Lavrador confessa morte de cadela "Piaba" a pauladas no Piauí
Ler matéria →Um avião monomotor caiu na tarde desta segunda-feira, por volta das 12h25, em um prédio residencial na Rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira, Região Nordeste de Belo Horizonte. O acidente resultou na morte de duas pessoas – o piloto e um passageiro – e deixou outras três gravemente feridas. A aeronave, que decolou do Aeroporto da Pampulha com destino a São Paulo, havia reportado dificuldades à torre de controle logo após a decolagem.
O Acidente e o Local do Impacto
A queda do monomotor aconteceu poucos minutos após a decolagem do Aeroporto da Pampulha, que ocorreu às 12h16. Conforme apurou o G1, o piloto declarou emergência à torre de controle, mencionando dificuldades em manter a subida da aeronave. Em seguida, o avião colidiu com um edifício residencial.
O impacto da aeronave ocorreu entre o terceiro e o quarto andar do prédio, especificamente na caixa de escada, segundo relatos do Corpo de Bombeiros. Essa área de impacto evitou que apartamentos diretamente ocupados fossem atingidos, e nenhum morador do edifício foi ferido. Pouco antes das 14h, todos os residentes foram retirados do prédio pelos bombeiros. A Defesa Civil de Belo Horizonte informou que, inicialmente, não foram identificados danos estruturais graves no imóvel, que foi preventivamente interditado para avaliação e trabalho das equipes de resgate. Leia também: Acordo EUA-Irã: Fim da Guerra, Sanções Suspense e US$ 300 Bilhões para Reconstrução
Vítimas e Trajetória do Voo
No momento do acidente, cinco pessoas estavam a bordo do avião. As vítimas fatais foram identificadas como Wellington Oliveira, de 34 anos, o piloto, e Fernando Moreira Souto, de 36 anos, que estava no banco do copiloto e era filho do prefeito de Jequitinhonha (MG). Ambos morreram no local.
Outras três pessoas – os empresários Leonardo Berganholi, 50 anos, Arthur Schaper Berganholi, 25 anos (filho de Leonardo), e Hemerson Cleiton Almeida Souto, 53 anos – ficaram gravemente feridas e foram encaminhadas ao Hospital João XXIII, onde deram entrada em estado grave, segundo a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).
O grupo de passageiros era sócio da empresa Uaitag, do setor de tecnologia e cartões. A aeronave havia partido de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis pessoas a bordo. Após pousar na Pampulha, em Belo Horizonte, uma das passageiras, filha de um dos empresários, desembarcou para encontrar familiares na capital mineira, e o avião seguiu viagem com os cinco ocupantes restantes rumo ao Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Mais de noticia
A Aeronave Envolvida
O avião envolvido no acidente é um monomotor modelo EMB-721C, fabricado em 1979 e conhecido como “Sertanejo”. De acordo com o registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o aparelho tem capacidade para até cinco passageiros, além do piloto, e peso máximo de decolagem de 1.633 quilos. A Anac também informou, que a aeronave não possuía autorização para operar como táxi aéreo, ou seja, não poderia ser utilizada para transporte comercial remunerado de passageiros ou cargas. Leia também: Cavalo morre atropelado e abandonado em Imperatriz após carroceiro fugir
Investigação em Andamento
As causas do acidente estão sendo apuradas por múltiplas autoridades. A Força Aérea Brasileira (FAB) acionou investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Equipes do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) estão no local para coletar dados, preservar elementos e levantar informações que possam esclarecer as circunstâncias da queda. Paralelamente, a Polícia Civil de Minas Gerais também abriu uma investigação para apurar o ocorrido.
- O que se sabe até agora
- Um avião monomotor caiu em prédio residencial na Rua Ilacir Pereira Lima, em Belo Horizonte, na tarde de.
- O acidente resultou em duas mortes (piloto e um passageiro) e três feridos em estado grave.
- A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha com destino a São Paulo e reportou dificuldades à torre de controle.
- Nenhum morador do prédio foi atingido; o impacto ocorreu na caixa de escada, entre o terceiro e o quarto andar.
- A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Civil de Minas Gerais estão investigando as causas do acidente.
- O avião, fabricado em 1979, não tinha autorização para táxi aéreo, segundo a Anac.
A comunidade local e os familiares das vítimas aguardam ansiosamente por respostas sobre as causas deste trágico acidente. A investigação, que envolverá a análise de dados técnicos da aeronave e dos registros de comunicação, será crucial para determinar o que levou à queda e para aprimorar a segurança aérea, evitando que episódios como este se repitam.

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