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Arábia Saudita x Uruguai: Bandeira proibida na Copa? Entenda o motivo

A bandeira da Arábia Saudita não foi colocada no gramado durante a cerimônia pré-jogo da partida contra o Uruguai, na segunda-feira, 15 de junho, pela primeira rodada da

Arábia Saudita x Uruguai: Bandeira proibida na Copa? Entenda o motivo

A bandeira da Arábia Saudita não foi colocada no gramado durante a cerimônia pré-jogo da partida contra o Uruguai, na segunda-feira, 15 de junho, pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026. Essa decisão diverge do protocolo padrão da Fifa, que normalmente prevê o símbolo estendido no chão durante a execução dos hinos nacionais. Na bandeira saudita há um emblema que mostra a Shahada, declaração de fé islâmica que se traduz como “Não há Deus além de Deus, e Maomé é o Seu Mensageiro”.

Por se tratar de um texto sagrado para os muçulmanos, evita-se que ele toque o solo ou seja usado em contextos considerados desrespeitosos. Para evitar conflito entre os lados, a bandeira do Uruguai também foi erguida durante o momento, mesmo sem nenhum motivo religioso envolvido. O jogo terminou em empate por 1 a 1. Leia também: Longe da TV há 19 anos, Wagner Moura tem um motivo para recusar volta às novelas

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A Arábia Saudita abriu o placar ainda no primeiro tempo, e o Uruguai buscou o empate na etapa final. Fora de campo foi o protocolo das bandeiras que dominou as conversas nas redes sociais, com torcedores comparando a cena a outras partidas do torneio e questionando por que apenas algumas seleções recebiam esse tratamento diferenciado. O pedido do Iraque que a Fifa negou Segundo jornalista iraquiano, a Federação Iraquiana de Futebol pediu à Fifa que sua bandeira também fosse erguida durante o hino, já que o emblema do país carrega a expressão “Allahu Akbar”, de natureza religiosa semelhante à saudita. Mais de entretenimento

Mas desta vez, a entidade negou o pedido; segundo a explicação da Fifa, o gramado do Hard Rock Stadium, em Miami, sofreu danos durante o jogo entre Arábia Saudita e Uruguai, provocados pela pressão exercida pelos portadores das bandeiras sobre o piso molhado. Para evitar que o problema se repita em outros estádios, a entidade decidiu não estender essa exceção a novos pedidos pelo restante do torneio. Apesar da negativa, a Fifa garantiu que o protocolo padrão, com as bandeiras estendidas no chão, segue valendo para as demais seleções participantes da Copa do Mundo de 2026. Leia também: Anitta volta aos palcos com turnê de 'Equilibrvm' em São Paulo

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