Tudo começou em 2015, quando um grupo com mais de 200 chimpanzés passou por um processo de polarização que levou à formação de dois grupos. Um deles ocupou a região central do território, enquanto o outro se estabeleceu na parte oeste de Ngogo.
Durante algum tempo, os chimpanzés ainda interagiam normalmente: mantinham relações sexuais e até saíam juntos para caçar. Mas algo mudou ao longo dos anos e, em 2018, os cientistas constataram que os grupos estavam completamente separados. Leia também: A disparada do custo de vida e dos imóveis em João Pessoa com chegada de jovens
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Entre 2018 e 2024, foram registrados 24 ataques, que resultaram na morte de mais de 20 chimpanzés, incluindo filhotes.
O grupo é acompanhado há três décadas por cientistas que, por meio de dados de GPS, observações em campo e análises genéticas, conseguiram identificar como o comportamento dos animais se modificou ao longo do tempo. O estudo deu origem a uma pesquisa publicada no periódico Science. Leia também: Como foi o último 'The Late Show', de Stephen Colbert, que pôs fim a décadas de Mais de mundo
Nesse vídeo, o repórter André Biernath explica os principais achados do estudo.
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