Caetano Veloso agradeceu ao senador Otto Alencar (PSD-BA) por corrigir uma declaração do senador Marcio Bittar (PL-AC), que afirmou que o cantor pegou em armas durante a ditadura militar. " Meu agradecimento ao senador @ottoalencar por restabelecer a verdade e desfazer mais uma FAKE NEWS repetida com tanta convicção.
Tenho horror a armas! Como bem foi dito, me muno apenas do violão, da palavra e da canção. Abraçaço", disse ao republicar uma notícia do g1 nas redes sociais.
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A correção ocorreu na sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado, nesta quarta-feira (29). " Fernando Gabeira, até o Caetano Veloso, em um momento de lucidez admitiram isso, os dois disseram isso:
'Nós não lutávamos pela democracia, lutávamos pela implantação da ditadura do proletariado'. E em nome disso pegaram em armas. Foram para a guerrilha urbana e rural.
Mataram pessoas, fizeram justiçamento, e todas foram perdoadas e anistiadas em 1979", disse Bittar Após a fala, Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), disse o seguinte: " Apenas peço que Vossa Excelência retire da sua fala.
Caetano nunca pegou em armas, só pegou a vida inteira em violão", comentou. 🔎 Segundo registros oficiais, Caetano Veloso foi preso em 1968, acusado de “subversão e incitamento à desordem”, em razão de sua atuação artística. Mais de noticia
Não há qualquer menção a uso de armas ou participação em guerrilha. Em 1969, o cantor deixou o país e viveu no exílio em Londres até 1972. Caetano Veloso e Maria Bethânia no réveillon de Copacabana — Foto: Fernando Maia/Riotur Quem é Messias? Leia também: 'O Diabo Veste Prada 2' Chega aos Cinemas Atualizando a Crítica à Mídia
Jorge Rodrigo Araújo Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. Está no governo desde o início da terceira gestão Lula, em 2023. Saiba os principais pontos da trajetória de Jorge Messias: ➡️ Tomou posse na AGU em 2023, no início do governo Lula.
Antes mesmo da nova gestão começar, já integrava a equipe de transição; ➡️ Servidor público desde 2007, com atuação em diversos órgãos do Executivo, como o Banco Central e o BNDES; ➡️ É considerado um nome de confiança de Lula, com apoio de ministros do PT e da ala palaciana; ➡️ Mantém relação próxima e leal com o presidente, desde os tempos do governo Dilma Rousseff. ➡️Como advogado-geral da União, defendeu as instituições democráticas, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF), diante das ameaças do governo dos Estados Unidos, chefiado por Donald Trump; ➡️Também liderou ações judiciais ligadas a pautas consideradas estratégicas para o governo Lula, como a defesa do decreto do IOF, derrubado no Congresso, e a regulamentação de redes sociais (veja mais abaixo).
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