Maratonista achado após 44 dias já perdeu prova após pegar ônibus errado
Ler matéria →Depois de o Atlético-MG vencer o Palmeiras, líder do Brasileirão, quem foi à Arena MRV esperava um time capaz de dar um passo importante pela vaga às quartas de final da Copa do Brasil. Mas, na verdade, assistiu a uma equipe com limitações e que ficou no empate sem gols com o Juventude. Domínguez manteve a base da vitória contra o Palmeiras, mas surpreendeu ao escalar Dudu na vaga de Preciado.
O atacante não vinha sendo titular desde abril, quando começou o jogo contra o Cienciano, pela Sul-Americana. O Atlético controlou o jogo em boa parte do primeiro tempo. Essa posse ficou mais evidente a partir dos 20 minutos.
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O problema estava na falta de velocidade para superar a boa marcação do Juventude, que impedia as investidas alvinegras. Alisson Safira- Atlético-MG x Juventude— Foto: Fernando Alves/E.C. Juventude Um dos caminhos utilizados foi o lado esquerdo.
Bernard e Lodi buscaram boas combinações por ali. Em uma, o lateral entrou na área e colocou o goleiro do time gaúcho para trabalhar. A cena mais comum durante os primeiros 45 minutos: Galo com a bola, de um lado para o outro, sem encontrar espaços. Leia também: Escalação volta ao centro do debate na temporada
Do outro lado, o Juventude conseguiu proteger bem a área, mas quase sem armar um contra-ataque e dar trabalho ao goleiro Everson. Isso só foi mudar a partir dos 39 minutos. O time alviverde organizou duas boas chegadas pela esquerda.
Em uma, Raí Silva finalizou para fora. Na segunda, a bola atravessou toda a área. A melhora da equipe ainda rendeu uma bola no travessão nos acréscimos.
O Atlético respondeu na sequência. Maycon encontrou belo passe para Lodi na pequena área, na cara do gol. No entanto, o lateral chutou por cima.
As vaias deram o recado quando o juiz apitou. Atlético-MG x Juventude Dudu— Foto: Pedro Souza / Atlético-MG O intervalo não fez bem para o Atlético. Mais de esporte
O time perdeu o controle do jogo, se desorganizou e deixou o Juventude se sentir mais à vontade. Os erros técnicos aumentaram, e o time gaúcho aproveitou para impor seu ritmo e criar chances de abrir o placar. Dominguez tentou responder com as entradas de Cuello e Minda.
O ataque ganhou em velocidade, mas ainda com decisões erradas individuais e incapaz de jogar o adversário para trás. Essa instabilidade seguiu durante todo o segundo tempo. A melhor oportunidade veio em cobrança de falta, quando Igor Gomes acertou o travessão. Leia também: Internacional x Corinthians volta ao centro do debate na temporada
Depois, o time ameaçou uma maior pressão, mas sem ser organizado ou mortal em seus ataques. Atlético-MG x Juventude- Oitavas da Copa do Brasil- Arena MRV— Foto: Pedro Souza / Atlético Um jogo bom, um ruim, três sem jogar bem.
O ano do Atlético é de atuações inconsistentes e de incapacidade de crescer quando dá um pequeno sinal de evolução. Foi assim após o clássico contra o Cruzeiro e se repetiu diante do Juventude. A vaga às quartas de final está aberta.
Para avançar, o Galo vai precisar mostrar muito mais para competir em Caxias.
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