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A Microsoft parou de dizer que o Windows não precisa de antivírus

A Microsoft parou de dizer que o Windows não precisa de antivírus Empresa apagou, sem alarde, artigo que dispensava softwares de terceiros no Windows 11

A Microsoft parou de dizer que o Windows não precisa de antivírus

A Microsoft parou de dizer que o Windows não precisa de antivírus Empresa apagou, sem alarde, artigo que dispensava softwares de terceiros no Windows 11. Testes mostram que proteção tem limites. Empresa apagou, sem alarde, artigo que dispensava softwares de terceiros no Windows 11.

Testes mostram que proteção tem limites. A Microsoft removeu silenciosamente uma publicação que afirmava que os usuários do Windows 11 não precisam de antivírus de terceiros. O movimento reacendeu o debate na comunidade de segurança sobre até onde vai a real eficiência da proteção nativa do sistema operacional.

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Registros do Archive.org confirmam que a página esteve ativa até pelo menos 11 de maio. No entanto, desde 24 de maio, quem tenta acessá-la é redirecionado para a página inicial do portal. O sumiço foi notado pelo laboratório independente AV-Comparatives e ganhou destaque nos fóruns do site Neowin.

O texto original vendia a ideia de que o Microsoft Defender era mais do que suficiente para barrar golpes de phishing, instaladores perigosos e arquivos maliciosos na rotina diária. A mudança repentina de discurso conversa com o atual momento da plataforma: o Windows 11 vive um verdadeiro drama – e a Microsoft promete salvá-lo. Para quem mantém um perfil de uso básico e navega apenas por caminhos conhecidos, o Defender quebra um galho enorme e evoluiu muito nos últimos anos.

O problema é que os testes mais recentes da AV-Comparatives mostram que o cenário muda de figura dependendo das condições de conectividade do computador. Em ambientes com conexão ativa com a internet (ou seja, a maioria de nós), a detecção do Defender é excelente e bate de frente com os melhores antivírus do mercado. A vulnerabilidade aparece quando o PC fica offline: nesses cenários, a taxa de proteção do antivírus cai para 89,2%, enquanto softwares concorrentes conseguem segurar até 98,6% das ameaças locais. Mais de tecnologia

Isso acontece porque a solução integrada depende fortemente de consultas em nuvem para identificar arquivos perigosos. Além disso, no teste de desempenho em abril, o Defender ficou posicionado apenas na faixa intermediária do mercado. Isso significa que, embora seja seguro, ele ainda consome mais recursos de hardware e pesa mais no sistema do que soluções de terceiros, que rodam de forma mais otimizada em segundo plano. Leia também: 95% dos usuários abandonam apps de vez após cancelarem assinatura

Outro ponto crítico é o isolamento no ecossistema da marca. O filtro SmartScreen, por exemplo, atinge eficiência máxima apenas se o usuário adotar o Microsoft Edge e o Outlook como ferramentas principais de trabalho. Quem prefere Chrome, Firefox, Brave ou Thunderbird acaba lidando com uma cobertura contra links maliciosos bem diferente.

É aí que os pacotes de segurança de outras empresas ganham espaço, oferecendo barreiras que funcionam com a mesma eficácia em qualquer programa. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }

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