Na noite de , um jantar de gala com a presença do então chefe de estado americano, Donald Trump, foi palco de um ataque a tiros que deflagrou pânico e a evacuação de cerca de 2.500 convidados no hotel Washington Hilton, em Washington D.C. Os disparos, ouvidos do exterior do salão onde jornalistas e autoridades celebravam a liberdade de imprensa, resultaram na intervenção ágil do Serviço Secreto e na prisão de um atirador (G1).

Pânico e Resposta Rápida

Por volta das 20h30, a cerimônia foi abruptamente interrompida por ruídos de disparos vindos do lado de fora do salão (G1). A repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, presente no evento, descreveu o momento inicial de confusão, com muitos convidados pensando em objetos caindo, antes de a informação sobre os tiros se espalhar e todos buscarem abrigo sob as mesas (G1). O cenário de desordem no palco, com a primeira-dama visivelmente tentando entender o ocorrido, foi capturado pelas câmeras que transmitiam o evento ao vivo (G1).

Em uma ação rápida, agentes do Serviço Secreto, fortemente armados, adentraram o salão, direcionando-se imediatamente para proteger as autoridades (G1). O diretor do FBI, Kash Patel, foi visto agachado enquanto um agente permanecia ao seu lado com a arma em punho (G1). Um a um, integrantes do governo foram escoltados para fora; o vice-presidente JD Vance foi o primeiro a ser retirado, seguido por outros membros do gabinete (G1). Agentes com armamento pesado subiram ao palco para escoltar o então presidente Trump, que, segundo relatos, chegou a tropeçar, mas foi reerguido antes de deixar o local (G1). Organizadores e convidados também foram orientados a sair agachados (G1).

O Cenário e Questões de Segurança

O local do incidente foi o hotel Washington Hilton, em Washington D.C., palco do tradicional jantar que, desde 1921, reúne jornalistas, autoridades e integrantes do governo para celebrar a liberdade de imprensa e de expressão (G1). O evento, que contava com cerca de 2.500 pessoas, ocorria em um grande salão situado dois andares abaixo da entrada principal do hotel (G1). O trajeto até o salão incluía uma passagem por um ponto de raio-x, e foi justamente nesse andar intermediário, perto de uma escadaria de acesso, que o atirador foi detido (G1). Leia também: Tiros em jantar de Trump com correspondentes: veja tudo o que se sabe até agora

No entanto, a segurança do evento foi questionada. A repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, observou a ausência de revistas pessoais ou barreiras de segurança nas entradas do hotel (G1). Para acessar o evento, os convidados não precisavam apresentar documento de identidade, apenas o convite físico, o que levantou preocupações sobre a vulnerabilidade do esquema de proteção (G1).

Relatos em Meio ao Caos

Em meio ao tumulto, jornalistas presentes no local testemunharam e documentaram os momentos de tensão. O fotojornalista Andrew Harnik, à mesma mesa que o presidente, capturou imagens com seu celular, explicando que a responsabilidade da imprensa é registrar os fatos à medida que acontecem (G1). Harnik expressou a dificuldade da situação, especialmente por sua esposa também estar presente, o que adicionou uma camada de preocupação pessoal a um cenário já perigoso (G1).

Após o incidente, houve uma tentativa inicial de retomar a cerimônia, anunciada pela presidente da associação às 21h (G1). Pouco depois, Donald Trump utilizou as redes sociais para confirmar a prisão do atirador (G1). Contudo, a confusão persistia, com informações desencontradas sobre a continuidade do evento ou a evacuação total do hotel (G1). A repórter Raquel Krähenbühl destacou que a falha no sinal de telefone no interior do hotel dificultou ainda mais o trabalho dos profissionais de imprensa (G1). Finalmente, às 21h40, cerca de uma hora e dez minutos após os primeiros disparos, o jantar foi oficialmente cancelado, e todos os presentes foram orientados a deixar o estabelecimento (G1). Mais de noticia

O que se sabe até agora:

Este incidente de 2026 sublinha as crescentes preocupações com a segurança em eventos de alta visibilidade e a vulnerabilidade de figuras públicas, mesmo em encontros tradicionalmente dedicados à democracia e à liberdade de imprensa, como o jantar que contava com a presença do então chefe de estado americano. A interrupção violenta de um jantar que simboliza a relação entre governo e mídia ecoa um cenário de tensões e desafios à segurança em um país polarizado (G1). Leia também: Chuva forte causa colapso em estrada na Grande Fortaleza; um morre

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médica. Consulte um profissional de saúde.

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Ataque a tiros em jantar com Trump causa pânico em Washington D.C.

O evento com 2.500 convidados, incluindo o então presidente Donald Trump, foi interrompido , revelando falhas de segurança e gerando caos antes do cancelamento.

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