Novo voo da FAB com ajuda a Cuba decola nesta terça; governo vai enviar 48
Ler matéria →A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) afirmou que não há estudos técnicos específicos e conclusivos que comprovem a segurança do aumento da mistura de etanol à gasolina de 30% para 32%, medida anunciada pelo governo federal nesta terça-feira (14). A elevação foi autorizada em reunião do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) para tentar conter a alta no preço dos combustíveis em meio à guerra no Irã. O posicionamento da Anfavea foi dado em uma carta enviada ao Ministério de Minas e Energia ainda em maio.
No ofício, que o Painel teve acesso, a entidade diz que não houve ensaios de durabilidade de componentes com o E32. " Uma vez que podem ocorrer degradação de materiais e corrosão. Leia também: Anuário da Segurança 2025: Letalidade Policial e Feminicídios Aumentam, Homicídios Caem
Leia no AINotícia: Câmara oficializa: Paulão e Dayany Bittencourt perdem mandatos
O aumento do teor de etanol pode comprometer elastômeros, mangueiras e vedações em sistemas não projetados para essa concentração", disse o documento. O documento também foi assinado pela Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) e o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). No ofício, elas afirma que os testes contendo até 32% de etanol foram realizados apenas para contemplar a margem de tolerância prevista na especificação do E30, e não para comprovar a segurança e compatibilidade de nova mistura obrigatória.
Para a Anfavea, não dá para garantir a compatibilidade do aumento da mistura com a frota de carros brasileiros. Isso porque os testes feitos até agora avaliaram apenas o desempenho e a dirigibilidade dos veículos, mas não levou em conta a durabilidade, emissões, a autonomia e a validação do funcionamento da frota com o E32. Por isso, as entidades fazem um alerta e dizem que o aumento da mistura deveria ter sido precedido de novos estudos específicos que comprovassem a compatibilidade com a frota e assegurassem segurança técnica e proteção ao consumidor. Leia também: Instituto Marielle Franco lança agenda com propostas a candidatos em defesa Mais de politica
Como mostrou a Folha, o governo calcula que vai cortar a importação de 454 milhões de litros de gasolina com a medida, que vai vigorar por 180 dias. Comentários
Leia também no AINotícia
- Justiça Eleitoral cobra R$ 734 mil de Zilu Camargo, que concorreu a vereadoraPolitica · 5h atrás
- Indiciados no caso 'Abin paralela' seguem em postos de comando do órgãoPolitica · 18h atrás
- Novo voo da FAB com ajuda a Cuba decola nesta terça; governo vai enviar 48Politica · 5h atrás
- 'Bolsonaro é quem vai colocar a faixa de presidente em mim', diz FlávioPolitica · 9h atrás


/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/e/CIHSwETxiCMBUpN0iFuQ/imagem-cortada-2026-06-30t102837.487.jpg)