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Canetas emagrecedoras ganha destaque após novo desdobramento em canetas

Canetas emagrecedoras: o que você precisa saber antes de usar Endocrinologista detalha o funcionamento, as indicações e os riscos do uso indevido e de fórmulas vendidas

Canetas emagrecedoras ganha destaque após novo desdobramento em canetas

Canetas emagrecedoras: o que você precisa saber antes de usar Endocrinologista detalha o funcionamento, as indicações e os riscos do uso indevido e de fórmulas vendidas pelo mercado ilegal As canetas emagrecedoras revolucionaram o tratamento da obesidade e da diabetes. Mais do que isso, se tornaram um verdadeiro fenômeno de popularidade, inclusive com uma certa banalização do seu uso fora das indicações médicas reais.

Mas afinal, quem realmente precisa delas? E quais são os riscos de usar para perder apenas alguns quilinhos? Esses são alguns dos tópicos abordados no novo episódio do VEJA e Cuide-se, programa de entrevistas de VEJA SAÚDE. Leia também: Quando os filhos se tornam cuidadores: o esgotamento silencioso de quem ampara

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O convidado da vez é o endocrinologista Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), um dos principais especialistas no assunto. Tecnicamente chamados de agonistas do GLP-1 (caso da semaglutida, de Ozempic e Wegovy) ou agonistas de GLP-1 e GIP (caso do Mounjaro), esses medicamentos têm um mecanismo de ação amplo, capazes de influenciar na digestão de alimentos, no metabolismo da glicose e no próprio cérebro, aumentando a saciedade e reduzindo a fome. Macedo explica como as canetas emagrecedoras funcionam e discute a próxima geração de remédios do tipo no horizonte, que prometem levar a perdas de peso ainda maiores, em alguns casos equiparáveis às da cirurgia bariátrica.

O médico também esclarece quais são os principais efeitos colaterais das canetas, dos mais comuns— relacionados ao sistema gastrointestinal, como constipação ou diarreia— aos mais raros, como a pancreatite e casos de uma doença ocular. Outros tópicos quentes relacionados às canetas entraram na pauta, com destaque para a relação com a perda de massa muscular, a hora certa de deixar de tomar e o uso indevido em pessoas que não têm obesidade. Macedo diz que tomar a caneta para eliminar apenas alguns quilinhos pode ter um efeito indesejado na saúde em longo prazo, como apontam estudos. Mais de saude

Por fim, fica o alerta para o mercado clandestino das canetas. Versões importadas do Paraguai ou manipuladas não são equivalentes aos medicamentos originais e oferecem riscos imprevisíveis, aponta o médico. Assista ao programa no Youtube a seguir: Leia também: Receita Federal ganha destaque após novo desdobramento em a receita federal

O VEJA e Cuide-se é apresentado por Chloé Pinheiro, editora de VEJA SAÚDE.

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