do Congo.

Vamos ter essa resposta também em campo já no próximo jogo. Que impacto é que podem ter estas críticas fora a questão das redes sociais e tudo aquilo que tem surgido também nestes últimos dias, muito à pala da questão de Cristiano Ronaldo? Muito bom dia. Leia também: curaçao x costa do marfim: o impacto imediato para a temporada

Bom dia. Eu acho que fala-se muito, diz-se muito, conversa-se muito. E acho que sim, portanto, a opinião das pessoas, livre e naturalmente deve ser expressa, deve ser divulgada e deve ser dimensionada, mas não há mais nada.

Já lá vão uns dias. Estar expectante em relação àquilo que vai ser a seguir? Sim, estar expectante em relação àquilo que o selecionador, que é o líder do processo e tem que ser o líder do processo, vai efetuar.

Saber qual é o posicionamento desse líder do processo na estrutura onde está envolvido e saber como é que ele pode ou não fazer aquilo que pretende ou não quer fazer. Portanto, há toda uma série de situações a colocar. De resto, isto leva a uma situação que me pareceu desagradável para mim, enquanto português, ler na imprensa internacional há dois dias que Portugal estava à beira de uma guerra civil por causa do Cristiano Ronaldo.

E isto estava na imprensa italiana, na imprensa espanhola, na imprensa por aí. E isto leva a que o país não saia muito bem. Eu acho que as críticas e as pessoas que as têm que fazer, devem as fazer, são livres e fazem, mas temos que ter também a dimensão das coisas, porque isto na imprensa internacional não beneficiou para isso.

Vou já dizer, porque quem não está ligado ao futebol olha para este cartão de visita e diz: " O quê? " Mais de esporte

Pronto. Isto é uma situação que me parece que é importante ter. Agora, Diogo Dalot e todos os portugueses que vêm às conferências de imprensa, se calhar, têm que ser mais lacônicos.

Ia te perguntar isso, Gabriel. Se dar este tipo de palco- Porque se vêm como o Gavi. Eu vou te dizer o que o Gavi disse a seguir ao jogo com o Cabo Verde.

Até transcrevi aqui e cito: " Muitas pessoas não percebem de futebol. É o que é. Leia também: ponto facultativo dia 29: o impacto imediato para a temporada

Fixam-se em preconceitos, gols e assistências. Para mim", estou a citar o Gavi, "futebol é muito mais do que isso, mas pronto, cada um vê como quiser". E acrescentou: "

Olha, Portugal não teve metade das críticas que nós tivemos de Espanha". Portanto, em Espanha foi muito mais. Também são 40 milhões, nós somos nove, 10.

Mas a verdade é esta: é que se o Dalot ou o Rúben Dias tivessem dito isto, ui! Portanto, a questão é esta: críticas, sim, pensamentos, sim, análises, sim.

Acho tudo isso muito bem, mas há coisas que, outras, também me parecem que são questões a serem em conta e obviamente a serem faladas e não ficarmos só no chamado epicentro Cristiano Ronaldo e Robert Martínez. Apontar, sim, mas apontar também soluções. Como eu ontem ouvi, um senhor onde estava o Luís Pinto Coelho sentado.

Fiquei a ouvir até o fim, porque achei que devia de ouvir e depois gostei muito da forma como o Luís Pinto Coelho respondeu. Uhum! E vamos precisamente ao Luís.

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