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Ainda faz sentido comprar um XBOX Series S no Brasil em 2026?

Review Forza Horizon 6 | O Japão em um espetáculo visual de tirar o fôlego Por Gabriel Cavalheiro • Editado por Jones Oliveira | • O Xbox iniciou sua ofensiva de grandes

Ainda faz sentido comprar um XBOX Series S no Brasil em 2026?

Review Forza Horizon 6 | O Japão em um espetáculo visual de tirar o fôlego Por Gabriel Cavalheiro •

Editado por Jones Oliveira | • O Xbox iniciou sua ofensiva de grandes jogos para o ano de 2026 da melhor forma: com Forza Horizon 6! Cinco anos após o aclamado game de corrida arcade de mundo aberto estrear no México, a Playground Games buscou trazer melhorias para o tão sonhado mapa do Japão.

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O estúdio trouxe novidades na progressão e melhorou muitos aspectos de Forza Horizon 5, em especial na parte técnica. - Forza Horizon 6 no PC: veja requisitos para jogar - Saiba como Forza Horizon 6 irá rodar no Xbox e quais músicas estarão no jogo Com cerca de 20 horas de gameplay, tive a oportunidade de colocar o dedinho do pé no verdadeiro oceano que é Forza Horizon 6 e me vi viciado nas corridas por Tóquio e pelas paisagens exuberantes por todo o Japão!

Prós Contras - Tempos de carregamento demorados no Xbox - Facilidade para obter carros lendários Forza Horizon 6 pilota seguro pelo Japão A Playground Games jogou seguro e seguiu com sua abordagem que acompanhamos desde Forza Horizon 4. A principal mudança no jogo ambientado no Japão é a progressão, que tem sido alvo de críticas nos últimos games.

Em Forza Horizon 6, começamos como meros turistas e aspirantes a pilotos profissionais, embora não demore muito para que entremos de cabeça no Horizon Festival. A progressão acontece ao conquistar diferentes cores e níveis de pulseiras que são disponibilizadas após completarmos um certo número de corridas e atividades. Cada nível nos permite usar um tipo de carro e classe limitados nos eventos, então nada de começar com veículos mais potentes logo de início. Leia também: 5 melhores TVs de 65 polegadas para assistir à Copa de 2026

Essa decisão da Playground Games de barrar o nível dos carros dependendo da pulseira impactou diretamente a velocidade com que conseguimos automóveis mais robustos. Demora um pouco para conseguirmos verdadeiras máquinas de corrida, em especial se você não adquiriu a edição premium de Forza Horizon 6. Os primeiros carros que pegamos são bem básicos.

Assim como ganhar CR (moeda do jogo), adquirir novos veículos é um processo bem mais cadenciado nas primeiras 10 horas de jogo, o que posterga a compra de automóveis mais caros para um momento posterior. Claro, ainda há as famigeradas roletas que podem disponibilizar desde uma Lamborghini Aventador LP700-4 até o minúsculo Peel P50 1962. O novo estilo de progressão é bem legal e traz uma sensação de linearidade um pouco maior, mas ainda deve ser uma pedra no sapato de pilotos veteranos.

Em FH6, também é possível adquirir seminovos com descontos camaradas. Esses carros são encontrados espalhados por todo o mapa, que dispõe tanto de veículos mais básicos quanto de alguns xodós que listei como os meus favoritos. É uma excelente forma de adquirir ainda mais veículos para a coleção de um jeito um pouco mais acessível.

Para quem se interessar, o jogo disponibiliza um test-drive para saber se vale ou não a pena comprar determinado seminovo, uma maneira muito legal de apresentar diferentes tipos de carros e formas de jogar com cada um. Essa experimentação permite que os jogadores rodem com outros veículos além dos possantes. Um dos melhores mapas da franquia Forza Forza Horizon 6 estreou apresentando o maior e mais denso mapa da história da franquia.

Este é, sem dúvidas, um dos maiores saltos em relação ao jogo anterior baseado no México. A Playground Games se esforçou em trazer uma variedade fantástica de paisagens, cenários, ambientes urbanos e passagens. Quem não se lembra dos monótonos desertos de FH5, que, embora abrigassem as tempestades de areia (uma das melhores coisas daquele jogo, na minha opinião), deixavam os cenários bem vazios e menos densos? Mais de tecnologia

O Japão de Forza Horizon 6 é bem diferente nesse quesito. Embora possamos até sentir falta da massa humana em locais como o famoso Cruzamento de Shibuya, a Playground Games canetou quando desenvolveu Tóquio. Não à toa, a cidade exigiu uma equipe separada para desenvolvê-la.

A cidade principal do jogo é viva, densa e brilhante, com todas as complexidades e volumes que esperaríamos de uma grande metrópole. Há desde áreas residenciais, comércios, pontos turísticos e vielas até acesso a rodovias. É um verdadeiro show arquitetônico que mantém tudo coerente e consistente.

Correr em Tóquio é um verdadeiro deleite para os olhos e com certeza foi palco das corridas que mais curti no Horizon Festival. Ao sair da capital de Forza Horizon 6, nos deparamos com campos cobertos de flores e plantações de arroz, praias, montanhas, regiões interioranas, rodovias e pontes que cruzam o mapa com todo tipo de estrutura. " Leia também: Star Fox, UFC e novo eFootball movimentam lançamentos de jogos em junho de 2026

A Playground Games se esqueceu de ensinar como parar de jogar Forza Horizon 6" — Gabriel Cavalheiro. Um ponto que faz do mapa de Forza Horizon 6 um dos mais icônicos da série são justamente seus pontos turísticos e pistas da vida real.

Sinto que há uma conexão maior com cenários como o próprio cruzamento de Shibuya ou mesmo as paredes congeladas da rota Tateyama Kurobe. São pontos de interesse que saltam aos olhos e agregam ainda mais à imersão e ao conjunto da obra. O mais legal é que o mapa não se apoia apenas no clichê das cerejeiras e aborda o Japão de uma forma mais arquitetônica e realista.

Forza Horizon 6 se destaca graficamente entre os melhores da geração Joguei Forza Horizon 6 no Xbox Series X e não tenho nada a dizer sobre os visuais que fuja muito de: "que trabalho espetacular".

Estamos diante de um dos jogos mais bonitos da geração, sem sombra de dúvida. Não somente os cenários são lindos, mas o design e os reflexos dos carros, as pistas molhadas depois de um temporal ou até as partículas que sobem quando destruímos alguma estrutura nas corridas também impressionam. A Playground Games entregou, de novo, o mais fino dos filés com Forza Horizon 6.

Embora no Xbox Series X a iluminação e os reflexos estejam mais restritos aos carros e não apareçam com destaque em prédios, paisagens ou até nos personagens do jogo, é possível ver que o estúdio fez um excelente trabalho no jogo cru. Com isso, quero dizer que FH6 brilha na parte gráfica, mesmo sem assistência de upscaling, ferramentas como DLSS ou mesmo o Ray Tracing global. "

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