Denúncia de assédio coloca pai contra: o detalhe que mais repercutiu
Ler matéria →Diretor de ‘ Jogada de Risco’ revela bastidores da série e do ambicioso filme ‘Antártida’ Longa que abre o Festival de Gramado 2026 usou tecnologia hollywoodiana; série do Globoplay conta os bastidores do futebol
A nova série original do Globoplay, Jogada de Risco, e o filme de abertura do 54º Festival de Gramado, Antártida, têm algo em comum: ambos foram dirigidos por Bruno Safadi. O carioca nascido em 1980 tem uma longeva carreira no cinema independente e, nos últimos anos, também tem construído uma trajetória sólida na TV. Em 2026, teve o desafio de tocar esses dois projetos importantes em paralelo.
Leia no AINotícia: Entretenimento: Panorama | Filmes, Peças e Literatura em Destaque
Os dois primeiros episódios de Jogada de Risco chegaram nesta quinta-feira (23) ao Globoplay. A série mistura drama e comédia para revelar os bastidores do futebol. Disputas de poder, dramas familiares, negociações tensas, contratos, traições silenciosas e jogos de influência moldam esse ecossistema.
“É uma série que lida com ética, saúde mental, homossexualidade no esporte brasileiro e casas de aposta, as bets. São quatro temas que estão fortemente presentes nessa primeira temporada e que também moldam a série, mas com muito humor, apesar desses temas pesados e fortes”, diz Bruno. Idealizada e protagonizada por Cauã Reymond, ‘Jogada de Risco’ tem criação de Thiago Dottori, Sofia Maria e Cauã Reymond, roteiro final de Thiago Dottori, supervisão de texto de Lucas Paraizo, produção de Isabela Bellenzani e direção de gênero Dramaturgia de José Luiz Villamarim. Leia também: Denúncia de assédio coloca pai contra: o detalhe que mais repercutiu
Cauã vive Maurício, um ex-jogador de futebol que passa a agenciar jovens talentos, tentando reconstruir a vida e alcançar, fora dos gramados, o sucesso que não conquistou como atleta. Ele tem a ajuda da advogada Cris (Mariana Sena) no negócio. A cada episódio, a dupla se divide para resolver os impasses de seus clientes e jogadores do time Atlântico Futebol e Regatas.
Marcos Frota, Leticia Colin, Marcelo Adnet, Maria Bopp, Juan Paiva e Cauê Campos também estão no elenco. Os próximos episódios chegam ao streaming nos dias 30 de julho e 6 e 13 de agosto. Filme de abertura do Festival de Gramado 2026 usa tecnologia inédita no Brasil Antártida terá sua estreia como filme de abertura do 54º Festival de Gramado, no dia 14 de agosto e chega aos cinemas brasileiros em 17 de setembro.
O elenco estrelado é composto por Andréa Beltrão, Leandra Leal, Marina Ruy Barbosa, Antonio Calloni, Lázaro Ramos e João Vitor Silva. Escrito por Claudia Jouvin e produzido pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo em coprodução com a TV Globo, o longa acompanha uma equipe brasileira de cientistas e militares na Antártida. O grupo se prepara para enfrentar o inverno rigoroso na base quando uma das mulheres– Inês, personagem de Marina Ruy Barbosa– sofre uma violência sexual.
A situação torna todos os homens suspeitos e, sob clima de tensão e desconfiança, as mulheres precisam se unir em busca do criminoso. A história mistura suspense, ação e drama. A equipe de produção enfrentou um desafio crucial: fazer com que este seja um filme realista e que realmente parece se passar na Antártida, com seu deserto gelado dominado por imensas planícies brancas, montanhas pontiagudas e icebergs colossais, mesmo sendo gravado no Rio de Janeiro. Mais de entretenimento
A solução foi ser o primeiro longa-metragem brasileiro a ser gravado inteiramente utilizando a técnica de Produção Virtual. “Ela é um painel de LED e há um sensor que conecta o que está sendo projetado no painel à câmera de filmagem. Então, quando você filma, o que está dentro do painel responde sincronicamente aos movimentos da câmera.
É como se houvesse uma junção do mundo real com o mundo virtual. Claro, você precisa trabalhar para isso ficar bem feito. Mas quando você consegue tornar crível a imagem, ela vira uma imagem só. Leia também: Jogada de Risco volta ao noticiário após novo desdobramento
O virtual se funde ao real”, explica Bruno. O longa foi filmado em um espaço de mais de 1.500 m², localizado no Rio de Janeiro, que conta com câmeras autotracking de alta precisão, recursos de Inteligência Artificial e Realidade Aumentada e mais de 300 m² de telas de LED. A tecnologia foi adquirida em 2023 pela Globo e Safadi foi responsável pelos testes iniciais, já em cinco cenas de Antártida.
Para garantir que o aparato fosse usado do melhor jeito possível, a equipe teve um ano apenas na pré-produção do longa, um período de tempo raro para o cinema. “Eu me reunia já no momento de escritura do roteiro com a Claudia e a equipe técnica, para entender o que poderia ser feito com qualidade e o que era melhor transformar, desenhei com storyboard todas as cenas e depois passamos um mês discutindo como poderia ser feito cada plano do filme”, diz Bruno. A isso, foram somadas imagens captadas na Patagônia através de câmeras 360, cenários físicos dentro do estúdio e testes de cenas com dublês.
“ Filmes como este anteriormente, se eles eram feitos em estúdio, eram feitos com o famoso chroma key, aquele tecido verde ou azul. O telão de produção virtual permite que a imagem já esteja lá durante a filmagem.
Então, para os atores e para a equipe, há uma imersão total dentro da realização desde sua filmagem”, acrescenta. A produção virtual foi usada em produções hollywoodianas como a série The Mandalorian (2019-), Disney+, e 1899 (2022), da Netflix, e o filme O Céu da Meia-Noite (2020), dirigido e protagonizado por George Clooney.
Leia também no AINotícia
- Denúncia de assédio coloca pai contra: o detalhe que mais repercutiuEntretenimento · agora
- ‘Todo mundo sem roupa’, diz Letícia Colin sobre os bastidores de ‘JogadaEntretenimento · 4h atrás
- ‘Todo mundo sem roupa’, diz Letícia Colin sobre os bastidores de ‘JogadaEntretenimento · 4h atrás
- João Gomes é internado em hospital no Recife; vídeo mostra cantor no leitoEntretenimento · 4h atrás

