ChatGPT perde espaço para Gemini e Claude no ambiente de trabalho Pesquisa mostra que OpenAI dominava quase 100% do uso corporativo de IA em 2023, mas agora divide espaço com concorrentes em forte crescimento. Pesquisa mostra que OpenAI dominava quase 100% do uso corporativo de IA em 2023, mas agora divide espaço com concorrentes em forte crescimento.
O uso de inteligência artificial no ambiente de trabalho disparou desde 2023, mas o ChatGPT já não reina absoluto. Um relatório divulgado pela empresa de monitoramento DeskTime revela que os profissionais estão buscando um conjunto mais variado de ferramentas, como o Google Gemini e o Claude, da Anthropic. A IA da OpenAI ainda é a mais popular, com uma fatia de 74,7% de uso nos escritórios dos Estados Unidos.
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No entanto, se antes o chatbot era sinônimo de “inteligência artificial para qualquer tarefa”, hoje os funcionários diversificam os fluxos de trabalho e procuram soluções mais alinhadas às suas rotinas, aponta o estudo repercutido pelo TechRadar. A pesquisa ouviu diretamente 2.385 funcionários de 97 empresas, mas também usou resultados de sua própria base de monitoramento global. Ainda assim, a maior parte dos dados se concentra nos EUA, principal mercado dessas ferramentas.
A adoção da IA nos escritórios quase triplicou, ano a ano, entre 2023 e 2025. Mas os dados anônimos de 50 mil usuários ao redor do mundo, que a plataforma utilizou para compor o estudo, revelam uma clara mudança de comportamento em relação às plataformas escolhidas: Segundo o CEO da DeskTime, Artis Rozentals, o mercado corporativo começou a separar o entusiasmo inicial da utilidade prática, mostrando que os profissionais preferem explorar novas tecnologias a ficarem presos a uma única interface familiar.
Nesse novo cenário, o Google Gemini desponta como o principal rival da OpenAI no mundo corporativo, abocanhando 14,3% do tempo total de uso de IA monitorado globalmente em 2026. O Claude aparece logo na sequência, com 8,5%, e se destaca por registrar o crescimento mais rápido deste ano. Segundo a pesquisa, ambos conseguem converter usuários casuais em recorrentes com uma velocidade que o ChatGPT já não consegue acompanhar. Mais de tecnologia
Enquanto o mercado se transforma, outras soluções caminham a passos lentos. O Microsoft Copilot, curiosamente, mantém uma participação estagnada na casa de 1% há vários anos, sem sinais de decolagem ou colapso. Já ferramentas focadas em nichos, como Perplexity e Mistral, ainda não alcançaram impacto significativo no uso diário dos escritórios. Leia também: Panorama Tech: Google, Samsung e o Espaço em Destaque
Embora os dados reflitam a base específica da DeskTime, a tendência parece ser de que a era de dominação do ChatGPT no trabalho chegou ao fim e deu lugar a um ecossistema bem mais competitivo. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }
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