Publicidade
Apesar de o governo federal ter zerado — por meio de uma medida provisória a ser enviada ao Congresso Nacional — o imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50, conhecido como “taxa das blusinhas”, os consumidores continuarão pagando o tributo estadual (o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS), que varia entre 17% e 20% na maioria dos estados.
Leia no AINotícia: Oposição retoma PEC da Anistia Leia também: Ao lado de Lula e autoridades no TSE, Alcolumbre decide não aplaudir Messias
A cobrança federal é de de 20% para produtos importados de até US$ 50, via imposto de importação. Além desse valor, há a cobrança do ICMS, que é estadual. O presidente zerou apenas o imposto federal, ou seja, os 20%. O imposto estadual continua valendo.
Segundo convênio do Comitê Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz), os estados podem optar entre uma ou outra dessas duas alíquotas (17% ou 20%) incidentes sobre esse tipo de mercadoria, sem necessidade de aprovar leis nas respectivas Câmaras Legislativas.
Entre as unidades da federação, apenas Amapá e Pará cobram outras tarifas porque decidiram não aderir ao convênio, firmado pelo Comsefaz em 2023.
A isenção da taxa das blusinhas foi anunciada nesta terça-feira pelo Planalto, a cinco meses das eleições. Mais de economia
Para compras acima de US$ 50, segue valendo o imposto de 60%. Leia também: Azzas diz ter sido surpreendida por ação judicial de Roberto Jatahy e ação cai
Continua depois da publicidade
Tópicos relacionados
- Economia
- Economia
- ICMS
- Política
- Taxa das blusinhas
Agência O Globo
Leia também no AINotícia
- Mega-Sena terá sorteio especial de 30 anos, com prêmio estimado em R$ 200Economia · 3h atrás
- Dasa reverte prejuízo e tem lucro de R$9 mi no 1º triEconomia · 4h atrás
- De trainee a CEO: a executiva que levou o Grupo Sabin a faturar R$ 2 bilhõesEconomia · 4h atrás
- Azzas diz ter sido surpreendida por ação judicial de Roberto Jatahy e ação caiEconomia · 7h atrás

