Arrascaeta ganha destaque após novo desdobramento em arrascaeta: lesão
Ler matéria →BDNF: o que é e por que vale se importar com ele? A prática de exercícios físicos regulares estimula a produção do chamado fator neurotrófico derivado do cérebro, protegendo seu funcionamento O BDNF, sigla em inglês para fator neurotrófico derivado do cérebro, é uma proteína essencial para o desenvolvimento e bom funcionamento do sistema nervoso central.
A proteína é classificada como uma neurotrofina, um tipo de polipeptídeo que atua na manutenção, crescimento e desenvolvimento das células nervosas. Mas o que torna o BDNF tão importante? E por que ele entrou na lista de termos familiares aos praticantes de atividades físicas?
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Conheça um pouco mais sobre o fator neurotrófico derivado do cérebro. O que o BDNF faz por você O BDNF exerce diversas funções importantes no organismo. Leia também: Produtos Ypê ganha destaque após novo desdobramento em produtos ypê: saiba
Ele media a neuroplasticidade– capacidade do cérebro de aprender e formar novas conexões– ao modular o processo de sinapse. Também há uma alta concentração de BDNF no hipocampo, que fica no lobo temporal do cérebro, área responsável pelo processo de aprendizado e memória. Além disso, a proteína desempenha um papel importante na regulação da função vascular, atuando nos processos de circulação e para a saúde dos vasos.
Ela promove ainda a angiogênese, isto é, a formação de novos caminhos para o sangue, preservando o endotélio, nome dado à camada de células que reveste internamente os vasos sanguíneos e linfáticos. BDNF e exercícios físicos A prática de atividades físicas é um dos principais fatores que ajudam a aumentar a produção dessa proteína no organismo, sendo muito importante para a saúde neurológica e cardiovascular.
Entre as modalidades indicadas, estão os exercícios aeróbicos– corrida, natação, ciclismo, etc.– que são especialmente eficientes em estimular a expressão do gene que codifica o BDNF, promovendo a formação de novos neurônios (neurogênese) e fortalecendo conexões sinápticas. A prática regular de exercícios intensifica a resposta do organismo após cada sessão de treinamento, aumentando a liberação de BDNF ao longo do tempo. Além disso, uma rotina de exercícios também influencia no aumento do volume do hipocampo, melhorando a memória. Mais de saude
O aumento do BDNF no organismo, estimulado pela prática de atividades físicas, potencializa as funções já exercidas por ele em condições normais. Os exercícios também auxiliam no combate dos efeitos do estresse e do cortisol, contribuindo no enfrentamento a transtornos de saúde mental, como a depressão e a ansiedade. BDNF, exercícios e proteção cardiovascular Como visto, a prática de atividades físicas fornece um importante estímulo para a atuação do BDNF na proteção das funções neurais.
Com a função cardiovascular não é diferente. Além da angiogênese, níveis elevados da proteína são associados à redução de riscos de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC. A proteína atual, aliás, em situações de recuperação de um evento cardiovascular. Leia também: Arrascaeta ganha destaque após novo desdobramento em arrascaeta: lesão
Em situações de infarto do miocárdio, o BDNF ajuda na sobrevivência das células do coração (os cardiomiócitos), ajudando na recuperação do tecido. O BDNF também ajuda a regular o processo de morte celular (apoptose) no fluxo sanguíneo.
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