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Após os ataques a bombas de sexta (24) e sábado (25), que deixaram 14 mortos e pelo menos 38 feridos, o governo da Colômbia afirmou que está reforçando a segurança no país, enquanto oferece recompensas milionárias para capturar líderes do crime organizado colombiano. As autoridades atribuíram o atentado aos dissidentes da guerrilha das Farc, cerca de 1 mês antes das eleições presidencias no país.
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No sábado à noite, o governo anunciou uma ofensiva militar e policial sem precedentes, apoiada por tecnologia de ponta e um fundo de recompensas, para desmantelar as estruturas criminosas que operam no sudoeste do país e restaurar a paz entre os cidadãos. Leia também: Análise: Mais uma vez, um atirador chegou perigosamente perto de Trump
Na sequência dos recentes acontecimentos violentos, o poder executivo realizou uma reunião extraordinária do conselho de segurança em Palmira para definir um plano de ação imediato e, como parte dessas medidas, o Ministro da Defesa, Pedro Sánchez Suárez, ofereceu recompensas de até R$ 7 milhões por informações sobre o indivíduo conhecido pelo pseudónimo “Marlon”, R$ 700 mil por “Max Max” e R$ 280 mil por “Yogui”.
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Além disso, foi estabelecida uma recompensa de cerca de R$ 280 mil para qualquer cidadão que fornecer informações que ajudem a prevenir novos atentados.
Novos pelotões e drones
Em termos de capacidades operacionais, o reforço do aparato de segurança foi confirmado com a chegada de oito novos pelotões do Exército Nacional e dois pelotões blindados. Mais de economia
Essas unidades serão estrategicamente implantadas no sul do Valle del Cauca e no norte do Cauca. Além disso, sistemas aéreos não tripulados (drones) serão implementados para melhorar a vigilância e o monitoramento do território, otimizando a capacidade de resposta da Força Pública. Leia também: Banco Master: PF prepara novas fases da investigação da Compliance Zero
O chefe do Ministério da Defesa foi enfático ao rejeitar o uso de dispositivos explosivos em áreas urbanas e o uso de veículos escolares por grupos armados, classificando-os como uma grave violação do Direito Internacional Humanitário. “Os ataques terroristas são uma demonstração covarde de fraqueza. Ceder é dar espaço ao terrorismo, e não permitiremos que continuem afetando a população civil”, alertou o Ministro Sánchez.
A estratégia abrangente também inclui um foco no enfraquecimento financeiro de grupos criminosos. As operações contra o tráfico de drogas e a mineração ilegal, economias ilícitas que perpetuam a violência na região, serão intensificadas. O ministro enviou uma mensagem direta aos grupos armados: “A melhor opção é submeter-se à justiça; não continuem acumulando crimes graves. A continuidade das atividades terroristas apenas diminui qualquer possibilidade de redução de pena.”
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Equipe InfoMoney
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