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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Já cá está o Carlos Pedro. É hora de Três Toques na Rádio Observador.

Carlos, bom dia. Muito bom dia a todos. Inevitável falarmos hoje do Futebol Clube do Porto, não é?

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O Paulo vai perguntar por quê? Não, eu apanhei. 31º título de campeão nacional.

Não vou falar das peripécias que ocorreram na festa, umas bem menos engraçadas do que outras. Houve charutos, melancias, houve muito álcool. A mobília partida aqui no estúdio.

João, calma, é para o ano. Não vamos medir as distâncias. É para o ano que conta. Leia também: Lula e Trump: Encontro na Casa Branca é elogiado

Nota-se muito que estou enervada. Não há violência. Houve, como dizia, muito álcool.

O presidente André Villas-Boas aparece num vídeo a beber um shot, mas não houve álcool para todos, ainda assim. É o caso do polaco Piotrowski, por exemplo, que tem apenas 17 anos e não pode beber legalmente. Além disso, tem outros compromissos.

É que isto de ser campeão nacional dá-te algumas regalias, é verdade, mas não te livra de tudo. E não te livra, por exemplo, da escola, que é muito importante. É que Piotrowski recebeu luz verde do Futebol Clube do Porto para voltar à Polónia esta semana para acabar o liceu, o ensino médio.

O ensino secundário. O ensino secundário, exato. Recebeu luz verde para voltar ao país de origem, isto depois de ter sido titular no jogo do título.

Isto muda muito rapidamente. É verdade que não tem uma escolaridade normal ou habitual, convencional. Agora é aquele momento em que os jovens nos ouvem lá no carro a caminho da escola e pensam: Mais de noticia

" Epá, que sorte, quem me dera ter a vida de Piotrowski". Mas desde a chegada a Portugal e na Polónia, com os treinos com a equipa principal, e assim o cenário não devia ser muito diferente, Piotrowski seguiu nos últimos meses um plano de ensino individual.

Casou essa vida escolar com a vida profissional. Teve mais jogos do que testes, o que é sempre muito agradável para qualquer jovem. Participou em 16 partidas pelo Porto, fez dois gols, duas assistências.

Correu-lhe muito bem a coisa no futebol. Agora vamos ver se nos estudos continua a correr bem, sendo que nos últimos dias não deverá ter tido tempo para estudar. E isso aqui é outra preocupação, não é? Leia também: Anvisa mantém alerta sobre produtos Ypê apesar de recurso da empresa

Porque hoje, por exemplo, há exame de língua polaca para Piotrowski. Neste eu não passava, nem mesmo estudando, mas acredito que o Piotrowski estudando consiga passar. Amanhã, na terça-feira, há a pior disciplina de todas, que é matemática, é sempre uma dor de cabeça para todos os jovens.

E o Piotrowski terá esta dor de cabeça na terça-feira. E depois, na quarta-feira, tem a prova final do ensino secundário em línguas estrangeiras, o que inclui aqui o inglês, mas também deveria incluir o português. Deixa-me só dizer que os professores, diretores, o que for, não foram lá muito simpáticos.

Três exames em três dias seguidos, depois da festa que foi. É um bocadinho exigente, convenhamos. Um bocadinho exigente, mais exigente, provavelmente, do que jogar futebol para o Piotrowski, tendo em conta a qualidade que tem.

E atenção, primeiro a escola, porque apesar dessas tarefas escolares terminarem na quarta-feira, a imprensa desportiva deixa aqui no ar uma possível ausência no jogo do fim de semana contra o AVS. Aqui a escola a ser colocada em primeiro lugar. Depois, vamos seguir numa altura em que estamos a 39 dias do Campeonato do Mundo.

Quem queria marcar férias já marcou. Estás a fazer mesmo a contagem decrescente. Estou a fazer a conta.

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