Últimas
Enquete BBB 26 volta ao noticiário após novo desdobramentoQuem foi o pai de Ana: o detalhe que mais repercutiuBrasileirão virou um monopólio de Flamengo e Palmeiras, infelizmentePaquetá deixa campo chorando e realizará exames no FlamengoFilho de Oscar Schmidt viu saúde do pai piorar após novo tumor na cabeçaAlessandro Vieira ganha destaque após novo desdobramento em <p>o senador alessandro vieira (mdb-se), relator da cpi do crime organizado, afirma que sofreu ameaças diretas de ministros do supremo tribunal federal durante o andamento da comissão e atribuiu a derrota de seu relatório a uma articulação política dentro do senado. em entrevista ao correio, nega falhas técnicas no parecer, denuncia tentativa de perseguição institucional e sustenta que houve interferência do judiciário nos trabalhos da cpi, rejeitando a existência de crise entre os poderes. o senhor afirmou que houve “ameaça direta” de ministros durante a votação final da cpi.</p> <p>que tipo de ameaça foi feita? por quem? e por que essas informações não foram formalizadas em denúncia até agora?</p> <p>as ameaças foram abertas e realizadas em plena sessão do supremo tribunal federal, nas respectivas turmas. o ministro gilmar mendes ameaçou com a apresentação de um processo por suposto abuso de autoridade, e o ministro dias toffoli ameaçou com a busca da cassação de mandato e inelegibilidade de quem faz críticas ou questionamentos em relação ao supremo. isso foi textual e consta nas notas taquigráficas e nos vídeos do próprio supremo tribunal federal.</p> <p>o seu relatório pediu o indiciamento de ministros do stf, mas acabou derrotado dentro da própria cpi. o senhor atribui a rejeição exclusivamente a pressões externas ou houve falhas políticas e jurídicas na construção do parecer? os fatos são persistentes, pois sempre aparecem, independentemente da narrativa.</p> <p>o relatório foi derrotado porque, em uma atuação integrada do presidente da casa e do governo lula, houve a substituição de dois membros da cpi. saíram dois integrantes que acompanharam todas as sessões e atos da comissão e entraram dois senadores do pt que nunca estiveram na cpi, não acompanharam nenhum ato, não leram o conteúdo e votaram remotamente contra o relatório. embora o regimento permita tal manobra, fica evidente que a derrota não ocorreu por qualquer falha no relatório.</p> <p>ministros reagiram publicamente, classificando o seu relatório como político e sem base técnica. o que, concretamente, o senhor pode apresentar para sustentar que suas conclusões não foram motivadas por enfrentamento político? os fatos estão descritos no relatório.</p> <p>observamos, nesse processo de reação violenta de membros do supremo e de seus replicadores na mídia, um grande processo de desinformação. a primeira alegação é que uma cpi não pode realizar indiciamentos por crime de responsabilidade. no entanto, cpis já fizeram isso várias vezes, como a cpi da covid, que indiciou jair bolsonaro, e a cpi do pc farias, que indiciou fernando collor.</p> <p>portanto, esse argumento se mostra falso desde o início. a segunda questão é dizer que não há evidências ou provas suficientes para sugerir um indiciamento, que é o que o relatório faz: sugere o indiciamento, o qual seria um ato colegiado caso o relatório fosse aprovado. todos os fatos estão demonstrados no relatório;</p> <p>são públicos, notórios e nunca foram questionados pelos ministros. são fatos que dizem respeito à vinculação econômica de alta proporção entre familiares dos ministros alexandre de moraes e dias toffoli e o grupo master, sendo que este, hoje, deve ser compreendido claramente como uma organização criminosa. no caso do ministro gilmar mendes, há uma movimentação para assumir uma relatoria que nos parece absolutamente incompatível com o direito, ao ressuscitar um processo arquivado há três anos para se colocar como prevento e bloquear as quebras de sigilo referentes à empresa da família do ministro dias toffoli, seu colega de turma.</p> <p>tudo está documentado. uma terceira alegação é que estaríamos discutindo o conteúdo de decisões do poder judiciário. evidentemente, não é o caso.</p> <p>o que discutimos é o comportamento de ministros, e isso faz parte da obrigação constitucional do senado. trata-se apenas de um processo de tentativa de intimidação. o senhor se sente perseguido?</p> <p>existe uma tentativa de perseguição. o ministro gilmar mendes oficiou ao procurador-geral da república exigindo que eu fosse processado por um suposto crime de abuso de autoridade. já respondi ao pgr com relação a esse ofício, mesmo sem ser intimado.</p> <p>fiz isso utilizando como base decisões do próprio ministro gilmar que mostram não haver fundamentação para o que ele está pedindo. não há crime de qualquer tipo, muito menos abuso de autoridade. qual a sua opinião sobre a atuação do presidente do senado, davi alcolumbre, em relação ao caso?</p> <p>é uma reação pautada pela omissão. devemos compreender que o arranjo constitucional brasileiro exige que os poderes se equilibrem, o que requer um processo de fiscalização recíproca. frequentemente, o supremo tribunal federal interfere nas atividades do senado para manter o controle constitucional, seja derrubando uma legislação ou em casos de investigação criminal, afastando ou até prendendo parlamentares.</p> <p>já tivemos senadores, deputados e presidentes da república presos ou investigados, e isso nunca foi motivo para imaginar que ocorria um ataque institucional. portanto, quando propomos que sejam apuradas com mais cuidado as condutas de ministros, a justificativa e a cortina de fumaça utilizada são dizer que se trata de uma guerra institucional. o próprio ministro fachin, então presidente do supremo, foi muito claro quanto a isso: não existe qualquer tipo de crise institucional.</p> <p>o que existe é uma crise de imagem causada por condutas individuais de ministros. há uma discussão técnica sobre até que ponto uma cpi pode apurar essas condutas. entendo que pode, inclusive porque temos a competência de realizar o impeachment de ministros; logo, é possível apurar sua conduta.</p> <p>trata-se de uma discussão técnica e não reside aí qualquer tipo de abuso de autoridade. o senhor fala em “efeito paralisante” do stf sobre a cpi. até que ponto decisões judiciais que limitaram atos da comissão não foram, na verdade, exercício legítimo de controle constitucional?</p> <p>no momento em que ocorre a atuação do ministro gilmar mendes, em minha visão, absolutamente fora de qualquer possibilidade jurídica, há uma interferência direta. quando ocorre a concessão de habeas corpus para pessoas convocadas na condição de testemunhas, há um excesso. se alguém é investigado por um crime, tem o direito de não se incriminar; contudo, não comparecer, mesmo na condição de testemunha, parece-me indevido.</p> <p>é preciso que os ministros exercitem a autocontenção e respeitem as atribuições constitucionais do congresso e do senado, tanto em relação às cpis quanto à avaliação de conduta de ministros. após o fim da cpi sem relatório aprovado, críticos dizem que houve mais desgaste institucional do que resultados práticos. o senhor reconhece que o confronto com o stf pode ter contribuído para o esvaziamento da comissão?</p> <p>não existe confronto com o stf; existe o questionamento da conduta de ministros. os ministros precisam abandonar o que chamo de “complexo de rei luís xiv”, de imaginar que “o estado sou eu” ou, no caso deles, “o supremo sou eu”.</p> <p>eles são integrantes da corte e são seres humanos; podem errar e eventualmente cometer crimes. caso isso ocorra, o senado é a figura constitucional responsável por apurar e aplicar punições. classificar isso como um ataque à democracia ou à instituição é um artifício.</p> <p>a vida real e os fatos mostram que não é isso o que está acontecendo. a comissão parlamentar de inquérito demonstrou total respeito ao judiciário e as decisões das quais discorda foram objeto de recurso jurídico. além disso, após a constatação de fatos graves, é preciso apurá-los.</p> <p>não há crise institucional.</p>Frente fria avança e promete reviravolta em SC; veja o que o tempo reserva nos próximos diasCaminhão com combustível explode, deixa mortos e interdita Via Dutra Veja vídeoEnquete BBB 26 volta ao noticiário após novo desdobramentoQuem foi o pai de Ana: o detalhe que mais repercutiuBrasileirão virou um monopólio de Flamengo e Palmeiras, infelizmentePaquetá deixa campo chorando e realizará exames no FlamengoFilho de Oscar Schmidt viu saúde do pai piorar após novo tumor na cabeçaAlessandro Vieira ganha destaque após novo desdobramento em <p>o senador alessandro vieira (mdb-se), relator da cpi do crime organizado, afirma que sofreu ameaças diretas de ministros do supremo tribunal federal durante o andamento da comissão e atribuiu a derrota de seu relatório a uma articulação política dentro do senado. em entrevista ao correio, nega falhas técnicas no parecer, denuncia tentativa de perseguição institucional e sustenta que houve interferência do judiciário nos trabalhos da cpi, rejeitando a existência de crise entre os poderes. o senhor afirmou que houve “ameaça direta” de ministros durante a votação final da cpi.</p> <p>que tipo de ameaça foi feita? por quem? e por que essas informações não foram formalizadas em denúncia até agora?</p> <p>as ameaças foram abertas e realizadas em plena sessão do supremo tribunal federal, nas respectivas turmas. o ministro gilmar mendes ameaçou com a apresentação de um processo por suposto abuso de autoridade, e o ministro dias toffoli ameaçou com a busca da cassação de mandato e inelegibilidade de quem faz críticas ou questionamentos em relação ao supremo. isso foi textual e consta nas notas taquigráficas e nos vídeos do próprio supremo tribunal federal.</p> <p>o seu relatório pediu o indiciamento de ministros do stf, mas acabou derrotado dentro da própria cpi. o senhor atribui a rejeição exclusivamente a pressões externas ou houve falhas políticas e jurídicas na construção do parecer? os fatos são persistentes, pois sempre aparecem, independentemente da narrativa.</p> <p>o relatório foi derrotado porque, em uma atuação integrada do presidente da casa e do governo lula, houve a substituição de dois membros da cpi. saíram dois integrantes que acompanharam todas as sessões e atos da comissão e entraram dois senadores do pt que nunca estiveram na cpi, não acompanharam nenhum ato, não leram o conteúdo e votaram remotamente contra o relatório. embora o regimento permita tal manobra, fica evidente que a derrota não ocorreu por qualquer falha no relatório.</p> <p>ministros reagiram publicamente, classificando o seu relatório como político e sem base técnica. o que, concretamente, o senhor pode apresentar para sustentar que suas conclusões não foram motivadas por enfrentamento político? os fatos estão descritos no relatório.</p> <p>observamos, nesse processo de reação violenta de membros do supremo e de seus replicadores na mídia, um grande processo de desinformação. a primeira alegação é que uma cpi não pode realizar indiciamentos por crime de responsabilidade. no entanto, cpis já fizeram isso várias vezes, como a cpi da covid, que indiciou jair bolsonaro, e a cpi do pc farias, que indiciou fernando collor.</p> <p>portanto, esse argumento se mostra falso desde o início. a segunda questão é dizer que não há evidências ou provas suficientes para sugerir um indiciamento, que é o que o relatório faz: sugere o indiciamento, o qual seria um ato colegiado caso o relatório fosse aprovado. todos os fatos estão demonstrados no relatório;</p> <p>são públicos, notórios e nunca foram questionados pelos ministros. são fatos que dizem respeito à vinculação econômica de alta proporção entre familiares dos ministros alexandre de moraes e dias toffoli e o grupo master, sendo que este, hoje, deve ser compreendido claramente como uma organização criminosa. no caso do ministro gilmar mendes, há uma movimentação para assumir uma relatoria que nos parece absolutamente incompatível com o direito, ao ressuscitar um processo arquivado há três anos para se colocar como prevento e bloquear as quebras de sigilo referentes à empresa da família do ministro dias toffoli, seu colega de turma.</p> <p>tudo está documentado. uma terceira alegação é que estaríamos discutindo o conteúdo de decisões do poder judiciário. evidentemente, não é o caso.</p> <p>o que discutimos é o comportamento de ministros, e isso faz parte da obrigação constitucional do senado. trata-se apenas de um processo de tentativa de intimidação. o senhor se sente perseguido?</p> <p>existe uma tentativa de perseguição. o ministro gilmar mendes oficiou ao procurador-geral da república exigindo que eu fosse processado por um suposto crime de abuso de autoridade. já respondi ao pgr com relação a esse ofício, mesmo sem ser intimado.</p> <p>fiz isso utilizando como base decisões do próprio ministro gilmar que mostram não haver fundamentação para o que ele está pedindo. não há crime de qualquer tipo, muito menos abuso de autoridade. qual a sua opinião sobre a atuação do presidente do senado, davi alcolumbre, em relação ao caso?</p> <p>é uma reação pautada pela omissão. devemos compreender que o arranjo constitucional brasileiro exige que os poderes se equilibrem, o que requer um processo de fiscalização recíproca. frequentemente, o supremo tribunal federal interfere nas atividades do senado para manter o controle constitucional, seja derrubando uma legislação ou em casos de investigação criminal, afastando ou até prendendo parlamentares.</p> <p>já tivemos senadores, deputados e presidentes da república presos ou investigados, e isso nunca foi motivo para imaginar que ocorria um ataque institucional. portanto, quando propomos que sejam apuradas com mais cuidado as condutas de ministros, a justificativa e a cortina de fumaça utilizada são dizer que se trata de uma guerra institucional. o próprio ministro fachin, então presidente do supremo, foi muito claro quanto a isso: não existe qualquer tipo de crise institucional.</p> <p>o que existe é uma crise de imagem causada por condutas individuais de ministros. há uma discussão técnica sobre até que ponto uma cpi pode apurar essas condutas. entendo que pode, inclusive porque temos a competência de realizar o impeachment de ministros; logo, é possível apurar sua conduta.</p> <p>trata-se de uma discussão técnica e não reside aí qualquer tipo de abuso de autoridade. o senhor fala em “efeito paralisante” do stf sobre a cpi. até que ponto decisões judiciais que limitaram atos da comissão não foram, na verdade, exercício legítimo de controle constitucional?</p> <p>no momento em que ocorre a atuação do ministro gilmar mendes, em minha visão, absolutamente fora de qualquer possibilidade jurídica, há uma interferência direta. quando ocorre a concessão de habeas corpus para pessoas convocadas na condição de testemunhas, há um excesso. se alguém é investigado por um crime, tem o direito de não se incriminar; contudo, não comparecer, mesmo na condição de testemunha, parece-me indevido.</p> <p>é preciso que os ministros exercitem a autocontenção e respeitem as atribuições constitucionais do congresso e do senado, tanto em relação às cpis quanto à avaliação de conduta de ministros. após o fim da cpi sem relatório aprovado, críticos dizem que houve mais desgaste institucional do que resultados práticos. o senhor reconhece que o confronto com o stf pode ter contribuído para o esvaziamento da comissão?</p> <p>não existe confronto com o stf; existe o questionamento da conduta de ministros. os ministros precisam abandonar o que chamo de “complexo de rei luís xiv”, de imaginar que “o estado sou eu” ou, no caso deles, “o supremo sou eu”.</p> <p>eles são integrantes da corte e são seres humanos; podem errar e eventualmente cometer crimes. caso isso ocorra, o senado é a figura constitucional responsável por apurar e aplicar punições. classificar isso como um ataque à democracia ou à instituição é um artifício.</p> <p>a vida real e os fatos mostram que não é isso o que está acontecendo. a comissão parlamentar de inquérito demonstrou total respeito ao judiciário e as decisões das quais discorda foram objeto de recurso jurídico. além disso, após a constatação de fatos graves, é preciso apurá-los.</p> <p>não há crise institucional.</p>Frente fria avança e promete reviravolta em SC; veja o que o tempo reserva nos próximos diasCaminhão com combustível explode, deixa mortos e interdita Via Dutra Veja vídeo
← Esporte
Esporte

Brasileirão virou um monopólio de Flamengo e Palmeiras, infelizmente

O Brasileirão tem uma combinação de resultados capaz de redesenhar o cenário do campeonato neste domingo

Brasileirão virou um monopólio de Flamengo e Palmeiras, infelizmente

O Brasileirão tem uma combinação de resultados capaz de redesenhar o cenário do campeonato neste domingo. Antes dos jogos de hoje, o Palmeiras lidera com 26 pontos em 11 partidas, enquanto o Flamengo soma 20 em 10 jogos. Se o Rubro-Negro vencer o Bahia no Maracanã e o Verdão perder para o Athletico-PR no Allianz Parque, a distância entre os dois cai para apenas três pontos — com o time carioca ainda mantendo um jogo a menos.

No cenário mais extremo, o Flamengo pode acordar segunda-feira como líder virtual, dependendo apenas de seus próprios resultados para assumir de vez o topo. A situação é especialmente significativa porque, há pouco mais de um mês, o clube carioca vivia seu pior início de temporada em dez anos. Troca de técnico, instabilidade em campo, resultados imprevisíveis.

O ambiente era de recuperação, não de pressão sobre o líder. O cenário virou completamente. Como o Flamengo chegou até aqui

A guinada começou com a chegada de Leonardo Jardim, em março, e foi se consolidando nas últimas semanas. O técnico português ainda não repetiu uma escalação em dez jogos, mas construiu algo mais valioso do que uma formação fixa: um padrão de comportamento. O Flamengo de Jardim pressiona, reage rápido à perda da bola e mantém intensidade mesmo quando roda peças. Leia também: 'Ele foi o herói que eu tive em casa', diz Tadeu Schmidt ao se despedir do irmão Oscar

Nos últimos quatro jogos, o time venceu todos — incluindo uma goleada por 4 a 1 sobre o Independiente Medellín pela Libertadores, resultado que mostrou o time funcionando com cinco alterações em relação ao jogo anterior sem perder identidade. É essa consistência que transforma quatro vitórias seguidas em algo mais do que embalagem emocional: é sinal de processo. Contra o Bahia, o técnico terá dois desfalques confirmados no meio-campo —

Jorginho (panturrilha) e Pulgar (ombro) —, mas poderá contar com o retorno de Everton Cebolinha e Saúl, que estiveram à disposição na última quinta-feira sem entrar. A expectativa é de ajustes pontuais, não de reformulação, com Evertton Araújo e Paquetá cobrindo o setor central e possibilidade de Saúl ganhar minutos pela primeira vez. O Bahia, por sua vez, chega com 20 pontos e briga pelo G4.

Não é adversário de tabela fácil. Os dois times chegam ao Maracanã empatados em pontuação, o que transforma o duelo também numa batalha direta por posição. O que o Palmeiras precisa fazer para segurar a liderança Do lado verdão, a situação é de quem defende. Mais de esporte

O Palmeiras lidera com méritos reais — oito vitórias, dois empates e uma derrota —, mas vem de uma sequência que revelou um time mais resiliente do que dominante. Contra o Sporting Cristal pela Libertadores, venceu por 2 a 1 depois de ter permitido o empate e sofrido mais do que o placar sugeria. O Athletico-PR chega ao Allianz Parque em sexto lugar, com 19 pontos.

É um adversário com capacidade real de incomodar, especialmente em jogos fora de casa onde consegue equilibrar bem a intensidade. Abrel Ferreira não conta com Piquerez e Jefté na lateral esquerda, além de ter o time saindo de um ciclo desgastante de jogos entre Brasileirão e Libertadores. Se o Palmeiras vencer, vai a 29 pontos e encerra matematicamente qualquer possibilidade de ser ultrapassado na noite. Leia também: Flamengo vence o Bahia no Maracanã em noite de homenagens a Oscar Schmidt

Se empatar, sobe para 27 e permite ao Flamengo chegar a três pontos de distância em caso de vitória. Se perder, estaciona nos 26 e abre a janela para o cenário mais quente da rodada: Flamengo a 23, Palmeiras a 26, com o Rubro-Negro ainda devendo uma partida.

O intervalo entre as duas partidas também amplia o drama: o resultado em São Paulo estará definido quase uma hora antes do apito em Maracanã, o que pode aumentar o peso do jogo rubro-negro à medida que a noite avança.

Leia também