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Ler matéria →Suiça: Copa do Mundo de Cinema Nos gramados, a Suíça joga defensivamente; na tela do cinema, porém, o país joga avançado, possuindo uma história de respeito na área cinematográfica Por Tem
Que Ver* Em 2026, os suíços chegam à sua 13° participação em Copas do Mundo da FIFA, sendo o sexto torneio consecutivo da seleção carinhosamente chamada de Nati (termo derivado de Nationalmannschaft, que significa seleção nacional, em alemão). Ferrolho Suíço, outra alcunha do selecionado suíço, reflete a histórica capacidade da equipe em jogar a partir de esquemas táticos ultradefensivos e organizados, quase imbatíveis em campo.
Leia no AINotícia: Copa do Mundo 2026: Panorama das e Bastidores do Mundial
Em três oportunidades- 1934, 1938 e 1954- a Suíça alcançou as quartas de final, sua melhor campanha no Mundial. Sob a liderança do veterano Granit Xhaka, jogador do Sunderland, e do técnico Murat Yakin, os helvéticos fizeram uma campanha impecável nas Eliminatórias da UEFA, terminando invictos num grupo que tinha Suécia, Eslovênia e Kosovo como adversários. Nos gramados, a Suíça joga defensivamente; na tela do cinema, porém, o país joga avançado, possuindo uma história de respeito na área cinematográfica.
Essa riqueza reflete o multilinguismo da nação, que possui o alemão, o francês e o italiano como línguas oficias, bem como iniciativas de grande destaque, a exemplo do Festival de Cinema de Locarno, um dos mais prestigiados internacionalmente na atualidade, e o Festival de Cinema de Solothurn, dedicado exclusivamente à produção nacional. A história do cinema suíço em termos mais significativos remonta à década de 1930. Mas foi a partir dos anos 1960 que a produção cinematográfica local passa a ser mais moderna e experimental, influenciada que era pela Nouvelle Vague francesa. Leia também: Copa do Mundo 2026: Panorama das e Bastidores do Mundial

Jean-Luc Godard, um dos maiores cineastas de todos os tempos, era franco-suíço- parte expressiva de sua filmografia contemporânea, inclusive, foi produzida no território da Suíça. Na esteira do case Godard, outros cineastas cravaram seus nomes na linha do tempo do cinema suíço: Alain Tanner, Michel Soutter, Richard Dembo, Edward Berger, Claude Goretta e Xavier Koller. Por duas vezes, o país conquistou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro: em 1984, com o longa Fora de Controle, e em 1991, com o filme
A Viagem da Esperança; Na Copa do Mundo de Cinema, a Suíça será representada por um filme tão "diferente" e singular quanto a sua seleção de futebol costuma ser nos gramados. Nossa escolha foi a animação Minha Vida de Abobrinha (Ma vie de Courgette, em francês), excelente trabalho do diretor Claude Barras.
Lançado no Brasil em 2017, o filme conquistou de maneira profunda o público, a ponto de ser indicado ao Oscar de Melhor Animação. Muito disso se deve à taticidade artesanal do stop motion aqui vista. Trata-se de uma adaptação do romance de Gilles Paris feita por meio do roteiro cirúrgico de Céline Sciamma, que transforma uma premissa potencialmente melodramática— um garoto de nove anos que vai para um orfanato após a morte acidental de sua mãe alcoólatra— em um ensaio poético sobre resiliência, trauma e a formação de microcomunidades afetivas.
* Texto originalmente publicado no portal Tem Que ver Cinema Comentários Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Mais de esporte
Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. O mercado de apostas esportivas e cassinos online segue em expansão no Brasil. Dados da Receita Federal mostram que a arrecadação de impostos das empresas licenciadas saltou de R$ 2,2 bilhões nos quatro primeiros meses de 2025 para R$ 4,5 bilhões no mesmo período de 2026.
O crescimento ocorreu mesmo após restrições impostas pelo governo e pelo Judiciário para determinados grupos de apostadores segundo apuração da Folha. Considerando que a carga tributária representa cerca de 37% da receita das empresas, o setor movimentou aproximadamente R$ 12,2 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano. Em todo o ano de 2025, o faturamento das bets alcançou R$ 36,9 bilhões. Leia também: Esporte: Panorama de Seleções às Vésperas da Copa do Mundo
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, a expectativa é de um novo avanço nas receitas do segmento. Segundo o Ministério da Fazenda, 25 milhões de CPFs realizaram apostas ao longo de 2025. O número era de 17 milhões no primeiro semestre daquele ano.
Atualmente, 85 licenças foram concedidas pelo governo federal, permitindo a operação de 187 sites de apostas no país. A liderança do mercado pertence à Betano, seguida por Bet365, Superbet, SportingBet e Esportes da Sorte. “É um setor que está se consolidando”, afirmou Plínio Lemos Jorge, presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL).
A consultoria H2 Gambling Capital projeta que a Copa do Mundo poderá gerar entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões em novos depósitos para apostas esportivas durante o torneio. A expansão do setor, porém, ocorre em meio a debates sobre dependência, endividamento e saúde mental. Levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que 4,4% dos apostadores enfrentam situação classificada como “jogo problemático”, índice superior à média global.
Entidades do comércio também relacionam o crescimento das apostas ao aumento do endividamento das famílias brasileiras. Outro desafio apontado pelas empresas é a concorrência das plataformas clandestinas. Estudos citados pelo setor estimam que as operações ilegais possam representar entre 41% e 51% do mercado nacional.
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