Copa 2026 volta ao centro do debate na temporada
Ler matéria →Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. As notícias com Miguel Pina Andrade. Donald Trump diz que o fundo de US$ 300 mil milhões para o Irão não faz parte do acordo para o fim da guerra.
São declarações do presidente norte-americano numa publicação na rede social Truth. Surgem depois do vice-presidente norte-americano ter dito que desde que cumprissem a parte do acordo, o Irão poderia ter acesso a um fundo de reconstrução financiado pelos países do Golfo. Donald Trump escreve que o Irão concordou em nunca ter uma arma nuclear e que o suposto financiamento de US$ 300 mil milhões são notícias falsas.
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O Hamas diz estar satisfeito com o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão. É o que garante o movimento extremista em comunicado. O Hamas espera que o entendimento ajude a pôr fim aos ataques israelitas contra a Faixa de Gaza e acrescenta que a segurança e a estabilidade na região não vão ser alcançadas enquanto Israel continuar a guerra de genocídio, fome e deslocamento forçado do povo palestiniano.
O Hamas sublinha ainda que é necessário abordar o que descreveu como as verdadeiras raízes do conflito. O acordo para o fim das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão deve ser assinado na sexta-feira, na Suíça. Segundo a versão iraniana, os Estados Unidos vão libertar US$ 12 mil milhões bloqueados em bancos estrangeiros e vão permitir também ao país vender petróleo sem limitações.
Do lado de Washington, um alto funcionário do governo norte-americano revela que o texto do acordo do memorando de entendimento deve ser conhecido nos próximos dias. Na análise, o antigo professor catedrático de História na Academia Militar, António José Telo, fala no entendimento frágil, sublinha que é positivo que este memorando tenha sido alcançado. No Gabinete de Guerra, António José Telo fala num documento que pode ser visto como uma vitória para ambos os lados, apesar da fragilidade que apresenta. Leia também: Turquia x Paraguai volta ao centro do debate na temporada
É um memorando que tem muitas fragilidades, mas o facto de ele entrar em vigor, em si, representa uma importante vitória para os Estados Unidos e uma importante vitória para os moderados do Irão, porque o Irão está extremamente dividido. Há muitas fações lá dentro, há muitas capelas, mas há uma divisão, no essencial, entre moderados e fundamentalistas. Análise de António José Telo no Gabinete de Guerra, a dar conta da fragilidade do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.
Um bombardeiro B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos despenhou-se ao final da tarde desta segunda-feira, na Califórnia. Há registro de oito mortes, todos os tripulantes da aeronave que caiu durante um exercício de rotina, pouco depois de levantar voo da Base Aérea de Edwards. As causas do acidente são para já desconhecidas e estão a ser investigadas.
Na política nacional, os líderes partidários e de grupos parlamentares convidados para a estreia da Seleção do Mundial não estão sujeitos à autorização de Aguiar Branco, nem ao limite de ofertas até € 150. Em causa estão os convites feitos pela Federação Portuguesa de Futebol para o jogo de estreia de Portugal no Campeonato do Mundo de Futebol frente à República Democrática do Congo. O coordenador de política da Rádio Observador, o jornalista Miguel Viteiro Dias, explica que estes convites beneficiam de uma cláusula de exclusão.
A lei diz que para convites dirigidos a órgãos partidários, nos quais se inclui também o grupo parlamentar, a fiscalização não é feita pelo Parlamento, mas sim pela Lei de Financiamento dos Partidos Políticos. Ou seja, a existir algum tipo de fiscalização, será a posteriori. Aguiar Branco explica que, sendo este convite da Federação pessoal e intransmissível e dirigido diretamente aos líderes, não é dirigido a um deputado de forma autónoma.
Neste caso, Aguiar Branco só teria que se pronunciar se os convites fossem dirigidos a deputados de forma individual e não a titulares de cargos, como é o caso dos líderes partidários ou parlamentares. Assim, os convidados são todos eles deputados, podem ainda assim escapar a este limite dos € 150 impostos na lei e no código de conduta do Parlamento. O jornalista Miguel Viteiro Dias, no episódio desta segunda-feira dos "Passos Perdidos". Mais de esporte
Em resposta ao Observador, o gabinete de José Pedro Aguiar Branco diz que em caso de novos convites dirigidos a deputados a título individual, essas situações vão ser apreciadas nos termos da lei e aí sim aplica-se o código de conduta da Assembleia da República. Começam esta terça-feira os exames nacionais. São mais de 165 mil os alunos inscritos para a primeira fase.
Neste ano há mudanças, não para os estudantes, mas sim para os professores. Pela primeira vez, a classificação dos exames vai ser feita através de uma plataforma digital. Filinto Lima, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas, assegura que está tudo a postos nas escolas portuguesas para o início dos exames nacionais.
De facto, é um processo muito complexo. Ao contrário do processo do ano passado, que- Não era este o som que queríamos escutar. Vamos escutar agora sim o som em que Filinto Lima assegura que está tudo pronto para o início dos exames nacionais. Leia também: Ironia, Iră é líder do grupo e Lenini faz gol na Copa de Trump
Sim, está tudo a postos para dar início à época de exames, embora a grande alteração seja a forma de corrigir estas provas. As provas do 12° ano e do 11° anos Vão ser corrigidas de forma digital, é a grande mudança. Já no ano passado isso aconteceu em sede de ensaio com a prova de Filosofia e ao que parece correu muito bem.
E o Ministro da Educação quer estender essa forma de corrigir as provas a todas as disciplinas. E esta vai ser a grande mudança, que é uma grande responsabilidade, neste caso concreto, para o Ministério da Educação, porque é algo que sai da alçada das escolas, dos diretores, e que passa claramente para a alçada do Ministério da Educação, embora nós pensemos que o caminho é mesmo esse, o caminho é o digital, o caminho é a correção dessas provas por este formato. O novo modelo de correção obriga a digitalização de grande parte das provas, à exceção do exame de Geometria Descritiva e Desenho A.
A digitalização vai ser feita nas instalações da Imprensa Nacional Casa da Moeda, em Mem Martins, uma operação que envolve mais de 5 mil elementos da PSP e da GNR. Filinto Lima sublinha que se trata de uma operação complexa, mas aplaude a coragem política do Ministro da Educação, Fernando Alexandre, em avançar com o novo formato. De facto, é um processo muito complexo.
Ao contrário do processo do ano passado, que abarcou cerca de 20 mil provas de Filosofia, este ano serão digitalizadas 300 mil provas, ou seja, milhões de folhas. É uma mudança enorme, é uma mudança de paradigma também, e que traz os seus riscos e portanto há aqui uma grande responsabilidade. Houve aqui uma grande coragem política da parte deste ministro da Educação em dar este passo gigante.
Portanto, teremos que aguardar para perceber, no final destes 10 dias de prova, vão ser cerca de duas semanas de provas, se o caminho a seguir de futuro será este. Filinto Lima, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas, que admite ainda assim que a comunicação do Ministério com as escolas não foi a melhor e pecou por ser tardia. O PSD vai evitar o confronto direto com o Presidente da República após o veto à lei das bandeiras ideológicas em edifícios públicos.


