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Chefe do FMI alerta para novo choque global: “Precisamos pensar no impensável”

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante uma entrevista à Reuters, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev

Chefe do FMI alerta para novo choque global: “Precisamos pensar no impensável”
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante uma entrevista à Reuters, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev, Ucrânia, em 15 de janeiro de 2026. REUTERS/Valentyn Ogirenko
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante uma entrevista à Reuters, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev, Ucrânia, em 15 de janeiro de 2026. REUTERS/Valentyn Ogirenko

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou estar preocupada com a possibilidade de novos choques na economia global e se líderes estão fazendo o suficiente para evitá-los ou resistir a eles.

“Me preocupo que pessoas não entendam que temos que pensar sobre o impensável. Me preocupo que não estamos nos preparando o suficiente para o próximo choque que está por vir. Não sei o que será, mas sei que teremos um”, disse, em entrevista nesta segunda-feira para podcast da Bloomberg.

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Georgieva ponderou que o mundo deve lidar com choques cada vez mais frequentes e que os líderes precisam preparar seus países para se tornarem mais resilientes.

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Ao comentar sobre sua trajetória no FMI, a diretora-gerente destacou como a instituição tem auxiliado na recuperação de várias economias ao longo de sua história. “Grécia, Islândia e outros países seguiram nossas recomendações, fizeram reformas e se tornaram algumas das economias com melhor performance do mundo”, apontou.

Sobre inteligência artificial (IA), Georgieva observou que estão em discussão três modelos centrais de regulação para a tecnologia, feitos pelos EUA, União Europeia (UE) e China. Mais de economia

Segundo ela, caberá à Organização das Nações Unidas (ONU) decidir qual conjunto de regras será capaz de direcionar a presença da IA na sociedade, como lucros corporativos podem ser distribuídos, riscos para a estabilidade financeira, entre outros. Leia também: Durigan: vamos fazer força tarefa e publicar todos os processos de bets

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