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Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições

Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições A ministra afirmou que a iniciativa seria direcionada a situações de risco

Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições
Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições
A ministra afirmou que a iniciativa seria direcionada a situações de risco iminente, funcionando como um mecanismo de resposta rápida para prevenir episódios de violência
4 dez. 2025 - Ministra Cármen Lúcia em sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Antonio Augusto/STF
4 dez. 2025 - Ministra Cármen Lúcia em sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Antonio Augusto/STF

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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs, já para as eleições de 2026, a criação de brigadas eleitorais para segurança de candidatas mulheres. A declaração ocorreu durante aula magna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na última sexta-feira, 24, com o tema “Violência contra a mulher: desafios contemporâneos e caminhos para o enfrentamento”.

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Na ocasião, a ministra afirmou que a iniciativa seria direcionada a situações de risco iminente, funcionando como um mecanismo de resposta rápida para prevenir episódios de violência durante a campanha e o pleito. Leia também: AtlasIntel: Haddad registra 40% contra Flávio 39%, mas não replica desempenho de Lula

“Que nós criemos também brigadas eleitorais para as candidatas mulheres, porque, se a gente não criar, vamos ter cada vez mais violência sendo praticada”, declarou a ministra.

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Ela explicou que a proposta funcionaria de forma semelhante à Patrulha Maria da Penha, serviço especializado da Polícia Militar ou da Guarda Municipal que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas de urgência para mulheres vítimas de violência doméstica. O programa realiza visitas periódicas, oferece atendimento humanizado e atua na prevenção e na redução da reincidência de agressões.

“Estou propondo até pela minha experiência como presidente das eleições de 2024, que a gente comece criando, como temos a brigada Maria da Penha, que são brigadas que são chamadas quando a mulher esteja passando por uma situação de violência e acione imediatamente para evitar o pior desfecho”, afirmou. Mais de economia

Cármen Lúcia esteve na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições municipais de 2024. Ela antecipou para o dia 14 deste mês sua saída do cargo, que será assumido pelo ministro Nunes Marques.

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“A eleição (de 2024) deu certo. Os eleitores foram votar, não fizeram o que tinham que votar e à noite eu dei o resultado, acabou a conversa. Nós queremos a paz democrática, a paz que é o equilíbrio no movimento com respeito a todos os direitos”, disse ainda a ministra.

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