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Caso Henry Borel ganha destaque após novo desdobramento

Caso Henry Borel: Gilmar rejeita recurso e mantém ordem de prisão da mãe Decano da Suprema Corte afirmou que a manutenção da prisão não implica no direito de defesa de

Caso Henry Borel ganha destaque após novo desdobramento em <p>caso henry borel: gilmar rejeita recurso e mantém ordem de prisão da mãe decano da suprema corte afirmou que a manutenção da prisão não implica no direito de defesa de monique medeiros; defesa informou que já entrou com novos recursos o ministro gilmar mendes, do supremo tribunal federal (stf), rejeitou os recursos da defesa de monique medeiros e manteve a ordem de prisão imediata contra a mãe do menino henry borel.</p> <p>ela é acusada pela morte do filho, em março de 2021. nos embargos apresentados pelos advogados de monique, a defesa apontou supostas contradições e omissões, e defenderam que o juízo de primeiro grau teria competência para avaliar os recursos contra a prisão preventiva. a decisão do ministro gilmar mendes analisava a ordem que reestabelecia a prisão preventiva de monique medeiros, assinada pelo ministro na última sexta-feira (17).</p> <p>a prisão de monique havia sido revogada pelo juízo da 2ª vara criminal do rio de janeiro em 23 de março de 2026, sob o fundamento de excesso de prazo injustificado para o julgamento. o júri popular que julgaria monique e o outro réu da ação, o ex-vereador dr. jairinho, foi adiado após a defesa dele abandonar o plenário. a ação foi classificada pelo ministro do stf como uma manobra da defesa.</p> <p>na nova decisão, o decano da suprema corte afirma que o fato de monique estar presa não implica no direito a ampla defesa. "</p> <p>assim como foi possível exercer seu direito de se reunir com sua defesa possível fim de se preparar para a sessão adiada, poderá renovar o ato, mesmo privada de liberdade", afirmou. o ministro também deu um prazo de 24 hora para a secretaria de estado de polícia penal do estado do rio de janeiro informe o local onde a mãe de henry borel deverá permanecer presa até a data do próximo júri, marcado para o final de maio. à cnn brasil, a defesa de monique informou que deu entrada a novos embargos ainda no sábado (18) e aguarda decisão do ministro gilmar mendes.</p> <p>entenda caso henry borel o caso do menino henry borel, morto no dia 8 de março de 2021, gerou grande repercussão nacional pelas circunstâncias que permeiam a morte da criança. monique medeiros e o ex-vereador dr. jairinho, mãe e padrasto do garoto, ambos réus no processo, passam por julgamento em júri popular no tribunal de justiça do estado do rio de janeiro, na próxima segunda-feira (23).</p> <p>a cnn brasil separou os principais detalhes das investigações e te mostra o que se sabe até hoje sobre as pistas do caso. entenda abaixo: ida ao hospital</p> <p>a história da morte de henry borel, há 5 anos, começou no apartamento onde monique medeiros e jairo souza santos júnior moravam. segundo as investigações, o casal levou a criança desacordada para o hospital, onde os médicos constataram que o menino já chegou sem vida à unidade. quando questionados, monique e jairinho alegaram aos investigadores do caso que henry teria sofrido um acidente doméstico, ao cair da cama onde dormia.</p> <p>porém, a perícia descartou a possibilidade de queda acidental devido à gravidade dos ferimentos apresentados pela criança. laudo do iml após a constatação da morte, foram identificadas múltiplas lesões no corpo de henry.</p> <p>como parte das apurações, o laudo de necropsia do iml (instituto médico legal) revelou que o menino sofreu 23 ferimentos. a causa da morte foi constatada como hemorragia interna e laceração hepática (rompimento do fígado) por ação contundente, além de lesões na cabeça, nariz, rins, pulmões e hematomas no abdômen e punho. tecnologia israelense</p> <p>como forma de avançar nas investigações, foram realizadas apreensões de celulares e computadores. a partir das ações, foi usada uma tecnologia israelense nos aparelhos para recuperar mensagens apagadas no celular de monique. por meio dos registros, a polícia soube que a mãe de henry já havia sido alertada por uma babá sobre agressões que jairinho cometia contra o filho dela há um mês da morte do menino.</p> <p>as mensagens também demonstraram que a criança era submetida a uma rotina de agressões e torturas cometidas por jairinho. as descobertas fizeram com que a polícia civil concluísse que as violências ocorriam com consentimento de monique. indiciamento</p> <p>as pistas obtidas reforçaram a tese de que monique tentou mascarar as agressões e teria prestado declarações falsas no hospital. o objetivo seria evitar a responsabilização penal do companheiro. a investigação fundamentou a denúncia do ministério público, que acusa o casal de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.</p> <p>monique responde ainda por falsidade ideológica, por ter, segundo as investigações, mentido no hospital para acobertar o companheiro e proteger o crime.</p>

Caso Henry Borel: Gilmar rejeita recurso e mantém ordem de prisão da mãe Decano da Suprema Corte afirmou que a manutenção da prisão não implica no direito de defesa de Monique Medeiros; defesa informou que já entrou com novos recursos O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou os recursos da defesa de Monique Medeiros e manteve a ordem de prisão imediata contra a mãe do menino Henry Borel.

Ela é acusada pela morte do filho, em março de 2021. Nos embargos apresentados pelos advogados de Monique, a defesa apontou supostas contradições e omissões, e defenderam que o juízo de Primeiro Grau teria competência para avaliar os recursos contra a prisão preventiva. A decisão do ministro Gilmar Mendes analisava a ordem que reestabelecia a prisão preventiva de Monique Medeiros, assinada pelo ministro na última sexta-feira (17).

A prisão de Monique havia sido revogada pelo Juízo da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro em 23 de março de 2026, sob o fundamento de excesso de prazo injustificado para o julgamento. O júri popular que julgaria Monique e o outro réu da ação, o ex-vereador Dr. Jairinho, foi adiado após a defesa dele abandonar o plenário. A ação foi classificada pelo ministro do STF como uma manobra da defesa.

Na nova decisão, o decano da Suprema Corte afirma que o fato de Monique estar presa não implica no direito a ampla defesa. "

Assim como foi possível exercer seu direito de se reunir com sua defesa possível fim de se preparar para a sessão adiada, poderá renovar o ato, mesmo privada de liberdade", afirmou. O ministro também deu um prazo de 24 hora para a Secretaria de Estado de Polícia Penal do Estado do Rio de Janeiro informe o local onde a mãe de Henry Borel deverá permanecer presa até a data do próximo júri, marcado para o final de maio. À CNN Brasil, a defesa de Monique informou que deu entrada a novos embargos ainda no sábado (18) e aguarda decisão do ministro Gilmar Mendes. Leia também: Imposto do pecado ganha destaque após novo desdobramento em empório em são

Entenda caso Henry Borel O caso do menino Henry Borel, morto no dia 8 de março de 2021, gerou grande repercussão nacional pelas circunstâncias que permeiam a morte da criança. Monique Medeiros e o ex-vereador Dr. Jairinho, mãe e padrasto do garoto, ambos réus no processo, passam por julgamento em júri popular no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira (23).

A CNN Brasil separou os principais detalhes das investigações e te mostra o que se sabe até hoje sobre as pistas do caso. Entenda abaixo: Ida ao hospital

A história da morte de Henry Borel, há 5 anos, começou no apartamento onde Monique Medeiros e Jairo Souza Santos Júnior moravam. Segundo as investigações, o casal levou a criança desacordada para o hospital, onde os médicos constataram que o menino já chegou sem vida à unidade. Quando questionados, Monique e Jairinho alegaram aos investigadores do caso que Henry teria sofrido um acidente doméstico, ao cair da cama onde dormia.

Porém, a perícia descartou a possibilidade de queda acidental devido à gravidade dos ferimentos apresentados pela criança. Laudo do IML Após a constatação da morte, foram identificadas múltiplas lesões no corpo de Henry. Mais de noticia

Como parte das apurações, o laudo de necropsia do IML (Instituto Médico Legal) revelou que o menino sofreu 23 ferimentos. A causa da morte foi constatada como hemorragia interna e laceração hepática (rompimento do fígado) por ação contundente, além de lesões na cabeça, nariz, rins, pulmões e hematomas no abdômen e punho. Tecnologia israelense

Como forma de avançar nas investigações, foram realizadas apreensões de celulares e computadores. A partir das ações, foi usada uma tecnologia israelense nos aparelhos para recuperar mensagens apagadas no celular de Monique. Por meio dos registros, a polícia soube que a mãe de Henry já havia sido alertada por uma babá sobre agressões que Jairinho cometia contra o filho dela há um mês da morte do menino. Leia também: +Milionária acumula R$ 62 milhões e sorteios de sábado registram prêmios em

As mensagens também demonstraram que a criança era submetida a uma rotina de agressões e torturas cometidas por Jairinho. As descobertas fizeram com que a Polícia Civil concluísse que as violências ocorriam com consentimento de Monique. Indiciamento

As pistas obtidas reforçaram a tese de que Monique tentou mascarar as agressões e teria prestado declarações falsas no hospital. O objetivo seria evitar a responsabilização penal do companheiro. A investigação fundamentou a denúncia do Ministério Público, que acusa o casal de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.

Monique responde ainda por falsidade ideológica, por ter, segundo as investigações, mentido no hospital para acobertar o companheiro e proteger o crime.

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