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Bolsonaro se queixa de ‘dor intermitente’ no ombro e PGR não se opõe à cirurgia

Bolsonaro se queixa de ‘dor intermitente’ no ombro e PGR não se opõe à cirurgia Agora, com a manifestação de Gonet, caberá a Moraes autorizar ou não o procedimento

Bolsonaro se queixa de ‘dor intermitente’ no ombro e PGR não se opõe à cirurgia
Bolsonaro se queixa de ‘dor intermitente’ no ombro e PGR não se opõe à cirurgia
Agora, com a manifestação de Gonet, caberá a Moraes autorizar ou não o procedimento cirúrgico
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro chega em casa para começar a cumprir prisão domiciliar, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois de ter sido condenado pela maioria dos ministros da Corte por tramar um golpe para permanecer no poder após perder a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, em 27 de março de 2026. REUTERS/Adriano Machado
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro chega em casa para começar a cumprir prisão domiciliar, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois de ter sido condenado pela maioria dos ministros da Corte por tramar um golpe para permanecer no poder após perder a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, em 27 de março de 2026. REUTERS/Adriano Machado

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A Procuradoria-geral da República (PGR) se manifestou nesta sexta-feira, 24, afirmando “não se opor” ao pedido de realização de cirurgia de Jair Bolsonaro (PL). O procurador-geral Paulo Gonet relembrou que no último relatório de saúde enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), os médicos informaram que apesar de apresentar “melhora progressiva do quadro respiratório” e “estabilização das crises de soluço”, o ex-presidente se queixa de “dores recorrentes e intermitentes no ombro direito”.

Agora, com a manifestação de Gonet, caberá a Moraes autorizar ou não o procedimento cirúrgico. A defesa de Bolsonaro já informou ao STF que há indicação para realização de cirurgia para tratar das dores no ombro direito. Leia também: Trump comprou pelo menos US$51 mi em títulos em março

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O ex-presidente teve a prisão domiciliar humanitária concedida por 90 dias pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para sua recuperação, após ter alta do hospital. No último mês, ele foi diagnosticado com “broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa” e precisou ficar internado em tratamento intensivo por duas semanas.

Além disso, o documento ressalta que “a queixa principal no momento se refere às dores recorrentes e intermitentes no ombro direito, tanto em repouso, quanto aos movimentos do membro superior direito”. Os médicos de Bolsonaro preveem que ele seja submetido à uma cirurgia para tratar das dores no ombro.

“Em momento oportuno a ser definido, o paciente deverá ser submetido a exames complementares de controle pré-operatório”, escreveu o médico no relatório. Mais de economia

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O ex-presidente está recebendo atendimentos médicos em sua residência desde o dia 30 de março.

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