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Sonic finalmente é lançado — preços partem de R$ 130.000 A Chevrolet finalmente encerrou sua novelinha de teasers e revelou o Sonic oficialmente na noite desta última quinta-feira (7). O modelo — sabe-se lá por quê — vem sendo chamado de “SUV cupê” e foi projetado para se encaixar milimetricamente no espaço que existe entre o Onix e o Tracker para concorrer com os novos “SUV” compactos de entrada como o VW Tera em suas versões mais caras, o VW Nivus Sense, o Fiat Pulse e Fastback, e o Citroën Basalt e C3 Aircross.
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Por mais que a GM insista em chamá-lo de “SUV cupê”, basta ter visão funcional para perceber que ele é um hatchback transformado em SUV, como todos os seus concorrentes — e como deixa claro o entre-eixos de 2,55 m compartilhado com o Onix hatch. Não há nada errado nisso — não estamos desmerecendo. A questão é que um SUV compacto não vira cupê só por que você deu esse nome a ele, da mesma forma que a palavra fogo não queima.
O Sonic, na verdade, usa um artifício de design para se fazer parecer um SUV cupê — a coluna C com uma curva côncava e o spoiler traseiro que prolonga o teto e permitiu a inclinação maior do vigia, além do painel traseiro mais proeminente passam essa impressão de que ele tem um caimento de “cupê”, mas basta comparar a silhueta do Sonic à do Onix — e também à do Tera e à do Basalt, e à do Fastback para notar que esse papo de “cupê” faz tanto sentido quanto o Kwid ser um SUV (lembra dessa?). Não por acaso, todas as fotos de perfil do Sonic são meio de lado, em um ângulo que faz ele parecer realmente um cupê. Não há uma única foto perpendicular à lateral do carro.
Onde ele se distancia de verdade do Onix é no motor: o 1.0 turbo de três cilindros tem a mesma injeção direta e a mesma calibração usada no Tracker de entrada, o que dá a ele 115 cv e 18,9 kgfm. São números superiores aos do Onix, mas inferiores aos do Nivus e do Fastback e pareados aos do Tera TSI, do Pulse 1.3 e do Basalt 1.0 turbo. Isso é um problema quando você tem o Fiat Fastback e o Nivus — ambos em versões de entrada — entregando silhueta cupê bem mais notável e mais potência por cerca de R$ 120.000 enquanto o Sonic de entrada custa R$ 130.000 (R$ 129.990). Leia também: Marlene Casanova: Ícone LGBT+ do Rio morre aos 83 anos
É este o preço promocional de lançamento da versão Premier. Claro, ele tenta justificar o preço extra com uma lista de equipamentos que inclui bancos de couro sintético, seis airbags, ar-condicionado digital, além de assistências como alerta de colisão frontal, frenagem autônoma, alerta de ponto cego e assistência de permanência em faixa, que Nivus e Fastback não têm. Acima está a versão RS que, lembre-se, nunca foi esportiva na história da GM, e sim um pacote “lifestyle”.
Ela custa R$ 135.990 (também valor promocional) e traz acendimento automático de faróis altos, revestimento em couro sintético preto Jet Black, pintura de dois tons, cintos vermelhos, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e assistente de estacionamento automático (Easy Park). Esta é a versão mais competitiva, pois encosta no preço do Tera High, porém oferece a assistência de estacionamento que o VW não tem.
O Fiat Fastback também só oferece isso nas versões fora do espectro do Sonic. Na prática, a GM quer convencer o público a trocar um pouco de potência por conveniência para quem compara o Sonic ao Nivus e ao Fastback (talvez daí a insistência em chamá-lo de “SUV cupê”), enquanto oferece um pouco mais que rivais de mesmo preço e potência como o Tera e o Basalt. Aqui é bom lembrar que os preços são promocionais, e devem ser reajustados sutilmente algumas semanas após o lançamento.

Por último, para convencer quem desconfia da infame correia dentada banhada a óleo, a GM anunciou garantia de 15 anos para o componente e cinco anos de garantia total para o carro. (Leo Contesini) Porsche Taycan com kit Manthey Racing quebra dois recordes em Nürburgring
Parece que estamos em uma temporada quente para recordes de Nürburgring Norsdschleife. E a marca mais recente veio em dose dupla: o Porsche Taycan Turbo GT, equipado com o novo kit de pista da Manthey Racing, acaba de se tornar o carro elétrico mais rápido e o sedã mais rápido no Green Hell. O tempo obtido pelo piloto de testes Lars Kern marcou 6:55,553 — quatro segundos a menos que o Yamgwang U9, último recordista entre os elétricos; e nove segundos a menos que o Xiaomi SU7 Ultra, que detinha o recorde para sedãs. Mais de noticia
Além disso, o Taycan Turbo GT com o kit da Manthey também foi 12 segundos mais rápido que a versão sem preparação — que também foi levada ao Nordschleife com Lars Kern ao volante. É uma diferença absurda, mas as modificações exetenas incluídas no kit ajudam a entender como o desempenho subiu tanto. O pacote da Manthey Racing inclui para-lamas alargados e uma enorme asa traseira — que, segundo a Porsche, mais do que triplica a downforce a 200 km/h, passando de 95 kg para 310 kg; e consegue gerar 740 kg de downforce na velocidade máxima de 308 km/h.
Também conta com um novos spoilers nos para-choques dianteiro e traseiro, defletores no assoalho e coberturas aerodinâmicas para as rodas traseiras, ao melhor estilo race car. Deixando de lado o oxímoro de um carro elétrico ter “turbo” no nome, o Taycan Turbo S também recebeu um aumento significativo na potência. Graças à maior capacidade de descarga, indo de 1.100 para 1.300 amperes, o conjunto de propulsão elétrico vai de 787 cv para 813 cv no modo normal, com um pico de 991 cv por dez segundos ao acionar o “Attack Mode”.
Além disso, para arrancadas, é possível liberar 1.033 cv por um curto período ao ativar o controle de largada — o que vale também para o Taycan Turbo GT sem o pacote da Manthey Racing, é bom frisar. No carro recordista de Nürburgring também foram instaladas rodas mais leves e pneus Pirelli P-Zero Trofeo RS — que são homologados para uso nas ruas mas foram feitos para bater tempos de volta em pista seca. Todas essas modificações, bem como ajustes personalizados para o sistema de suspensão ativa, estarão disponíveis em breve na versão comercial do pacote da Manthey Racing para o Porsche Taycan Turbo S. Leia também: Mãe denuncia esgoto e falta de insumos em hospital infantil do AC
E tudo com o aval da fabricante. É claro que quem tem um Porsche para usar a sério na pista dificilmente opta pelo Taycan, mas se existe a oferta, é porque o pessoal de Weiisach sabe que há demanda. E há poucos argumentos mais convincentes que um recorde em Nürburgring.
(Dalmo Hernandes) Ineos terá plataformas compartilhadas em novos modelos compactos A Ineos Automotive, nascida sob o ideal romântico de Sir Jim Ratcliffe de resgatar a essência do Land Rover Defender original dos jipes puristas com o Grenadier, está mudando drasticamente sua estratégia industrial para acelerar sua expansão e conter custos.

A CEO da marca, Lynn Calder, confirmou que a empresa não pretende mais desenvolver nenhum veículo “do zero”, como fez com o Grenadier, optando agora por parcerias tecnológicas para ampliar sua gama de modelos. O objetivo central dessa nova fase é ganhar agilidade, permitindo que novos utilitários 4×4 cheguem ao mercado em um intervalo de tempo muito menor do que o ciclo de desenvolvimento tradicional exigiria. Essa mudança afeta diretamente o desenvolvimento do Fusilier, o segundo modelo da marca, que será equipado com extensor de autonomia e foi adiado para 2028.
Calder revelou que outros dois modelos estão nos planos para depois do Fusilier, mas deixou claro que nenhum deles utilizará a base mecânica do Grenadier. Para os entusiastas que esperavam uma versão de entre-eixos curto (SWB) do Grenadier original, a notícia é um balde de água fria: a marca não pretende realizar modificações estruturais na plataforma atual, focando seus recursos em utilitários inteiramente novos e de menor porte. O caminho para viabilizar esses projetos deve passar pela China, claro.
Embora a Ineos ainda não confirme nomes, circulam informações de que a marca manteve conversas com a Chery para utilizar a plataforma de sua divisão de off-roads eletrificados, a iCar, especificamente para o Fusilier. A Ineos busca estabilidade financeira após enfrentar desafios severos, como a interrupção no fornecimento de bancos pela Recaro e o aumento súbito das tarifas de importação nos EUA, que saltaram de 2,5% para 15% no ano passado. Mesmo com esse cenário adverso, os EUA já representam 65% das vendas globais da marca, que totalizaram 35.000 unidades desde o início da produção em 2022.
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