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Braskem sobe forte, enquanto Klabin entra em região de sobrevenda

Conteúdo editorial apoiado por Ativos mencionados na matéria Publicidade A Braskem ( BRKM5 ) voltou ao radar dos investidores após aparecer entre os ativos mais

Braskem sobe forte, enquanto Klabin entra em região de sobrevenda
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A Braskem (BRKM5) voltou ao radar dos investidores após aparecer entre os ativos mais “esticados” do Ibovespa, de acordo com a leitura do Índice de Força Relativa (IFR). Na medição mais recente, o indicador alcançou 70,08 pontos, permanecendo em patamar de sobrecompra — nível que, normalmente, sugere que, após um movimento mais intenso de valorização, o papel pode entrar em uma correção técnica no curto prazo. Em 2026, a ação acumula alta de 54,75%, enquanto, na janela de 12 meses, os ganhos somam 17,63%.

Leia no AINotícia: Panorama Econômico: Bolsa Família, Mercados e Cenários Internacionais

Na direção oposta, a Klabin (KLBN11) figura entre os papéis mais “descontados” do índice, com IFR em 23,12 pontos, dentro da faixa de sobrevenda. Esse ambiente pode indicar uma assimetria potencialmente interessante para o investidor, embora ainda demande cautela diante do comportamento recente das cotações e da ausência de gatilhos mais consistentes que sustentem uma retomada mais sólida. Em 2026, o ativo acumula queda de 12,42%, enquanto, no acumulado de 12 meses, ainda registra desvalorização de 8,61%.

IFR: ações da bolsa

O Índice de Força Relativa (IFR), ferramenta amplamente utilizada na análise técnica, mede a intensidade dos movimentos de preço em uma escala que varia de 0 a 100. Leituras acima de 70 costumam sinalizar sobrecompra, enquanto níveis abaixo de 30 indicam sobrevenda.

Na prática, esse quadro sugere que a Braskem (BRKM5) pode atravessar um período de forte otimismo, enquanto a Klabin (KLBN11) enfrenta maior pressão vendedora — condição que, em determinados momentos, pode abrir espaço para movimentos de recuperação no curto prazo. Leia também: Panorama Econômico: Mercados, Geopolítica e Meio Ambiente

Também figuram na lista das ações em região de sobrecompra: Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5), Gerdau (GOAU4) e Prio (PRIO3).

Na outra ponta, entre os papéis mais pressionados no momento, aparecem Magazine Luiza (MGLU3), Suzano (SUZB3), Banco do Brasil (BBAS3) e Cosan (CSAN3), negociando em faixas técnicas consideradas mais frágeis.

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Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

Análise técnica Braskem (BRKM5)

A Braskem (BRKM5) segue em trajetória de valorização no curto prazo, sustentada por um movimento recente consistente de alta. No gráfico diário, observo o ativo negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém o viés positivo e reforça a predominância do fluxo comprador neste horizonte. Na última sessão, o papel avançou 0,49%, encerrando negociado a R$ 12,10.

Apesar do cenário mais favorável, já identifico sinais de maior esticamento, com o preço operando mais distante das médias móveis, enquanto o IFR (14) atinge 70,08 pontos, em região de sobrecompra. Esse contexto aumenta a possibilidade de correções pontuais ou até mesmo de um período de consolidação no curto prazo, embora, até o momento, ainda não haja sinais técnicos consistentes que indiquem reversão da tendência predominante. Mais de economia

Para que o movimento de alta tenha continuidade, considero importante monitorar um eventual rompimento da faixa de resistência em R$ 12,35/R$ 13,78, região que pode abrir espaço para novas projeções altistas. Em contrapartida, uma correção mais intensa tende a ganhar força caso o ativo perca a região das médias móveis, mantendo no radar os suportes mais próximos.

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Resistências: R$ 12,35; R$ 13,78; R$ 15,12; R$ 15,74; 17,68.
Suportes: R$ 10,95; R$ 10,10; R$ 9,55; R$ 8,66; R$ 8,09. Leia também: Caixa Asset se prepara para lançar fundos imobiliários

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Análise técnica Klabin (KLBN11)

A Klabin (KLBN11) segue inserida em uma tendência de baixa no curto prazo, com fluxo vendedor mais intenso nas últimas sessões. No gráfico diário, observo o ativo negociando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que reforça a predominância do fluxo vendedor neste horizonte. Na última sessão, o papel registrou queda expressiva de 2,55%, encerrando o pregão cotado a R$ 16,44.

A leitura técnica continua negativa, enquanto o IFR (14) marca 23,12 pontos, em região de sobrevenda — condição que pode abrir espaço para um repique técnico ou até períodos de consolidação no curto prazo. Ainda assim, o gráfico, neste momento, ainda não apresenta sinais consistentes que indiquem reversão da tendência principal.

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Para que o ativo volte a ganhar tração compradora, entendo que será necessário superar, inicialmente, a região das médias e da resistência em R$ 17,00 e, principalmente, a faixa da média de 200 períodos em R$ 17,92. Por outro lado, a pressão vendedora tende a ganhar intensidade caso ocorra o rompimento do suporte em R$ 16,33/R$ 16,00.

Resistências: R$ 17,00; R$ 17,92; R$ 18,35; R$ 18,62; R$ 19,56.
Suportes: R$ 16,33; R$ 16,00; R$ 15,65; R$ 15,25; R$ 15,88; 14,10.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Guias de análise técnica:

  • O que é uma linha de tendência na análise gráfica?
  • O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de Trade
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