Eleições 2026: Candidatos à Presidência declaram patrimônios que variam de R$
Ler matéria →Polícia investiga ameaça contra Flávio Bolsonaro
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República afirmou neste sábado (15) que a Polícia Legislativa do Senado foi ágil ao identificar o autor de uma ameaça ao candidato nas redes sociais e lembrou do episódio de 2018, quando Jair Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato em Juiz de Fora (MG).
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Neste sábado, também em Juiz de Fora, um homem foi levado para prestar depoimento, suspeito de postar ameaças ao senador nas redes sociais. Leia também: Quaest revela: Desinteresse de independentes preocupa cenário
O suspeito foi alvo de mandado de busca e apreensão, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais. Flávio tem ato de campanha marcado na cidade na próxima segunda-feira (17)
"Em uma ação ágil, o setor de inteligência da Polícia do Senado identificou o autor de ameaçar uma facada contra o senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, em uma rede social", diz a nota.
A Polícia Legislativa informou ter identificado uma publicação nas redes sociais de Flávio Bolsonaro em que o homem escreve a frase: "dessa vez deixa comigo". O comentário é acompanhado de emojis de facas.
Segundo a Polícia do Senado, a ameaça foi identificada pela sala de situação de inteligência, no monitoramento de riscos a parlamentares em campanha, e levada ao conhecimento do senador, que formalizou representação criminal perante a Polícia Legislativa. Mais de politica
A campanha do senador destaca trechos da decisão judicial que autorizou a operação contra o suspeito, alegando que a postagem "não pode ser tratada simplesmente como crítica política ou manifestação de pensamento". Leia também: Eleições 2026: Confira a agenda de Lula, Flávio Bolsonaro e outros
Segundo a nota, a atuação da Polícia Legislativa integra um conjunto de medidas de segurança institucional adotadas pela Secretaria de Polícia do Senado para o período eleitoral de 2026.
O órgão tem realizado um trabalho de inteligência para acompanhar as agendas públicas dos parlamentares em campanha.
"A investigação prossegue sob sigilo, resguardados o devido processo legal e a presunção de inocência", diz a nota.
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