
Crédito, Instagram/Universidad de Génova/Albatros Top Boat
- Author, Jaroslav Lukiv
- Role, BBC News
- Published 16 maio 2026, 15:38 -03Atualizado Há 14 minutos
- Tempo de leitura: 4 min
Cinco italianos morreram em um acidente de mergulho nas Maldivas, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
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"Acredita-se que os mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar cavernas a uma profundidade de 50 metros", disse o ministério, acrescentando que o acidente ocorreu no atol de Vaavu.
Quatro dos mergulhadores faziam parte de uma equipe da Universidade de Gênova: a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha e outros dois pesquisadores.
As forças armadas das Maldivas, país que fica próximo do sudeste da Índia e do Sri Laka, indicaram que um dos corpos havia sido encontrado em uma caverna a cerca de 60 metros sob a água, e que se acreditava que os outros quatro mergulhadores também estivessem lá. Leia também: Panorama Mundo: Acidentes, Economia Global e Geopolítica em Foco
Os militares informaram que mergulhadores com equipamentos especiais foram enviados para a área, no que descreveu como uma operação de busca de altíssimo risco.
O Ministério das Relações Exteriores italiano informou em um comunicado que outros 20 cidadãos italianos a bordo do iate Duke of York — do qual partiram os cinco mergulhadores mortos — não estão feridos e recebem assistência da Embaixada da Itália em Colombo, Sri Lanka.
O ministério acrescentou que o iate está aguardando a melhoria das condições meteorológicas antes de retornar à capital das Maldivas, Malé.
Este pode ser o pior acidente de mergulho registrado na pequena nação do Oceano Índico, um destino turístico popular devido à sua cadeia de ilhas de coral.
Segundo informaram meios de comunicação locais, os cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira (14/5). Mais de mundo
A tripulação da embarcação na qual viajavam os registrou como desaparecidos quando eles não retornaram à superfície mais tarde.
A polícia apontou que o clima era adverso na região, localizada a cerca de 100 km ao sul da capital, Malé, razão pela qual foi emitido um alerta amarelo para embarcações de passageiros e pescadores.
As vítimas
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A Universidade de Gênova identificou entre as vítimas a professora Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, que também era estudante, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia marinha Federico Gualtieri.
A quinta vítima foi identificada como o gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho Gianluca Benedetti.
Em um comunicado publicado no X, a universidade expressou suas "mais profundas condolências" às vítimas.
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